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Tribunal dos EUA nega apelo do TikTok para interromper provável proibição até revisão da Suprema Corte | Notícias de tecnologia
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2 anos atrásem
O porta-voz da TikTok disse que os proprietários chineses da empresa planejam levar o caso ao Supremo Tribunal.
Um tribunal federal de apelações dos Estados Unidos rejeitou um pedido do plataforma de mídia social TikTok suspender a aplicação de uma lei que exige que os proprietários chineses da empresa se desfaçam ou enfrentem uma proibição no país até que o Supremo Tribunal reveja a sua contestação do estatuto.
Em decisão proferida na sexta-feira, o tribunal rejeitou o pedido do TikTok, chamando-o de “injustificado”.
A ordem do tribunal – não assinada – dizia que a TikTok não identificou precedentes em que um tribunal, “após rejeitar uma contestação constitucional a uma lei do Congresso”, impediu a implementação da lei até que uma revisão da Suprema Corte fosse solicitada.
Os advogados da TikTok e de seu proprietário, ByteDance, solicitaram a liminar depois que um painel de três juízes do Tribunal de Apelações dos EUA para o Circuito do Distrito de Columbia ficou do lado do governo dos EUA e rejeitou sua contestação à lei.
No pedido, os advogados pediram um “atraso modesto” na aplicação da lei para que o Supremo Tribunal pudesse rever o caso e a nova administração Trump pudesse “determinar a sua posição” sobre o assunto.
A decisão que exigiu a venda de Tiktok
O estatuto, que foi assinado pelo presidente Joe Biden no início deste ano, exige que a ByteDance venda o TikTok a um comprador aprovado devido a questões de segurança nacional ou enfrentará uma proibição nos EUA.
Um porta-voz do TikTok disse após a decisão que a empresa planeja levar seu caso à Suprema Corte, “que tem um histórico histórico estabelecido de proteção do direito dos americanos à liberdade de expressão”.
Não está claro se o Supremo Tribunal aceitará o caso, embora alguns especialistas jurídicos tenham dito que esperam que os juízes opinem devido aos tipos de novas questões que levanta sobre as redes sociais, a segurança nacional e a Primeira Emenda.
A TikTok também está procurando uma potencial tábua de salvação do presidente eleito Donald Trump, que prometeu “salvar” a plataforma de vídeos curtos durante a campanha presidencial.
Durante seu primeiro mandato, ele tentou, sem sucesso, banir o TikTok.
Pode ser coagido pela China?
Os EUA dizem que vêem o TikTok como um risco de segurança nacional porque a ByteDance poderia ser coagida pelas autoridades chinesas a entregar dados de usuários dos EUA ou manipular o conteúdo da plataforma para os interesses de Pequim.
A TikTok nega essas alegações e argumenta que o caso do governo se baseia em riscos hipotéticos futuros, em vez de fatos comprovados.
Se a lei não for anulada, as duas empresas afirmam que a popular aplicação será encerrada até 19 de janeiro, apenas um dia antes de Trump assumir novamente o cargo.
Mais de 170 milhões de usuários americanos seria afetado, disse a empresa. A maioria dos usuários pertence ao segmento mais jovem da população.
O Departamento de Justiça dos EUA se opôs ao pedido de pausa do TikTok, dizendo em um processo judicial esta semana que as partes já haviam proposto um cronograma que foi “projetado com o propósito preciso” de permitir uma revisão da lei pela Suprema Corte antes que ela entrasse em vigor.
Também na sexta-feira, o presidente e principal democrata de um comitê da Câmara dos Representantes dos EUA sobre a China disse aos CEOs da Alphabet, controladora do Google, e da Apple que eles devem estar prontos para remover o TikTok de suas lojas de aplicativos nos EUA em 19 de janeiro.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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