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Tribunal militar do Paquistão condena 60 pessoas por distúrbios pró-Khan – DW – 26/12/2024
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Um tribunal militar em Paquistão na quinta-feira condenou 60 civis à prisão por vários anos por participarem dos distúrbios pró-Imran Khan no ano passado, disseram as forças armadas.
O ex-primeiro-ministro Khan foi destituído do cargo em 2022 e preso em maio do ano passado sob acusações de corrupção, o que gerou uma indignação pública sem precedentes contra os cidadãos do país. militares poderosos.
Os homens, que se juntam a outros 25 homens que foram condenados no sábado, receberam penas entre dois e 10 anos de “prisão rigorosa”.
Khan, um ex-jogador de críquete que virou político, está preso há mais de um ano e enfrenta vários outros casos legais que ele e seus apoiadores dizem serem forjados.
Sobrinho de Khan preso por uma década
Um dos que recebeu uma sentença de 10 anos foi um sobrinho de Khan, disse seu partido Tehreek-e-Insaf (PTI).
Ele foi considerado culpado de atacar a casa de um comandante de corpo em Lahore.
Os militares não especificaram a maioria das condenações dos homens, apenas ligando-as ao envolvimento em ataques a instalações militares em 9 de maio de 2023.
“A Nação, o Governo e as Forças Armadas permanecem firmes no seu compromisso de defender a justiça e garantir que o mandado inviolável do Estado seja mantido”, disse um comunicado militar.
As forças de segurança prenderam centenas de apoiantes de Khan depois de terem atacado instalações militares e edifícios governamentais após a sua detenção. Protestos pró-Khan continuaram regularmente desde então.
O exército disse no mês passado que iria julgar os acusados em tribunais militares privados, um processo bastante opaco que tem sido amplamente criticado internacionalmente.
EUA, UE e Reino Unido criticam uso de tribunais militares
O Estados Unidos disse após as primeiras condenações que está “profundamente preocupado” com as sentenças, enquanto o do Reino Unido O Ministério das Relações Exteriores observou que julgar civis em tribunais militares “carece de transparência, escrutínio independente e prejudica o direito a um julgamento justo”.
O União Europeia também criticou as sentenças, dizendo que são “inconsistentes com as obrigações que o Paquistão assumiu no âmbito do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos”.
Enquanto isso, o próprio Khan condenou as sentenças, de acordo com um comunicado publicado em seu perfil no X na quarta-feira. A declaração citava a conversa do ex-primeiro-ministro com advogados enquanto estava na prisão.
“Rejeito as decisões inconstitucionais dos tribunais militares. Estas decisões estão a manchar a reputação internacional do Paquistão e tais ações desumanas podem sujeitar o país a sanções económicas”, dizia o comunicado.
Os militares e o governo negaram qualquer tratamento injusto a Khan ou aos seus apoiantes.
O governo insistiu que as sentenças dos homens não infringem o direito a um julgamento justo, uma vez que os indivíduos têm acesso a um advogado, à família e ainda têm a oportunidade de recorrer duas vezes.
mm/rmt (AFP, dpa, Reuters)
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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