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Trio é condenado pela morte de dois compradores de gado na zona rural de Rio Branco

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Penas fixadas para os réus somam mais de 84 anos de reclusão e deverão iniciar o cumprimento da pena em regime fechado.

O Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco condenou três pessoas denunciadas pela morte e ocultação de cadáver de dois compradores de gado. Com isso, a mulher que atraiu as vítimas para sua propriedade rural, com finalidade de roubá-los, deverá cumprir 27 anos, seis meses de reclusão. O caseiro foi condenado à pena de 27 anos, três meses e 15 dias, e, o terceiro envolvido, outro funcionário, que matou as vítimas, a 31 anos, 10 meses e 15 dias. Todos os três com deverão cumprir a pena em regime inicial fechado.

Além disso, conforme a decisão, publicada na edição n°6.166 do Diário da Justiça Eletrônico, desta terça-feira, 31, o juiz sentenciante estabeleceu a pena de multa a cada um dos condenados, em 146 dias multa.

O crime aconteceu em julho de 2017, na Colônia As Moreninhas, no Ramal do Mutum, em Rio Branco. Os três acusados, conforme a denúncia, agindo juntos e usando violência, roubaram R$ 4 mil e dois celulares das duas vítimas. Ainda dos autos, extrai-se que a violência empregada para o crime acabou resultando na morte dos compradores de gado. Em seguida, os três ocultaram os cadáveres, enterrando-os.

Sentença

Após avaliar o caso, o magistrado ponderou que os três denunciados cometerem dois latrocínios, por serem duas vítimas, assim como cometeram o crime de ocultação de cadáver (artigo 157, §3°, última parte, por duas vezes, na forma do art.70, caput, última parte e art. 211, tudo combinado com art.69, todos do Código Penal).

Apesar das defesas dos acusados terem argumentado pelo afastamento do latrocínio, o juiz de Direito verificou que foi este o crime praticado por eles, “uma vez que restou comprovado o dolo específico dos acusados de subtraírem os bens e valores das vítimas, retirando a vida (…), a fim de garantir a empreitada criminosa, condutas essas que se enquadram no tipo legal de latrocínio”. Gecom TJAc.

Entenda as mortes

Assassinados: Jean Carlos de Almeida, e Fernando de Oliveira, eram compradores de gado.

Charles Fernandes de Araújo de 29, Jessé Oliveira Rodrigues de 30 e Irades da Silva Barros de 28 anos, foram denunciados pelos assassinatos de Jean Carlos de Almeida, 42 anos e Fernando de Oliveira, 54 anos. O crime aconteceu no dia 08 de Junho do ano passado no Ramal do Mutum.

Os corpos enterrados numa cova rasa foram encontrados quase dois meses depois.  O trio é acusado de duplo latrocínio, o roubo seguido de morte e dupla ocultação de cadáver. De acordo com a polícia, Irades, planejou o crime para roubar seis mil reais das vítimas.

 

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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