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Trio é condenado por incendiar residência em zona rural

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Crime aconteceu no final de setembro do ano passado, quando os denunciados cometeram o crime em função de disputa pela residência das vítimas.

O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Plácido de Castro condenou os três denunciados no Processo n°0000887-29.2018.8.01.0008 por terem cometido os crimes descritos nos artigos 147 e 250, §1º, II, “a”, ambos do Código Penal, quando incendiaram residência na zona rural do município.

O denunciado, que ameaçou as vítimas e ainda participou do incêndio, foi condenado à cinco anos e sete meses de reclusão, em regime semiaberto, e deverá pagar 13 dias multa. Já os outros dois, que participaram somente do incêndio, cada um deverá cumprir cinco anos e quatro meses de reclusão, em regime semiaberto, e também pagarem 13 dias multa.

Conforme os autos, a família, que foi vítima dos crimes, morava na zona rural de Plácido de Castro, quando um dos acusados os ameaçou, caso a família não saísse do lugar. O trio foi à residência durante a noite, no final de setembro de 2018, e expulsou o casal e os dois filhos da casa, após isso incendiou a residência.

Sentença

A sentença, publicada na edição n°6.286 do Diário da Justiça Eletrônico, da sexta-feira, dia 1º de fevereiro, é de autoria do juiz de Direito Romário Farias, que estava respondendo pela unidade judiciária.

O magistrado avaliou que, em relação ao crime de ameaça, praticado por apenas um dos denunciados, as consequências foram graves, pois “a vítima e toda sua família ficaram apavoradas, vindo a sair da residência logo após a ocorrência dos fatos”. Além disso, o juiz de Direito registrou que “motivo do crime era a disputa pela residência a qual a vítima e sua família estavam morando”.

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Traficante que enviava drogas do Acre para o Nordeste é preso em Rio Branco

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Cleomar César Felício Uchôa, vulgo cangaceiro, foi preso pela Polícia Civil na última terça-feira (20) no bairro Preventório, conhecido como Papoco, em Rio Branco. O traficante já era alvo de investigações da Polícia Federal, que suspeita que ele tinha negócios na fronteira e no estado de Rondônia e fornecia drogas para a região Nordeste.

Há suspeitas de que o homem lavava o dinheiro do tráfico com compra e venda de gado no Acre e nos estados vizinhos.

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Homem que matou ex-mulher e companheiro dela é condenado a mais de 39 anos de prisão

STJ Notícias, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Após nove horas de julgamento, homem que matou ex-mulher na frente do filho e também assassinou o companheiro da vítima foi condenado, na segunda-feira, 19, pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da Comarca de Tarauacá. Segundo a decisão, o denunciado deverá cumprir 39 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado.

Como é relatado nos autos, em julho de 2016, o acusado estava indo à residência da ex-mulher e no caminho encontrou o companheiro dela, que tinha ido levar uma das crianças a escola. O acusado teria matado o homem e seguido para a casa da ex-companheira. Uma vez no local, ele a teria matado a golpes de faca e tiro de espingarda, na frente dos filhos.

Sentença

De acordo com a sentença, que ainda aguarda publicação no Diário da Justiça Eletrônico (DJE), o acusado cometeu os crimes de: homicídio qualificado privilegiado (meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e também pela condição do sexo feminino da vítima) em relação à ex-mulher; e homicídio qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa do ofendido), em relação ao companheiro dela.

O juiz de Direito responsável por conduzir o julgamento, Guilherme Fraga, registrou que “as circunstâncias do crime fogem à normalidade, visto que o acusado praticou o delito após arrombar a porta frontal da casa, porta dos quartos, com a presença dos filhos menores de idade, perseguido a vítima, até conseguir mata-la, tudo isso devidamente testemunhado pelo filho de apenas 13 anos de idade, motivo pelo qual deve tal circunstância judicial ser valorada negativamente”.

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