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Troca de presentes diferente: como organizar um amigo secreto criativo
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O fim do ano chegou e, com ele, vêm as tradicionais brincadeiras. Mas que tal tornar o amigo secreto ainda mais criativo? Já pensou em um amigo literário ou até mesmo gastronômico? Veja abaixo como dar uma repaginada na dinâmica e se divertir com a família!
Com algumas pequenas mudanças, é possível transformar a brincadeira em uma nova experiência repleta de surpresas. Um amigo secreto temático, por exemplo, em que todos ganham presentes sobre o mesmo tema. Pode ser de séries, livros, filmes ou até mesmo datas comemorativas.
Já o amigo ladrão é super divertido. Nesta modalidade, todo mundo leva um presente genérico, que é sorteado de maneira aleatória. Após abrir o embrulho, a pessoa seguinte escolhe “roubar” algo que já foi sorteado ou pegar algo da pilha.
Brincar faz bem
Você sabia que brincar faz bem? E não é só para crianças!
Pesquisas mostram que as brincadeiras são coisas sérias e estimulam as conexões cerebrais. Com isso, os vínculos afetivos aumentam e podem ajudar no desenvolvimento do ser humano. Demais, né?
Para os adultos, é possível aliviar o estresse e melhorar as relações sociais. Ou seja, só benefícios!
Assim, participar do amigo secreto no final do ano, seja ele com a família ou com os amigos, vai ser ótimo para você!
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Inove na brincadeira!
A seguir, confira novas modalidades de amigo secreto para inovar e se divertir com todo mundo!
- Amigo instantâneo: o amigo instantâneo é uma das modalidades mais divertidas! Nele, a pessoa deve comprar, para quem tirou, algo que a outra poderia usar ou até mesmo comer na hora. No momento da revelação, a pessoa abre o presente e já precisa usá-lo!
- Amigo temático: o amigo temático é para aqueles que têm dificuldade em acertar os gostos dos outros. Nele, é preciso combinar os presentes antes com os amigos. Vai ser um livro? Chocolate? Havaianas? Camisa? Deixe a imaginação fluir! Além de combinar o presente você também pode combinar o tema geral, como artigos geek, por exemplo.
- Inimigo secreto: esse aqui é pra quem gosta de algo mais engraçado e não tem grandes pretensões de ganhar algo bom. No inimigo secreto, as pessoas presenteiam as outras com aquilo que elas não gostam, ou até mesmo itens inesperados. Aqui a risada é certa!
- Amigo onça (ou amigo ladrão): o amigo onça, também conhecido como amigo ladrão, é outra opção diferente. Cada um dos participantes compra um presente. Depois, há um sorteio da ordem para ver quem começa. O primeiro participante vai até a mesa e escolhe um presente. O próximo, pode escolher se toma o presente do primeiro sorteado ou pegar algo novo. A brincadeira segue até o último ser sorteado, ele vai poder escolher qualquer presente!
- Amigo presente caseiro: o amigo presente caseiro dá um pouco mais de trabalho, mas a sensação ao receber um presente feito por alguém especial é incrível, né não? Nessa modalidade, comprar algo está fora de cogitação, o negócio é fazer! Pode ser um poema, uma comida gostosa, um artesanato, entre outros. Solte a imaginação e coloque o seu amor pelo outro no embrulho!
- Amigo secreto solidário: aqui, ganha você, o amigo e uma instituição de caridade! O propósito é que cada amigo decida uma instituição ou ONG que queira ajudar. O sorteado é obrigado a ajudar aquele local que o amigo inicialmente escolheu. Vale casas de repouso, lares para crianças, ONGs de bichinhos, etc…
Ao inovar com os amigos, a diversão será garantida. Bora rir e comemorar! – Foto: Freepik
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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