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Trudeau: A Índia cometeu um ‘erro horrível’ ao violar a soberania canadense | Canadá

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Leyland Cecco in Toronto and Patrick Wintour in London

Justin Trudeau acusou a Índia de cometer um “erro horrível” ao violar a soberania canadense, em meio a uma crescente disputa diplomática sobre o assassinato de um separatista Sikh na Colúmbia Britânica e alegações de uma campanha mais ampla de ameaças e violência contra exilados indianos.

Testemunhando em um inquérito público à interferência estrangeira na quarta-feira, o primeiro-ministro canadense acusou Delhi de rejeitar os esforços de cooperação e causar a disputa pública cada vez mais acirrada que resultou na expulsão mútua de diplomatas seniores na segunda-feira.

“Não pretendemos provocar ou criar uma briga com a Índia”, disse Trudeau. “O governo indiano cometeu um erro terrível ao pensar que poderia interferir tão agressivamente como fez na segurança e soberania do país. Canadá. Precisamos responder para garantir a segurança dos canadenses.”

Nas suas observações mais detalhadas sobre a saga até agora, Trudeau disse que o Canadá não queria “explodir” a sua valiosa relação com Índia.

Mas ele disse que depois Hardeep Singh Nijjar, um cidadão canadense, foi morto a tiros do lado de fora de um templo Sikh na Colúmbia Britânica. em Junho passado, “tivemos indicações claras e certamente cada vez mais claras de que a Índia tinha violado a soberania do Canadá”.

Trudeau fez uma série de declarações explosivas, incluindo alegações de que informações altamente secretas sugeriam que membros do partido conservador da oposição estavam “envolvidos ou em alto risco de” fazer parte de esforços de interferência estrangeira. acusou os diplomatas indianos de trabalharem com uma rede criminosa liderado por um notório gangster preso para atingir os dissidentes Sikh no país. A Índia rejeitou as alegações como “ridículas”.

Respondendo aos comentários de Trudeau, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Índia disse: “O que ouvimos hoje apenas confirma o que temos dito consistentemente o tempo todo – o Canadá não nos apresentou nenhuma evidência em apoio às graves alegações de que optou por nível contra a Índia e diplomatas indianos. A responsabilidade pelos danos que este comportamento arrogante causou às relações Índia-Canadá cabe apenas ao primeiro-ministro Trudeau.”

Trudeau disse que as autoridades canadenses compartilharam provas em particular com seus colegas indianos que, segundo ele, não cooperaram.

“A decisão da RCMP de prosseguir com esse anúncio foi inteiramente ancorada na segurança pública e no objetivo de interromper a cadeia de atividades que estava resultando em tiroteios, invasões de casas, extorsão violenta e até mesmo assassinatos dentro e em todo o Canadá”, Trudeau disse.

O primeiro-ministro disse que as autoridades canadenses levantaram pela primeira vez o assassinato de Nijjar durante a cúpula do G20 de 2023 em Nova Delhi. Autoridades que trabalham “nos bastidores” disseram aos indianos que “há preocupações reais de que suas agências de segurança estejam envolvidas no assassinato”, disse ele.

Mas quando Trudeau confrontou Narendra Modi no último dia da cimeira, o primeiro-ministro indiano disse-lhe que o Canadá deveria fazer mais para reprimir os separatistas Sikh, disse ele.

E apesar dos esforços canadianos para interagir com as autoridades indianas, disse Trudeau, eles pareciam desinteressados ​​em “aproveitar a rampa de saída” oferecida.

Desde que Trudeau comunicou pela primeira vez ao parlamento uma “ligação potencial” entre o governo indiano e o assassinato de Nijjar, Ottawa e Deli têm estado envolvidas numa disputa cada vez maior sobre o assunto.

A Índia parou temporariamente de emitir vistos no Canadá e, na segunda-feira, o Canadá expulsou seis diplomatas seniores, incluindo o alto comissário, Sanjay Verma. A Índia retaliou ordenando a expulsão de seis diplomatas canadianos de alto escalão, incluindo o alto comissário interino.

A última declaração de Trudeau surge num momento em que o Canadá procura convencer as nações aliadas a também condenarem as alegadas acções da Índia – um esforço que até agora produziu resultados mistos.

Na manhã de quarta-feira, o Reino Unido apelou à Índia para cooperar com as autoridades legais canadianas para investigar as alegaçõesapós um telefonema entre Trudeau e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer.

O Ministério das Relações Exteriores britânico disse: “Estamos em contato com nossos parceiros canadenses sobre os graves desenvolvimentos descritos nas investigações independentes em Canadá. O Reino Unido tem plena confiança no sistema judicial do Canadá… A cooperação do governo da Índia com o processo legal do Canadá é o próximo passo certo.”

À medida que as alegações do Canadá se alargaram, tornou-se mais difícil para os seus aliados na parceria de inteligência Five Eyes permanecerem calados.

Força policial federal do Canadá na segunda-feira alegou que diplomatas indianos trabalharam com gangues criminosas para orquestrar uma campanha de extorsão, intimidação e coerção contra membros da comunidade canadense do sul da Ásia, resultando em homicídios, invasões de domicílios, tiroteios e incêndios criminosos. Desde Setembro de 2023, pelo menos 13 pessoas foram “alertadas pela RCMP sobre graves ameaças contra elas”, de acordo com uma coligação de legisladores.

Os EUA disseram repetidamente que Nova Deli não está a cooperar com a investigação do Canadá, mas o Departamento de Estado disse na quarta-feira que estava satisfeito com a cooperação da Índia num caso separado envolvendo uma suposta conspiração contra um líder separatista Sikh em Nova Iorque no ano passado.

Washington alegou que agentes indianos estiveram envolvidos na tentativa de assassinato de Gurpatwant Singh Pannun e indiciou um cidadão indiano que trabalhava a mando de um funcionário do governo indiano não identificado.

Um comité do governo indiano que investiga o plano frustrado de assassinato reuniu-se com responsáveis ​​norte-americanos em Washington, para uma reunião que o Departamento de Estado descreveu como “produtiva”.

Durante o seu depoimento, Trudeau também alertou que os legisladores conservadores estavam envolvidos ou eram vulneráveis ​​à interferência estrangeira.

“Tenho os nomes de vários parlamentares, ex-parlamentares e/ou candidatos do Partido Conservador do Canadá que estão envolvidos (em) ou correm alto risco ou para os quais há informações claras sobre a interferência estrangeira”, disse Trudeau.

O líder conservador Pierre Poilievre recusou-se até agora a obter a autorização de segurança necessária para ser informado sobre todo o envolvimento do seu partido, disse Trudeau.

Trudeau também disse que o comitê de segurança e inteligência nacional do parlamento encontrou evidências de interferência estrangeira durante a convenção de liderança conservadora, que Poilievre venceu em 2022.

“O facto de não haver absolutamente nenhuma curiosidade ou abertura na tentativa de descobrir o que aconteceu ou se alguém foi comprometido ou se um país estrangeiro impactou essas corridas de liderança é simplesmente irresponsável”, disse Trudeau.

Num comunicado, Poilievre apelou a Trudeau para nomear os legisladores comprometidos e acusou o primeiro-ministro de “mentir para desviar a atenção de uma revolta da bancada liberal contra a sua liderança e das revelações de que ele conscientemente permitiu que Pequim interferisse e o ajudasse a vencer duas eleições”.

Trudeau disse à comissão que recebeu informações de inteligência em seu papel como primeiro-ministro, mas não as usou para benefício “partidário”. “Não acredito na utilização de informações de segurança nacional para fins partidários”, disse ele.

Uma comissão parlamentar de segurança pública confirmou que lançará um estudo de emergência sobre as alegações da RCMP de que agentes do governo indiano estiveram envolvidos em crimes violentos no Canadá.



Leia Mais: The Guardian

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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