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Trump 2.0 pode abrir as portas para um mundo mais verde | Opiniões
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O ano passado foi desastroso para o ambiente e as ações relativas às alterações climáticas. As conversações apoiadas pelas Nações Unidas para combater a biodiversidade, a poluição plástica, a desertificação e as alterações climáticas fracassaram ou produziram acordos manifestamente inadequados. A reeleição de Donald Trump para outro mandato nos Estados Unidos sinalizou que a resistência à acção climática só se intensificaria.
Tudo isto num ano que bateu o recorde dos mais quentes e pela primeira vez as temperaturas médias globais ultrapassaram o limite estabelecido pelo Acordo de Paris: 1,5 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais.
No início de 2025, as perspectivas de uma acção climática significativa parecem sombrias. Mas as políticas anti-climáticas do Trump 2.0 e a intransigência de outros grandes poluidores estatais e empresariais também poderão impulsionar o resto do mundo para uma mudança radical. Na verdade, 2025 poderá abrir espaço para o Sul Global impulsionar a ação climática e só faz sentido que o Brasil – como anfitrião da COP30 deste ano – deva liderar o caminho.
O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, voltou ao poder há dois anos com a promessa de mudanças sociais e ambientais. Após os sucessos iniciais, porém, a sua administração perdeu impulso. Este ano poderá ser a última oportunidade de Lula cumprir as suas promessas, assumir a liderança global nas alterações climáticas e garantir que o seu legado como agente de mudanças irá além das fronteiras do Brasil.
Promessas falhadas
Durante a sua campanha presidencial, Lula enfatizou fortemente a sua rejeição às políticas anti-ambientais e anti-minorias do seu antecessor de direita Jair Bolsonaro e prometeu revertê-las, concentrando-se na conservação da Amazónia e na protecção das comunidades vulneráveis, incluindo os indígenas.
Após a vitória, nomeou a ativista climática Marina Silva para chefiar o Ministério do Meio Ambiente e a líder indígena Sonia Guajajara para chefiar o novo Ministério do Indígena. Em sua posse, em 1º de janeiro de 2023, ele caminhou com o destacado líder indígena cacique Raoni, que se tornou o símbolo da luta pela preservação da floresta amazônica.
Três semanas depois, ele visitou a comunidade Yanomami, que foi devastada pela usurpação de terras, violência de garimpeiros e madeireiros ilegais, insegurança alimentar e doenças. Ele chamou a situação deles de genocídio e prometeu tomar medidas imediatas.
As alterações climáticas também se tornaram um pilar da sua política externa. Na COP28 realizada em Dubai em 2023, onde países do Sul Global pressionavam pelo progresso na ação climática, Lula declarou: “O Brasil está disposto a liderar pelo exemplo”.
Houve algumas conquistas iniciais. Nos primeiros seis meses da presidência de Lula, O desmatamento da Amazônia caiu 33,6%. A polícia e os militares foram mobilizados para reprimir a mineração ilegal e, em poucos meses, houve um queda acentuada no número de minas ilegais em operação. Em maio, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis proibiu a exploração de petróleo na costa do Delta do Amazonas.
Mas o governo Lula não conseguiu manter o ritmo. As operações de segurança contra os mineiros ilegais abrandaram, o que lhes permitiu retomar as actividades. Taxas de mortalidade entre crianças Yanomami continuou a aumentar e as comunidades indígenas continuaram a sofrer.
O progresso alcançado no desmatamento começou a desacelerar e em agosto de 2024, as taxas de desmatamento rosa de novo. Enquanto isso, a expansão de terras para agricultura e pecuária não parou; é só mudou para a savana do Cerrado, onde o desmatamento não chega às manchetes como a Amazônia.
Enquanto isso, o governo Lula tem pressionado pela conclusão da rodovia BR-319, que deveria ligar os estados do Amazonas e Roraima, no norte, a outras partes do Brasil. A construção atravessa a Amazônia e teria um impacto desastroso sobre o meio ambiente e as comunidades indígenas.
Lula também se pronunciou publicamente a favor da exploração de petróleo na costa brasileira, ao mesmo tempo que o Brasil enfrentava algumas das suas piores inundações e incêndios florestais. As ações dos seus governos também enfrentaram críticas.
De janeiro a outubro, incêndios florestais varreram o Brasil, destruindo grandes áreas da floresta amazônica e do Pantanal e devastando comunidades indígenas; cerca de 37,42 milhões de acres, ou cerca de 15,1 milhões de hectares, foram queimados. Apesar da escala sem precedentes da crise, Lula não declarou estado de emergência, o que teria ajudado as autoridades locais a terem acesso mais fácil aos recursos federais para lidar com a crise.
Última chance de agir
Quando Trump regressar à Casa Branca em Washington, certamente cumprirá as suas promessas de rescindir as regulamentações ambientais e abrir caminho para que as indústrias sujas poluam tanto quanto queiram. Outros países ricos e empresas já estão a anular os seus próprios compromissos climáticos.
Neste ambiente de total desrespeito pela catástrofe climática em curso e pela situação difícil dos mais afectados por ela, o mundo precisa de um líder que possa tomar medidas decisivas. Há dois anos que Lula tem proferido belos discursos sobre a necessidade de agir sobre as alterações climáticas, a necessidade de proteger os pobres e a necessidade de esclarecer as coisas entre os responsáveis pela catástrofe climática e aqueles que suportam o seu impacto.
É hora de ele colocar suas palavras em prática. É hora de ele dar o exemplo, como declarou em 2023. Ele tem todos os recursos humanos e naturais à sua disposição para o fazer.
O Brasil abriga a maior floresta tropical do planeta e cerca de 1,7 milhão de indígenas que sabem proteger e cuidar da natureza. Eles sabem o que precisa ser feito para preservar este notável sumidouro de carbono, já que têm a menor pegada de carbono de todos nós. Eles precisam fazer parte não apenas da ação urgente necessária para proteger suas comunidades, mas também das políticas climáticas e ambientais gerais do Brasil.
Ouvir os povos indígenas, bem como dezenas de especialistas ambientais e ativistas, alguns dos quais já estão no governo Lula, significaria que o presidente teria que desistir de alguns laços tradicionais com as grandes empresas.
O Partido dos Trabalhadores (PT) de Lula é conhecido por seu vício em combustíveis fósseis. É hora de acabar com isso. Embora a empresa petrolífera pública brasileira, a Petrobras, seja um importante interveniente económico, não deve ditar as políticas ambientais e económicas do governo. Dado o quão baixo é o preço da instalação da produção de energia renovável, o Brasil pode investir em uma expansão massiva da energia eólica e solar. A Petrobras já está fazendo esses investimentos; em vez de insistir em mais perfurações de petróleo, pode duplicar a aposta na energia solar e eólica e tornar-se a principal empresa de energia renovável do país.
Lula também terá que se libertar da influência tóxica do Grande Agronegócio. Existe uma maneira de cultivar e criar gado sem desmatamento e poluição. Pressionar esta indústria a adoptar práticas sustentáveis e verdes não a destruirá; tornaria-o mais resiliente aos inevitáveis desastres climáticos que atingirão o país.
O mesmo vale para o setor de mineração. O governo Lula já fez alguns esforços para regulamentá-lo e erradicar práticas ilegais, mas precisa ir até o fim. A mineração ilegal em territórios indígenas e reservas naturais deve ser eliminada.
O governo poderia criar uma força-tarefa que incluísse as agências federais e estaduais de aplicação da lei, o ramo de inteligência e os militares para se concentrar nesta questão. Eles poderiam recrutar não apenas povos indígenas para ajudá-los, mas também todas as pessoas empobrecidas atraídas para a mineração ilegal por causa do desemprego. A erradicação da mineração ilegal não só preservaria a floresta tropical e protegeria as comunidades indígenas, mas também representaria um duro golpe para o crime organizado.
Na verdade, políticas fortes sobre o clima e a preservação da natureza beneficiarão não apenas o ambiente natural, mas também a população brasileira. Abririam mais oportunidades de emprego seguras e dignas – uma grande exigência da base eleitoral do PT.
Liderar mudanças radicais em casa daria a Lula mais credibilidade para fazê-lo no cenário global. Palavras apoiadas por ação podem ter um impacto poderoso. Numa altura em que as pessoas do mundo se sentem abandonadas pelas suas elites políticas, demonstrar um compromisso com a acção climática e o bem-estar das comunidades vulneráveis pode mobilizar milhões de pessoas e criar impulso suficiente para colocar governos inertes em acção. Este poderá ser o legado global de Lula se ele tiver a coragem de o perseguir.
As opiniões expressas neste artigo são do próprio autor e não refletem necessariamente a posição editorial da Al Jazeera.
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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
25 de fevereiro de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.
Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.
Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.
Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.
Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.
Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).
A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.
Laboratório de Paleontologia
Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.
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A Pró‑Reitoria de Graduação (Prograd) da Universidade Federal do Acre (Ufac) é o órgão responsável pelo planejamento, coordenação e supervisão das atividades acadêmicas relacionadas ao ensino de graduação. Sua atuação está centrada em fortalecer a formação universitária, promovendo políticas e diretrizes que assegurem a qualidade, a integração pedagógica e o desenvolvimento dos cursos de bacharelado, licenciatura e demais formações presenciais e a distância. A Prograd articula ações com as unidades acadêmicas, órgãos colegiados e a comunidade universitária, garantindo que os currículos e práticas pedagógicas estejam alinhados aos objetivos institucionais.
Entre as principais atribuições da Prograd estão a coordenação da política de ensino, a supervisão de programas de bolsas voltadas à graduação, a análise e encaminhamento de propostas normativas e a participação em iniciativas que promovem a reflexão e o diálogo sobre o ensino superior.
A Prograd é organizada em três diretorias, cada uma com funções específicas e complementares:
Diretoria de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino — responsável por ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento de metodologias, à regulação e ao apoio pedagógico dos cursos de graduação.
Diretoria de Apoio à Formação Acadêmica — dedicada a acompanhar e apoiar as atividades acadêmicas dos estudantes, incluindo estágios, mobilidade estudantil e acompanhamento da formação acadêmica.
Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais — voltada à gestão de programas especiais, políticas de interiorização e ações que ampliam o acesso e a permanência dos alunos em diferentes regiões.
A Prograd participa, ainda, de iniciativas que promovem a reflexão e o diálogo sobre o ensino superior, integrando docentes, estudantes e gestores em fóruns, encontros e ações que visam à atualização contínua dos processos formativos e ao atendimento das demandas sociais contemporâneas.
Com compromisso institucional, a Pró‑Reitoria de Graduação contribui para que a UFAC cumpra seu papel educativo, formando profissionais críticos e comprometidos com as realidades local e regional, garantindo um ambiente acadêmico de excelência e responsabilidade social.
Ednacelí Abreu Damasceno
Pró-Reitora de Graduação
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Orientação sobre revalidação e reconhecimento de diplomas — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
24 de fevereiro de 2026Orientações para abertura de processo administrativo e procedimentos acerca da revalidação de diploma de graduação e reconhecimento de diplomas de pósgraduação stricto sensu emitidos por instituições estrangeiras, conforme a Resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
Abertura do Processo
I – Preenchimento do Formulário Padrão (conforme modelo disponibilizado);
II – Documentos pessoais exigidos:
• Cópia do documento de identidade para brasileiros ou naturalizados, e, se estrangeiro, cópia da identidade e do visto permanente, expedido pela Superintendência da Polícia Federal, ou passaporte com visto permanente, concedido pela autoridade competente;
• Comprovante de residência;
• Comprovante de quitação com o serviço militar, para brasileiros do sexo masculino;
• Comprovante de quitação com o serviço eleitoral, para brasileiros e naturalizados;
III – Documentos acadêmicos exigidos:
• Para revalidação, conforme Art. 10, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
• Para reconhecimento, conforme Art. 33, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
IV – Preenchimento do Termo de aceitação, exclusividade e autenticidade, conforme modelo disponibilizado pelo NURCA;
V – Solicitação de abertura de processo no Protocolo Geral da UFAC, direcionado ao NURCA, com a apresentação da documentação exigida nos itens de I a IV;
Submissão da documentação na Plataforma Carolina Bori – Link: http://plataformacarolinabori.mec.gov.br
O interessado deve submeter a documentação no formato .pdf, agrupando diferentes documentos em arquivo único conforme indicado abaixo:
Arquivo 1 em .PDF:
1. Formulário Padrão preenchido (conforme modelo disponibilizado);
2. Documentos pessoais exigidos:
a) Cópia do documento de identidade para brasileiros ou naturalizados, e, se estrangeiro, cópia da identidade e do visto permanente, expedido pela Superintendência da Polícia Federal, ou passaporte com visto permanente, concedido pela autoridade competente;
b) Comprovante de residência;
c) Comprovante de quitação com o serviço militar, para brasileiros do sexo masculino;
d) Comprovante de quitação com o serviço eleitoral, para brasileiros e naturalizados;
Arquivo 2 em PDF:
1. Diploma e Histórico (Itens I e II do Artigo 10 ou Itens II e IV do artigo 33 da Resolução nº 003, de 14 de março de 2017);
Arquivo 3 em PDF:
1. Documentos acadêmicos exigidos excetuando-se os do Arquivo 2:
a) Para revalidação, conforme Art. 10, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
b) Para reconhecimento, conforme Art. 33, da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017, excetuando item III (vide Arquivo 5).
Arquivo 4 em PDF:
1.Termo de aceitação, exclusividade e autenticidade, preenchido conforme modelo disponibilizado pelo NURCA; da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
Arquivo 5 em PDF:
a) Para os casos de reconhecimento: Exemplar digital da tese ou dissertação com registro de aprovação da banca examinadora e documentações complementares, conforme item III do Art. 33 da resolução CEPEX Nº 003, de 14 de março de 2017.
Fluxo do Processo
VI – Recebimento do processo pelo NURCA e encaminhamento para o Centro pertinente, que constituirá Comissão;
VII – Retorno do processo ao NURCA no prazo de 15 dias;
VIII – Sendo favorável o parecer da Comissão, será autorizada a emissão de GRU, bem como, o seu devido pagamento (R$ 1.200,00 – graduação; mestrado – R$ 1.500,00 e doutorado R$ 2.000,00), devendo ser incluída a via original ou cópia autenticada por servidor da UFAC no processo de revalidação.
a) Em caso de parecer negativo, o processo será disponibilizado para consulta, retirada de documentação e/ou ajuste quando for pertinente.
IX – Retorno do processo ao Centro para a Comissão concluir a revalidação no prazo restante dos seis meses.
Termo de Aceitação, Exclusividade e Autenticidade
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