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Trump contrata o cubano-americano Marco Rubio para liderar o Departamento de Estado dos EUA | Notícias de Donald Trump

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Colocando fim a dias de especulação, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, nomeou o senador da Florida, Marco Rubio, para liderar o Departamento de Estado durante a próxima administração.

A escolha do seu antigo rival político foi rumores há dias e sinaliza o compromisso da nova administração com uma política externa agressiva.

Cubano-americano conhecido por suas opiniões linha-dura sobre a China e seu firme apoio a Israel, Rubio seria o primeiro hispano-americano a servir como principal diplomata de Washington se confirmado no cargo.

“Marco é um líder altamente respeitado e uma voz muito poderosa pela liberdade”, escreveu Trump num comunicado anunciando a sua escolha na quarta-feira. “Ele será um forte defensor da nossa nação, um verdadeiro amigo dos nossos aliados e um guerreiro destemido que nunca recuará diante dos nossos adversários.”

Em postagem no X, Rubio disse que está “honrado pela confiança que o presidente Trump depositou em mim”.

“Sob a liderança do Presidente Trump, entregaremos a paz através da força e colocaremos sempre os interesses dos americanos e da América acima de tudo”, acrescentou.

Trump também escolheu ex-congressista democrata Tulsi Gabbard para servir como diretor de inteligência nacional, uma posição poderosa que está no topo das agências de espionagem do país e atua como principal conselheiro de inteligência do presidente.

“Sei que Tulsi trará o espírito destemido que definiu a sua ilustre carreira à nossa comunidade de inteligência, defendendo os nossos direitos constitucionais e garantindo a paz através da força”, disse Trump num comunicado.

Gabbard é um veterano que serviu por mais de duas décadas na Guarda Nacional do Exército e foi destacado para o Iraque e o Kuwait. Mas ela não tem a típica experiência de inteligência de ex-funcionários. Ela buscou a nomeação democrata para presidente em 2020 com base em uma plataforma progressista e em sua oposição ao envolvimento dos EUA em conflitos militares estrangeiros.

Depois de deixar o Partido Democrata, tornou-se cada vez mais crítica do presidente Joe Biden e da sua administração e tornou-se popular entre os conservadores, aparecendo frequentemente em programas de televisão e rádio de extrema-direita, onde se tornou conhecida por apoiar políticas isolacionistas e mostrar desdém pelo “despertar”.

O presidente eleito Donald Trump e a ex-deputada norte-americana Tulsi Gabbard se abraçam, acompanhados por Tucker Carlson no palco em um evento de campanha patrocinado pelo grupo conservador Turning Point USA (Carlos Barria/ REUTERS)

De ‘Pequeno Marco’ a Secretário de Estado

Desde a sua eleição para o Senado dos EUA em 2010, Rubio conquistou a reputação de manter opiniões agressivas sobre adversários dos EUA como a China, o Irão, a Venezuela e Cuba. Ele também apoiou firmemente a guerra de Israel em Gaza, dizendo a um activista da paz no ano passado que o Hamas era “100 por cento culpado” pelas mortes de palestinianos no enclave.

“Quero que destruam todos os elementos do Hamas que puderem colocar as mãos”, disse Rubio em um confronto com a cofundadora do Code Pink, Medea Benjamin, em dezembro.

“Essas pessoas são animais cruéis que cometeram crimes horríveis, e espero que vocês postem isso porque essa é a minha posição.”

Rubio atualmente atua no Comitê Seleto de Inteligência do Senado e no Comitê de Relações Exteriores.

Seu relacionamento com Trump mudou significativamente desde que os dois se enfrentaram pela primeira vez nas primárias presidenciais de 2016 e Rubio parece ter adaptado suas opiniões sobre questões como a guerra na Ucrânia e as políticas de imigração às de Trump.

Em 2016, Trump zombou da estatura física de Rubio, chamando-o de “Pequeno Marco”. Por sua vez, Rubio ridicularizou seu rival, chamando-o de “Trump das Mãos Pequenas”.

Comparado com o seu futuro chefe, Rubio é mais um intervencionista tradicional quando se trata de política externa, defendendo uma abordagem vigorosa aos conflitos estrangeiros, enquanto a política externa de Trump se concentra em evitar intervenções militares no estrangeiro.

Isto levou, por vezes, Rubio a criticar publicamente a política externa de Trump, inclusive em 2019, quando acusou o então presidente de “abandonar” o esforço militar dos EUA na Síria antes de este estar “completamente terminado”.

Rubio lidera um grupo de cubano-americanos com ideias semelhantes no Congresso que procura estimular a política externa dos EUA na América Latina numa direcção mais conservadora.

“Os tiranos de Havana, Caracas e Manágua não vão dormir hoje”, escreveu um colega republicano cubano-americano de Miami, o deputado norte-americano Carlos Gimenez, num post no X. “Os seus dias estão contados. O tempo deles acabou.”

Alinhando-se com Trump

No entanto, nos últimos anos, dizem os especialistas, Rubio suavizou a sua posição para se alinhar com Trump.

“Rubio é um político flexível e pragmático que se acomodou à ascensão do presidente Trump”, disse Paul Musgrave, professor associado de governo na Universidade de Georgetown, no Catar, à Al Jazeera.

Nos primeiros meses após a invasão em grande escala da Rússia em Fevereiro de 2022, por exemplo, Rubio recorreu às redes sociais para reunir fervorosamente o apoio à Ucrânia entre os americanos. Ele rotulou o presidente russo, Vladimir Putin, de “um assassino” e questionou a sua saúde mental – um afastamento significativo da abordagem por vezes deferente de Trump ao líder russo.

Em entrevistas recentes, Rubio sugeriu que a Ucrânia precisa de procurar “um acordo negociado” com a Rússia, e foi um dos 15 senadores republicanos a votar contra um pacote de ajuda militar à Ucrânia aprovado em Abril.

Mas alguns partidários de Trump veem Rubio com suspeita.

Shihab Rattansi, da Al Jazeera, relatou que houve um “tumulto” entre alguns dos mais ferrenhos apoiadores do presidente eleito por causa da nomeação de Rubio.

“Ele é visto com grande suspeita entre a base de Trump, mas, ao mesmo tempo, certamente encantou Donald Trump”, disse Rattansi.





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Podcast da Ufac entrevista novo reitor Josimar Ferreira — Universidade Federal do Acre

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O canal UfacTV no YouTube transmitiu ao vivo, na quinta-feira, 13, a estreia da terceira temporada do CapiCast, podcast oficial produzido pela Assessoria de Comunicação da universidade. O episódio inaugural trouxe como convidado o professor Josimar Ferreira, que assumiu a Reitoria da instituição para o quadriênio 2026-2030, em uma entrevista conduzida pela apresentadora e assessora de Comunicação Nattércia Damasceno. A solenidade oficial de transmissão de cargo será na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Com a temática geral “Ufac em Perspectiva: Floresta, Conhecimento, Futuro”, a nova temporada busca debater o papel da universidade na transformação social e no desenvolvimento regional, integrando a produção acadêmica à preservação ambiental e às demandas da comunidade acreana.

Durante a conversa, o novo reitor relembrou sua trajetória acadêmica iniciada em 1997, quando ingressou no curso de Agronomia como filho de produtores rurais e enfrentou os desafios do ensino superior na época, como a escassez de transporte e de bolsas de estudo. “Estar no cargo de reitor me faz refletir isso, porque eu sei de onde vim, como se diz, o chão de fábrica, um filho de um produtor rural que, graças ao processo educacional, chega ao maior posto da sua casa.”

Ao tratar das prioridades para os primeiros cem dias de gestão, Josimar antecipou medidas voltadas à reestruturação de serviços e ao diálogo com a comunidade. O primeiro ato administrativo a ser submetido ao Conselho Universitário (Consu) será a revogação das reuniões virtuais, garantindo o retorno das sessões presenciais dos colegiados.

O plano de ação inicial também inclui a retomada dos serviços de xerox para alunos e docentes, o estudo para implantação de reconhecimento facial nas catracas do Restaurante Universitário e o foco na conclusão de obras pendentes, como a passarela da Medicina Veterinária e as instalações do Colégio de Aplicação.

Outro tema abordado foi o compromisso com a inclusão e a equidade. O gestor anunciou que proporá ao Consu a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, estrutura planejada para centralizar e fortalecer as políticas voltadas aos estudantes indígenas, ao Núcleo de Apoio à Inclusão e aos observatórios sociais da instituição.

Por fim, o fortalecimento da comunicação pública foi apontado como peça-chave para romper os muros da academia e levar o conhecimento científico diretamente à sociedade.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac-reitor-e-vice.jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.

Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.

Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.

A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.

A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.

Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”

Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.

 



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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre

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A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.

A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.

O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.

O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.

O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.

“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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