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Trump diz a 37 pessoas no corredor da morte com sentenças comutadas para ‘irem para o inferno’ | Donald Trump
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2 anos atrásem
Robert Tait
Donald Trump disse a 37 pessoas no corredor da morte que tiveram suas sentenças comutadas por Joe Biden para “irem para o inferno” em uma dilacerante postagem nas redes sociais no dia de Natal.
O presidente eleito – há muito um defensor veemente da pena capital – atacou na decisão de Biden em sua plataforma Truth Social, depois de desejar um feliz Natal aos oponentes políticos que ele chamou de “Lunáticos da Esquerda Radical”.
Ele então se voltou para aqueles que Biden mostrou clemência em uma decisão anunciada na segunda-feira: “… aos 37 criminosos mais violentos, que mataram, estupraram e saquearam como praticamente ninguém antes deles, mas que acabaram de receber, incrivelmente, um perdão de Sleepy Joe Biden. Recuso-me a desejar um Feliz Natal a essas ‘almas’ sortudas, mas, em vez disso, direi: VÁ PARA O INFERNO!”
A jogada de Biden reduziu as sentenças de morte de 37 dos 40 prisioneiros no corredor da morte federal para prisão perpétua sem liberdade condicional e seguiu a pressão de ativistas que alertaram que provavelmente seriam executados no retorno de Trump à Casa Branca.
As excepções aplicaram-se a três homens que foram condenados por crimes considerados terrorismo ou crimes de ódio, incluindo Dzhokhar Tsarnaev, que foi considerado culpado pela execução do ataque bombista na maratona de Boston em 2013.
Biden – que já foi adepto da pena capital – disse num comunicado que “guiado pela minha consciência… estou mais convencido do que nunca de que devemos acabar com a utilização da pena de morte a nível federal. Não posso recuar e permitir que uma nova administração retome as execuções que interrompi.”
Durante a sua primeira presidência, Trump reiniciou as execuções federais após um intervalo de 17 anos, eventualmente presidindo mais do que os 10 presidentes anteriores juntos.
A ordem de comutação de Biden ganhou elogios de ativistas, incluindo Martin Luther King III, filho do líder dos direitos civis assassinado Martin Luther King Jr.
A maioria das pessoas cujas penas foram comutadas são pessoas de cor e 38% são negros, de acordo com o Centro de Informação sobre a Pena de Morte.
Uma das primeiras incursões de Trump na arena política foi uma anúncio de página inteira pedindo o restabelecimento da pena de morte após o estupro de uma corredora no Central Park de Nova York em 1989 e as subsequentes prisões de cinco adolescentes negros e latinos, que foram acusados e eventualmente condenados pelo crime. Todos os cinco, que negaram envolvimento, foram finalmente exonerados e libertados da prisão depois de outro homem ter feito uma confissão tardia que foi confirmada por provas de ADN.
Os homens, agora na casa dos 50 anos, processaram Trump por difamação depois de este ter dito falsamente, durante um debate presidencial com Kamala Harris, em Filadélfia, em Setembro, que tinham admitido a culpa e que a vítima tinha sido morta.
Em outro segmento de sua postagem no dia de NatalTrump ofereceu sarcasticamente as saudações da temporada às tropas chinesas que servem no Canal do Panamá, que ele publicamente considerou que seriam devolvidas aos EUA, e ao primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, a quem ele insultou com o título de “governador” no último de vários provocações humilhantes desde a vitória nas eleições presidenciais de Novembro.
“Feliz Natal a todos, inclusive aos maravilhosos soldados da China, que estão amorosamente, mas ilegalmente, operando o Panamá Canal (onde perdemos 38.000 pessoas no seu edifício há 110 anos), sempre garantindo que os Estados Unidos investem milhares de milhões de dólares em dinheiro para ‘reparação’, mas não terão absolutamente nada a dizer sobre ‘qualquer coisa’”, escreveu ele.
“Além disso, ao Governador Justin Trudeau do Canadá, cujos impostos aos cidadãos são demasiado elevados, mas se o Canadá se tornasse o nosso 51º Estado, os seus impostos seriam reduzidos em mais de 60%, os seus negócios duplicariam imediatamente de tamanho e seriam protegidos militarmente como nenhum outro País em qualquer lugar do mundo.”
Os votos de Natal também foram estendidos aos moradores de Groenlândia“que é necessário aos Estados Unidos para fins de Segurança Nacional e, quem quer que os EUA estejam lá, e nós estaremos”. Esta foi uma referência ao seu apelo, inicialmente feito durante a sua primeira presidência, para que a Dinamarca – que tem soberania sobre o território – o vendesse aos EUA. Tanto a Dinamarca como a administração autónoma da Gronelândia afirmaram que não está à venda.
Em um postagem não relacionada posteriorTrump escreveu que conheceu o astro canadense aposentado do hóquei no gelo Wayne Gretzky e pediu-lhe que concorresse ao cargo de primeiro-ministro, “que em breve será conhecido como Governador do Canadá”.
“Ele não tinha interesse, mas acho que o povo do Canadá deveria iniciar um projeto de movimento WAYNE GRETZKY”, escreveu Trump. “Seria muito divertido assistir!”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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