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Trump isenta algumas montadoras do Canadá, Tarifas do México por um mês | Notícias de guerra comercial

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Trump isenta algumas montadoras do Canadá, Tarifas do México por um mês | Notícias de guerra comercial

A isenção de um mês é para carros e caminhões que cumprem as regras de conteúdo da USMCA.

O presidente Donald Trump isenta as montadoras de suas tarifas punitivas de 25 % no Canadá e no México por um mês, desde que cumpram os termos de um acordo de livre comércio existente, afirmou a Casa Branca.

O anúncio na quarta -feira veio depois que Trump conversou com os diretores executivos das três grandes montadoras, Ford, GM e Stellantis.

Os estoques de automóveis subiram no noticiário, com a General Motors um aumento de 5,3 % e a Ford alta de 4,1 %.

O secretário de imprensa de Trump disse na quarta -feira que o presidente está aberto a ouvir sobre isenções adicionais, mas o primeiro -ministro canadense Justin Trudeau não está disposto a elevar as tarifas retaliatórias do Canadá se Trump deixar qualquer tarifas no Canadá, a Associated Press informou que citou um alto funcionário do governo que falou sob condição de anonimato, pois não estava autorizado a falar a imprensa.

As tarifas de Trump representam dificuldades extremas para as montadoras, que produzem veículos nos três países e geralmente enviam peças pelas fronteiras norte -americanas várias vezes à medida que são construídas em sistemas e veículos acabados.

O primeiro -ministro de Ontário, Doug Ford, disse anteriormente à Associated Press que o setor automobilístico nos EUA e no Canadá duraria aproximadamente 10 dias antes de começarem a desligar as linhas de montagem nos EUA e Ontário.

“As pessoas vão perder o emprego”, disse ele.

Uma isenção de um mês para carros e caminhões que cumprem o Acordo US-Mexico-CanadaAs regras complexas de conteúdo, como Trump descritas, seria um benefício para a Ford, GM e Stellantis, porque elas cumprem as regras complexas da USMCA que exigem que os veículos tenham 75 % de conteúdo norte-americano para obter acesso gratuito ao mercado dos EUA.

As regras também exigem que 40 % do conteúdo de um carro de passageiro seja fabricado nos EUA ou no Canadá, com base em uma lista de “partes principais”, incluindo motores, transmissões, painéis corporais e componentes do chassi. O limiar para pick-up é de 45 %.

As montadoras manifestaram suporte para aumentar o investimento dos EUA, mas querem certeza sobre políticas tarifárias, bem como nas regras de emissões de veículos antes de fazer mudanças dramáticas, disseram duas fontes do setor à Reuters News Agency.

Trump também pode eliminar a tarifa de 10 % sobre as importações de energia canadense, como petróleo bruto e gasolina, que cumprem as regras de origem da USMCA, relatou a Reuters citando uma fonte familiarizada com as discussões.

Tensões comerciais

O As tarifas ameaçam descarrilar a incipiente recuperação econômica do Canadá e pode desencadear uma recessão, pois o país envia os 75 % dos EUA de suas exportações e recebe um terço de todas as importações.

As tensões comerciais também já podem estar prejudicando os EUA. Novos dados divulgados na quarta -feira mostraram desaceleração do crescimento da folha de pagamento, além de um menor crescimento salarial para os trabalhadores que mudam de emprego, com incerteza em torno das políticas de Trump um fator provável. O dólar atingiu três meses na quarta-feira e os índices de ações dos EUA caíram constantemente nesta semana. O NASDAQ caiu 9 % desde 20 de fevereiro.

Trump também impôs um imposto extra de 10 % aos bens chineses.

Uma isenção também beneficiaria algumas montadoras de marcas estrangeiras com grandes pegadas de produção nos EUA, incluindo Honda e Toyota, mas alguns concorrentes que não cumprirem teriam que pagar as tarifas completas de 25 % nos EUA.

Em 2 de abril, Trump planeja anunciar o que ele chama de tarifas “recíprocas” para combinar com as tarifas, impostos e subsídios fornecidos por outros países. Isso pode aumentar drasticamente as taxas de tarifas cobradas globalmente, mantendo o risco de uma tarifa mais ampla.



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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