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Trump nos reitera que deve ‘ter’ a Groenlândia antes da visita de JD Vance | Donald Trump News
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2 anos atrásem
O presidente dos EUA disse que ‘temos que convencê -los’, pois ele alegou que assumir o controle da Groenlândia era essencial para a segurança nacional dos EUA.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump assumir o controle da Groenlândiaantes de uma controversa visita planejada ao Território autônomo dinamarquês pelo vice -presidente JD Vance.
“Precisamos da Groenlândia para a segurança internacional. Precisamos dele. Temos que tê -lo”, disse Trump em entrevista na quarta -feira.
“Eu odeio colocar dessa maneira, mas teremos que tê -lo”, disse ele.
Desde que retornou à Casa Branca em janeiro, o presidente Trump insistiu repetidamente que deseja assumir o controle da Groenlândia para fins de segurança nacional.
Trump se recusou a descartar o uso da força militar para trazer o território do Ártico sob o controle de Washington, apesar de ser governado pela Dinamarca da OTAN e da Dinamarca por seis séculos.
“Temos que ter essa terra, porque não é possível defender adequadamente uma grande seção desta terra, não apenas os Estados Unidos, sem ela”, disse Trump.
“É uma ilha que, de uma postura defensiva e até uma postura ofensiva, é algo que precisamos, especialmente com o mundo do jeito que é, e teremos que tê -la”, disse ele.
Localizado entre a América do Norte e a Europa, a Groenlândia é de importância geo-estratégica em um momento de subir o interesse dos EUA, Chinês e Russo no Ártico.
O território também mantém grandes reservas de minerais e petróleo inexploradas – embora a exploração seja proibida no momento -, isso pode mudar significativamente a dinâmica do comércio global.
Perguntado pelo entrevistador se ele achava que a Groenlandes estava ansiosa para se juntar aos EUA, Trump disse que não sabia, mas “temos que convencê -los”.
Groenlândia declarou repetidamente seu objetivo declarado de eventual independência da Dinamarca. No início deste mês, o Partido Demokraatit da oposição central-direita-que é descrito como pró-negócios e a favor de uma lenta abordagem da independência-vencida Eleições parlamentares no território.
À luz das aberturas cada vez mais assertivas do governo Trump, 85 % da população semi-autônoma do território do Ártico também expressou sua oposição ao governo de Washington.
As últimas observações incendiárias de Trump vêm quando o vice -presidente Vance deve acompanhar sua esposa, Usha, em uma visita à Groenlândia nesta sexta -feira.
Um itinerário inicial, que incluiu uma visita a uma corrida luminada com cães, causou raiva entre funcionários da Groenlândia e o público em geral. Vance, sua esposa e outros funcionários do governo Trump agora visitarão uma base militar dos EUA na Groenlândia.
O chefe de governo do território, Mudo Evedee, rotulou a viagem não convidada de “provocação” e “interferência estrangeira” em seus negócios. Publicando no Facebook, o governo da Groenlândia disse que “não estendeu nenhum convite para nenhuma visita, nem particular nem oficial”.
O primeiro -ministro da Dinamarca, Mette Frederiksen, também acusou os EUA de exercer “pressão inaceitávelNa Groenlândia e na Dinamarca durante a viagem.
“É a pressão que resistiremos”, disse ela à mídia dinamarquesa na terça -feira. “Claramente, isso não é uma visita que é sobre o que a Groenlândia precisa ou deseja.”
Respondendo à reação, a Casa Branca anunciou mais tarde que as Vances agora visitarão a base espacial Pituffik, na Groenlândia, em vez da corrida lenada por cães, onde uma demonstração anti-EUA foi planejada.
O ministro das Relações Exteriores dinamarquês Lars Lokke Rasmussen recebeu a decisão de limitar a visita à base dos EUA.
“Acho que é muito positivo que os americanos cancelassem sua visita entre a sociedade da Groenlândia. Eles só visitarão sua própria base, Pituffik, e não temos nada contra isso”, disse ele.
O ministro da Defesa Dinamarquês Troels Lund Poulsen disse que visitar a base militar foi uma “decisão muito mais sábia” do que interferir em “o que está acontecendo na política da Groenlândia”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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