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Trump pressiona candidatos à liderança do Partido Republicano no Senado para preencher o gabinete rapidamente | Notícias de Donald Trump

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O presidente eleito diz que os candidatos à liderança devem concordar em permitir-lhe ignorar os votos de confirmação do Senado para os nomeados.

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, disse que qualquer legislador republicano que concorra para ser um líder do partido no Senado dos Estados Unidos deve permitir-lhe nomear funcionários do gabinete sem um voto de confirmação na câmara.

Os senadores republicanos estão em processo de escolha de seu próximo líder, que exercerá um poder significativo em janeiro, depois que o partido recuperou o controle do Senado dos democratas em as eleições de 5 de novembro.

Em uma postagem em sua plataforma Truth Social no domingo, Trump disse que “qualquer senador republicano que busque a cobiçada posição de LIDERANÇA no Senado dos Estados Unidos deve concordar com as nomeações de recesso (no Senado!)”.

“Precisamos de vagas preenchidas IMEDIATAMENTE!” ele escreveu.

Os senadores dos EUA realizam audiências e votos de confirmação para nomeados presidenciais, como chefes de gabinete de grandes agências governamentais, incluindo o Departamento de Defesa e o Departamento de Saúde e Serviços Humanos.

Uma cláusula constitucional, no entanto, permite que os presidentes ignorem uma votação no Senado se a Câmara estiver em recesso prolongado.

Mas o Senado não permitiu que os presidentes fizessem as chamadas nomeações de recesso desde que uma decisão do Supremo Tribunal de 2014 limitou o poder do presidente para o fazer.

Desde então, a Câmara realiza breves sessões “pró-forma” quando está fora da cidade por mais de 10 dias, para que um presidente não possa aproveitar a ausência e começar a preencher cargos não confirmados.

Com Trump agora a entrar num segundo mandato, encorajado pela sua vitória eleitoral arrebatadoraa postagem de domingo nas redes sociais sinaliza que ele espera que os republicanos do Senado – e, por extensão, seu novo líder – alinhem-se com suas seleções de gabinete.

A relação de Trump com o Congresso foi tumultuada no seu primeiro mandato, enquanto ele se irritava com a resistência às suas escolhas e procurava formas de contornar os legisladores.

No domingo, com a aprovação de Trump como chave na corrida para ser o próximo líder republicano no Senado, todos os três candidatos que disputam o papel de liderança do Partido Republicano no Senado sugeriram rapidamente que poderiam estar dispostos a reconsiderar a prática de nomeações para o recesso.

Senadores Republicanos Rick Scott da FlóridaJohn Cornyn do Texas e John Thune de Dakota do Sul estão concorrendo em uma eleição secreta na quarta-feira para liderar a conferência do Partido Republicano e substituir o líder de longa data Mitch McConnell.

“Concordo 100%”, disse Scott, que tem o apoio de vários aliados próximos de Trump, numa publicação nas redes sociais em resposta ao apelo do presidente eleito. “Farei o que for preciso para que suas indicações sejam aprovadas o mais rápido possível.”

Cornyn observou em sua própria postagem no X que as nomeações para o recesso são permitidas pela Constituição dos EUA e disse que é “inaceitável” que os democratas tentem bloquear as nomeações de Trump.

Enquanto isso, Thune disse em um comunicado que os republicanos devem agir “rápida e decisivamente” para conseguir os indicados e que “todas as opções estão sobre a mesa para que isso aconteça, incluindo nomeações para o recesso”.

Na sua publicação nas redes sociais, Trump – que ainda não apoiou ninguém na corrida pela liderança – também apelou ao Senado para suspender quaisquer nomeações judiciais pendentes.

“Nenhum juiz deve ser aprovado durante este período porque os democratas estão tentando forçar seus juízes enquanto os republicanos lutam pela liderança. ISSO NÃO É ACEITÁVEL”, escreveu ele.

Os democratas controlaram por pouco o Senado durante o mandato do presidente Joe Biden, durante o qual pressionaram centenas de juízes federais, procurando compensar uma enorme onda de conservadores instalados por Trump durante o seu primeiro mandato.

O próximo Senado será empossado no início de janeiro.

Espera-se que os republicanos ocupem pelo menos 52 cadeiras no Câmara de 100 membros depois de capturar três anteriormente detidos pelos democratas em West Virginia, Ohio e Montana nas eleições da última terça-feira.





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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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