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Trump promete pena de morte para ‘estupradores, assassinos’ após perdão de Biden | Notícias sobre pena de morte

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Durante o seu primeiro mandato, Trump supervisionou uma série de execuções federais sem paralelo na história moderna.

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu intensificar o uso da pena de morte durante o seu segundo mandato, dizendo que irá atrás de “estupradores, assassinos e monstros”.

O anúncio de Trump na terça-feira ocorreu após o presidente cessante Joe Biden usou seus poderes de perdão presidencial para reduzir as sentenças de quase todos os prisioneiros federais no corredor da morte para prisão perpétua sem liberdade condicional.

“Assim que tomar posse, ordenarei ao Departamento de Justiça que prossiga vigorosamente a pena de morte para proteger as famílias e crianças americanas de violadores violentos, assassinos e monstros”, disse Trump numa publicação nas redes sociais. “Seremos uma Nação de Lei e Ordem novamente!”

Durante o seu primeiro mandato, Trump retomou as execuções federais após uma pausa de quase 20 anos, supervisionando as execuções de 13 pessoas. Esse número foi maior do que qualquer presidente na história moderna.

Um guarda fica atrás das grades durante uma visita à imprensa pelo corredor da morte na Prisão Estadual de San Quentin, na Califórnia (Arquivo: Stephen Lam/Reuters)

Embora as pessoas nos EUA continuem a apoiar o pena de morte para crimes como homicídio, esse apoio está no ponto mais baixo em décadas, caindo de 80% a favor em 1994 para 53% em 2024, de acordo com uma pesquisa Gallup. No mesmo período, a oposição aumentou de 16% para 43%.

Os defensores da pena de morte afirmam que a pena capital pode dar aos familiares das vítimas de crimes violentos uma sensação de encerramento e actua como um elemento dissuasor contra o crime, embora os estudos tenham encontrado poucas provas deste último.

“A dor e o trauma que suportamos nos últimos 7 anos foram indescritíveis”, disse Heather Turner, cuja mãe foi morta durante um assalto a banco em Conway, Carolina do Sul, em 2017, numa publicação nas redes sociais criticando a decisão de Biden.

Os opositores dizem que pessoas inocentes foram executadas injustamente antes de serem exoneradas, que o processo de execução de alguém é longo e dispendioso e que a pena de morte foi aplicada de forma desproporcional contra pessoas de cor.

Durante a sua campanha presidencial de 2024, Trump apoiou-se fortemente em ataques nativistas contra imigrantes que os retratavam como criminosos perigosos e disse que iria buscar a pena de morte para imigrantes indocumentados que cometem crimes como homicídio e violação contra cidadãos dos EUA.

Os imigrantes cometem crimes violentos numa taxa mais baixa do que as pessoas nascidas nos EUA, e os grupos de direitos dos imigrantes vêem tons escuros na fixação de Trump em atos violentos cometidos por imigrantes.

Pena de morte
Oponentes da pena de morte protestam em Montgomery, Alabama, em 18 de novembro de 2024, contra uma execução no Alabama com uso de gás nitrogênio (Kim Chandler/Associated Press)

Os três prisioneiros federais no corredor da morte cujas sentenças Biden optou por não comutar foram todos considerados culpados de crimes motivados pelo ódio.

Eles são Telhado Dylannque matou nove fiéis negros da Igreja Mãe Emanuel AME na Carolina do Sul em 2015; 2013 Maratona de Boston o bombardeiro Dzhokhar Tsarnaev; e Robert Bowers, que realizou o ataque antissemita mais mortal da história dos EUA quando matou a tiros 17 fiéis no Sinagoga da Árvore da Vida em Pittsburgh em 2018, matando 11.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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