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Trump Signs Ordem buscando banir tropas transgêneros – DW – 28/01/2025
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O presidente dos EUA assinou uma ordem executiva que direciona o secretário de defesa Pete Hegseth para revisar a política do Pentágono em Tropas transgêneros.
O decreto no final da segunda -feira parece provável que a proibição futura de seu serviço militar.
Ao mesmo tempo, presidente dos EUA Donald Trump Assinou outras ordens que restabeleceram tropas que haviam deixado voluntariamente ou foram demitidas por recusar vacinas covid-19.
Trump também descreveu novas reversão em programas de diversidade e ordenou a implantação de um escudo de defesa de mísseis espaciais para os EUA.
As ordens vieram quando Trump recebeu o secretário de Defesa Pete Hegseth no cargo.
O que sabemos sobre a proibição proposta
A ordem amplamente esperada de Trump prepara amplamente o terreno para uma proibição futura, instruindo a Hegseth a descobrir como pode ser implementada em política.
A ordem afirma que o serviço das tropas identificando por um gênero além de seu biológico “conflita com o compromisso de um soldado com um estilo de vida honroso, verdadeiro e disciplinado, mesmo na vida pessoal” e é prejudicial à prontidão militar, exigindo uma política revisada para abordar o assunto. “
Trump tentou proibir tropas transgêneros durante seu primeiro mandato, mas foi recebido com batalhas legais por anos antes Seu pedido foi derrubado Logo após o então presidente Joe Biden, assumiu o cargo.
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“Para garantir que tenhamos a força de combate mais letal do mundo, teremos a ideologia transgênero fora de nossas forças armadas”, disse Trump a um evento do Congresso Republicano em Miami.
A ordem dizia que “a adoção de uma identidade de gênero inconsistente com os conflitos sexuais de um indivíduo com o compromisso de um soldado com um estilo de vida honroso, verdadeiro e disciplinado, mesmo na vida pessoal”.
As ordens presidenciais chegaram no início da segunda semana de Trump na Casa Branca, quando ele recebeu o seu novo secretário de defesa, veterano militar e personalidade da Fox News Pete Hegseth.
As tropas transgêneros nos EUA enfrentaram mudanças de políticas no serviço militar nos últimos anos, com as administrações democráticas buscando permitir que eles sirvam aberta e Trump buscando mantê -los fora das fileiras.
A proibição de tropas transgêneros que servem nas forças armadas foi levantada em 2016, enquanto o democrata Barack Obama ainda estava em seu segundo mandato como presidente.
Embora o número de tropas transgêneros nas forças armadas americanas seja bastante pequeno, sua demissão diminuiria as forças americanas à medida que o país luta para recrutar novos funcionários.
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As questões transgêneros têm sido um tópico importante na política dos EUA nos últimos anos, com estados controlados por democratas e republicanos se movendo em direções opostas sobre políticas que variam de tratamento médico a materiais de ensino em escolas e livros em bibliotecas.
O que mais está na ordem?
Trump também prometeu construir uma versão do sistema de cúpula de ferro de Israel usado para abater mísseis disparados por Hamas de Gaza e Hezbollah No Líbano – um plano que pode precisar de alguns ajustes.
O sistema de Israel é mais adequado para evitar ameaças de maior alcance do que Ataques balísticos intercontinentais Isso representa a maior ameaça para os Estados Unidos continentais.
Além disso, a Ordem Executiva direciona a “reintegração completa” de mais de 8.000 soldados forçados a sair das forças armadas em 2021 por se recusar a obedecer a uma ordem para receber a vacina Covid-19.
Poucos – apenas 113 – foram recolocados desde que os avisos que os aconselham que poderiam retornar foram enviados em 2023, mas mais poderia fazê -lo agora com a possibilidade de pagamento em atraso pelo tempo em que estavam fora do exército.
O processo de reintegração também exige que os retornados atendam aos padrões de entrada militar.
A ordem de Trump também abole todas as iniciativas e menções da diversidade, equidade e inclusão no Departamento de Defesa.
A ordem procura excluir “qualquer vestígios” de tais iniciativas que visam “promover um sistema de preferências baseadas em raças que subverte a meritocracia, perpetua discriminação inconstitucional e promove conceitos divisivos ou ideologia de gênero”.
rc/rmt (AFP, AP, dpa, Reuters)
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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