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Trump vs Harris: Quem lidera as pesquisas eleitorais nos EUA? | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA

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A campanha eleitoral nos EUA está nas últimas semanas com eleitores indo às urnas em 5 de novembro para eleger o próximo presidente.

A votação antecipada já está ocorrendo em vários estados, inclusive em campos de batalha como a Carolina do Norte e a Geórgia.

Faltando menos de três semanas para as eleições, a vice-presidente democrata Kamala Harris e o ex-presidente republicano Donald Trump estão lutando para influenciar os eleitores indecisos.

No entanto, o voto popular não decide o vencedor. Em vez disso, determina quais eleitores representarão cada estado no Colégio eleitoralque escolhe o presidente.

Para vencer, um candidato precisa garantir 270 dos 538 votos eleitorais disponíveis. Os votos do Colégio Eleitoral são distribuídos entre os estados de acordo com suas populações relativas.

Quem está na liderança?

De acordo com Rastreador diário de pesquisas eleitorais do FiveThirtyEightHarris lidera atualmente nas pesquisas nacionais e tem uma vantagem de 2,4 pontos percentuais sobre Trump.

Em julho, o presidente Joe Biden, um democrata, abandonou a corrida presidencial e apoiou Harris como seu substituto. Desde então, as classificações do vice-presidente aumentaram em relação aos números mais baixos sob Biden.

Mas a corrida ainda está acirrada. FiveThirtyEight’s previsão eleitoral sugere que Harris é o favorito para vencer 54 vezes em 100, enquanto Trump vence 46 vezes em 100.

Quais estados poderiam influenciar a eleição presidencial?

Estados oscilantes, também conhecidos como estados de campo de batalha, podem influenciar o resultado de uma eleição nacional.

Uma das características definidoras de um estado indeciso são as suas tendências políticas ambíguas, onde nenhum partido tem um apoio esmagador.

Este ano, os estados observados de perto são Arizona, Geórgia, Michigan, Nevada, Carolina do Norte, Pensilvânia e Wisconsin.

Nas eleições presidenciais de 2020, a Geórgia passou do vermelho republicano para o azul democrata depois de quase três décadas de votação republicana, e no Arizona, os democratas venceram por uma margem estreita de 0,3 pontos percentuais.

As pesquisas mostram Trump e Harris em uma disputa acirrada em estados indecisos. As pesquisas nesses estados são mais importantes para determinar o vencedor do que as pesquisas nacionais porque o Colégio Eleitoral, e não o voto popular, escolhe o presidente.

O que acontecerá se Harris e Trump terminarem empatados?

Há um total de 538 votos eleitorais. Para vencer a eleição, o candidato deve obter 270.

Dada a natureza da distribuição dos votos eleitorais, combinações específicas de estados poderiam levar a um empate de 269 votos. Tal cenário é possível, embora não seja provável.

Se nenhum candidato obtiver pelo menos 270 votos eleitorais, ocorre uma eleição contingente na qual a Câmara dos Representantes dos EUA decide o vencedor.

A delegação de cada estado na Câmara daria um voto, e um candidato deve receber a maioria (26 em 50) dos votos da delegação estadual para vencer.

O Senado dos EUA escolheria então o vice-presidente, com cada senador dando um voto e uma maioria simples (51 votos) necessária para vencer.

Como funcionam as pesquisas?

As pesquisas eleitorais prevêem como a população poderá votar, pesquisando uma amostra de eleitores. As pesquisas são mais comumente realizadas por telefone ou online. Em alguns casos, é via correio ou pessoalmente.

Os rastreadores de pesquisas, que agregam uma série de pesquisas, são ponderados com base em vários fatores, como o tamanho da amostra da pesquisa, a qualidade do pesquisador, há quanto tempo a pesquisa foi realizada e as metodologias específicas empregadas.

Quão precisas são as pesquisas?

As pesquisas nunca são 100% precisas. Tanto as eleições de 2016 como as de 2020 nos EUA viram as pesquisas de opinião subestimarem a popularidade dos candidatos republicanos. Apesar das sondagens para as eleições intercalares de 2022 serem mais precisas, muitos ainda permanecem céticos em relação aos resultados das sondagens.

Parte da razão da imprecisão nas pesquisas nos últimos anos está relacionada à capacidade de chegar aos eleitores. Freqüentemente, as pesquisas são realizadas por telefone; no entanto, menos pessoas estão dispostas a atender chamadas. O preconceito de não resposta é outra razão para a imprecisão – por exemplo, nos últimos anos, os eleitores de Trump optaram por não responder às sondagens. Além disso, as mudanças na participação eleitoral afetaram a precisão das sondagens, por exemplo, em 2020, a participação eleitoral foi muito superior ao esperado.

Uma margem de erro matemática está implícita nas sondagens porque utilizam grupos pequenos e seleccionados de pessoas para determinar a escolha de uma população maior. Essa margem de erro nas sondagens dos EUA indica o intervalo dentro do qual é provável que o resultado real se situe. Com uma amostra de 1.000 pessoas, a margem de erro é de cerca de mais ou menos 3 por cento.

Muitas das pesquisas realizadas antes das eleições presidenciais deste ano mostraram a diferença de apoio entre Harris e Trump dentro da margem de erro.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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