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Tusk planeja suspender o direito de asilo – DW – 12/10/2024
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Primeiro-Ministro Polaco Donald Tusk anunciou no sábado planos para suspender temporariamente o direito de asilo. A medida visa limitar o número de pessoas que atravessam a fronteira do país com Bielorrússia e busque refúgio no União Europeia.
Nos últimos três anos, Polônia — membro da NATO e Estado da UE — acusou a Bielorrússia e Rússia de ajudar milhares de migrantes, principalmente do Médio Oriente e de África, a tentarem entrar no país através do flanco oriental da UE. Varsóvia rotulou-o de “ataque híbrido”.
O que Donald Tusk disse?
A agência de notícias polonesa PAP informou que Tusk disse em um congresso do partido de sua liberal Coalizão Cívica (KO) que seu governo planeja um novo migração estratégia para ajudar a travar uma luta “impiedosa” contra a imigração ilegal.
“Afirmo em voz alta e com orgulho que a nossa estratégia de migração incluirá a suspensão temporária do direito de asilo no nosso território”, acrescentou.
O primeiro-ministro não expandiu os planos, mas prometeu que “o Estado deve recuperar 100% do controlo sobre quem entra e sai da Polónia”.
Tusk apontou para o alegado abuso do direito de asilo “por (Presidente da Bielorrússia Alexandre) Lukashenkopor (presidente russo Vladimir)Putinpor contrabandistas, contrabandistas de seres humanos, traficantes de seres humanos.” o que ele disse ser “completamente contrário à verdadeira essência do direito ao asilo”.
Tusk, que é o antigo presidente do Conselho Europeu – o órgão com sede em Bruxelas que orienta a direção política da UE – acrescentou que Varsóvia também “exigiria o reconhecimento na Europa para esta decisão”.
Referindo-se ao novo pacto de asilo e migração do bloco, que procura estabelecer um política de asilo em todo o blocoadvertiu: “Não vamos respeitar nem aplicar nenhuma ideia europeia que… prejudique a nossa segurança”.
A Polónia e a República Checa exigiram esta semana restrições mais duras do que as estabelecidas no novo pacto da UE, que deverá entrar em vigor em 2026.
Tusk disse que apresentaria a sua estratégia de migração ao Conselho de Ministros na terça-feira, dizendo aos delegados que “reduziremos a migração ilegal na Polónia ao mínimo”.
Planos da Alemanha de impor controlos fronteiriços provocam reação
Crise migratória na fronteira entre a Bielorrússia e a Polónia
A Polónia tem enfrentado uma pressão crescente de migrantes sem documentos na sua fronteira com a Bielorrússia desde 2021.
Sucessivos governos polacos acusaram a Bielorrússia e a Rússia de atraindo migrantes para a fronteira comum e tentando desestabilizar a UE. Minsk e Moscovo rejeitaram as acusações.
Autoridades europeias descreveram como os agentes de viagens bielorrussos e algumas companhias aéreas do Médio Oriente anunciaram viagens à Bielorrússia e promoveram falsamente a entrada contínua na UE.
Os migrantes voariam então para a Bielorrússia e receberiam instruções sobre como chegar à fronteira entre a Bielorrússia e a Polónia para entrar na UE.
Alguns migrantes dizem que até receberam alicates e machados para cortar as cercas da fronteira.
Entre agosto e dezembro de 2021, Varsóvia registou milhares de tentativas não autorizadas de atravessar a fronteira conjunta. Várias pessoas morreram. Desde a primavera passada, o número de tentativas de travessia voltou a aumentar.
Tusk tem seguido uma política dura em relação à migração desde que assumiu o cargo em dezembro de 2023, seguindo em grande parte o rumo definido pelo anterior governo nacionalista. A estratégia ganhou amplo apoio público, mas frustrou grupos de direitos humanos que esperavam que a sua administração fosse mais receptiva aos migrantes.
Em Maio, a Polónia afirmou que estava a reservar 2,3 mil milhões de euros (2,52 mil milhões de dólares) para reforçar a sua fronteira com a Bielorrússia.
mm/dj (AFP, AP, dpa, Reuters)
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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