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TV Cultura diz que Luciano Amaral pediu cachê três vezes maior para fazer ‘Mundo da Lua’ – 14/03/2025 – Mônica Bergamo

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TV Cultura diz que Luciano Amaral pediu cachê três vezes maior para fazer 'Mundo da Lua' - 14/03/2025 - Mônica Bergamo

Karina Matias

A TV Cultura resolveu se manifestar pela primeira vez diante da polêmica de que Luciano Amaral não fará parte da continuação de “Mundo da Lua”, série de grande sucesso dos anos 1990 e na qual ele interpretava o protagonista Lucas Silva e Silva.

Amaral, que hoje trabalha como apresentador da ESPN (canal esportivo do grupo Disney), disse à coluna Outro Canal, do F5, que seria um sonho participar da nova versão da série, mas argumentou que o valor oferecido pela emissora estava “bem abaixo do que é praticado hoje no mercado”.

Em nota enviada à coluna, a TV Cultura dá outra versão. A empresa diz que, nas conversas diretamente com Amaral, ele jamais “colocou qualquer objeção quanto aos valores [de cachê] informados”.

Segundo a emissora, os problemas teriam surgido posteriormente, nas tratativas finais. “Ao procurarmos o empresário do mesmo para definir a assinatura do contrato e cronograma de filmagens, fomos surpreendidos com a alegação que o apresentador queria receber três vezes o cachê oferecido e que fossem mantidas todas as condições acordadas junto à Disney para manutenção integral de seus vencimentos durante os quatro meses em que ele não estivesse trabalhando para a mesma.”

“Diante de tal proposta, a TV Cultura encerrou imediatamente as negociações com o mesmo”, diz a emissora. Para o lugar de Amaral, foi contratado o ator Marcelo Serrado —por questões contratuais, a empresa afirma que não pode divulgar o cachê do artista nem se o valor foi o mesmo oferecido anteriormente ao apresentador da ESPN.

A TV Cultura diz também que negociou diretamente com a presidência da Disney no Brasil a liberação de Amaral para que ele pudesse fazer parte da sequência de “Mundo da Lua”, assim como a manutenção do seu salário na ESPN, pagos pelo canal esportivo.

“Esse fato, inédito no mercado audiovisual, deveu-se à boa relação entre as instituições, ao fato da série ser para uma TV pública e um conteúdo extremamente querido de todos os brasileiros”, afirma a empresa na nota.

A emissora diz ainda que todos os detalhes da negociação estão registrados “em troca de mensagens com o apresentador”.

Além de Amaral, Mira Haar, que fez Carolina, mãe de Lucas, e Anna D’Lira, intérprete da empregada Rosa, não estarão na continuação de “Mundo da Lua”. Já Antonio Fagundes está confirmado para voltar a fazer o papel de Rogério, assim como Mayana Blum reviverá Juliana, respectivamente pai e irmã de Lucas.

“Todos os atores do núcleo principal da primeira montagem, com exceção dos que moram fora do país, foram procurados para integrar a nova produção da série”, diz a emissora. A atriz Anna D’Lira vive hoje na Suíça e, por isso, não teria sido chamada para a sequência da produção.

As gravações da série vão começar na próxima semana, e a previsão de estreia é em junho.

No texto, a TV Cultura afirma que com os esclarecimentos “espera encerrar o assunto” e convida o público a conhecer como anda a família Silva e Silva, quase 35 anos depois, “especialmente a sua nova integrante, Emília, 9 anos, filha de Lucas, neta de Rogério e Carolina, e apaixonada por robótica.”

Leia, abaixo, a nota da TV Cultura na íntegra:

“Em relação a algumas informações inverídicas que vêm sendo veiculadas recentemente sobre a nova produção da TV Cultura, ‘O Mundo da Lua’, a emissora vem a público esclarecer os fatos no intuito de reestabelecer a verdade dos mesmos:

• Todos os atores do núcleo principal da primeira montagem, com exceção dos que moram fora do país, foram procurados para integrar a nova produção da série.

• A participação ou não na nova produção foi uma decisão exclusiva desses profissionais e jamais houve qualquer veto da emissora em relação a ninguém. Simplesmente foi solicitado aos mesmos uma disponibilidade de agenda para cumprir o plano de gravação previsto, já que a série conta com quase 65 crianças e demanda diárias de 6 horas no máximo, por conta da legislação brasileira.

• Alguns desses atores não tinham essa disponibilidade por conta de hoje exercerem outras funções, seja, por exemplo, a de apresentador ou empresária da área de lazer.

• Em relação específica ao apresentador Luciano Amaral, protagonista de Lucas Silva e Silva na primeira montagem, a TV Cultura negociou diretamente com a Disney, junto ao presidente da empresa no Brasil e também ao presidente da ESPN, a liberação do mesmo, bem como a manutenção dos seus vencimentos integrais enquanto estivesse gravando a série. Esse fato, inédito no mercado audiovisual, deveu-se à boa relação entre as instituições, ao fato da série ser para uma TV Pública e um conteúdo extremamente querido de todos os brasileiros.

• A pedido da Disney, a TV Cultura concordou com que uma das folgas fosse durante a semana para que o profissional não se afastasse totalmente do programa que apresenta na ESPN.

• Uma vez resolvidas as questões junto à Disney, a TV Cultura informou a Luciano Amaral o valor do cachê que seria pago pela nossa emissora, bem como os termos do acordo com a Disney, nos quais seus vencimentos como apresentador seriam mantidos integralmente, mesmo sem apresentar o programa da ESPN diariamente.

• Todos os detalhes dessa negociação estão registrados pela TV Cultura em troca de mensagens com o apresentador, que jamais colocou qualquer objeção quanto aos valores informados, apenas pediu que alinhássemos os detalhes finais com seu empresário.

• Ao procurarmos o empresário do mesmo para definir a assinatura do contrato e cronograma de filmagens, fomos surpreendidos com a alegação que o apresentador queria receber três vezes o cachê oferecido e que fossem mantidas todas as condições acordadas junto à Disney para manutenção integral de seus vencimentos durante os quatro meses em que ele não estivesse trabalhando para a mesma.

• Diante de tal proposta, a TV Cultura encerrou imediatamente as negociações com o mesmo e comunicou à produção sobre a necessidade de um novo talento para interpretar o personagem Lucas Silva e Silva adulto.

• A direção da série sugeriu o nome do ator Marcelo Serrado, que foi prontamente aceito pela TV Cultura e contratado imediatamente.

A emissora espera com esse esclarecimento encerrar de vez o tema, deixando claro aos fãs e à imprensa que tem tratado a nova produção com todos os esforços e profissionalismo que a mesma merece.

Seguimos extremamente gratos a todos os profissionais que nos ajudaram a construir essa história ao longo de mais de três décadas.

Para tal, convidamos a todos para conhecer em breve como anda a família Silva e Silva, quase 35 anos depois, especialmente a sua nova integrante, Emília –de 9 anos– filha de Lucas, neta de Rogério e Carolina, e apaixonada por robótica.”

PIPOCA

O ator Marco Pigossi e o marido, o diretor Marco Calvani, receberam convidados para a pré-estreia do filme “Maré Alta“, na quinta (13). As atrizes Alessandra Negrini e Claudia Ohana marcaram presença no evento no Espaço Petrobras de Cinema.

com KARINA MATIAS, LAURA INTRIERI e MANOELLA SMITH



Leia Mais: Folha

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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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Curso combate a incêndio florestal-2026 (2).jpeg

O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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