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Two Blue Vortex Proves Naruto Critics Were Wrong About the Sequel
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2 anos atrásem
With each new chapter of Boruto: Two Blue Vortex, it’s becoming increasingly clear that the much-maligned sequel series is finally proving itself worthy of the Naruto legacy. As tensions mount between the young shinobi of Konoha and the sentient God Trees, the familiar Narutoverse vibe has only grown stronger. Outside the story, however, Two Blue Vortex has also impressed in another significant way: it has eliminated a longstanding “issue” that fans have cited as a reason to avoid the series.
If there’s any manga that should have been an instant and absolute success it is Boruto: Naruto Next Generations. However, despite having an enormous, ready-made, and eager fanbase – even before its first chapter ever dropped – Boruto failed to live up to the hype or engage the Naruto fandom as much as originally expected. While there are numerous reasons for its “failure to launch”, one of the oldest and most pernicious complaints centers on Boruto’s personality.
Many fans, especially those who are also fans of Naruto, believe that Boruto’s depiction in Next Generations is disrespectful to his father. From this perspective, Boruto, being a spoiled brat, is a non-starter. Indeed, the lack of gravitas by Boruto and the other children of the previous series’ shinobi turned many Naruto fans against the series.
Boruto’s Critics Ignored One Key Fact – He’s Just A Kid
Boruto’s Representation Is More Realistic Than It Seems
Despite the common opinion that Bouto’s lack of maturity played a major role in the series’ lackluster popularity, Two Blue Vortex demonstrates that criticisms about Boruto’s absence of humility and seriousness were greatly overstated or, more crucially, dependent on timing. In other words, complaints about Boruto’s attitude in Next Generations failed to take into consideration the undeniable fact that children, even those imbued with special abilities, are, at the end of the day, still kids and subject to immature attitudes and behaviors that are common to all young humans.
Indeed, many fans’ negative opinion of Boruto – simply because of him being a child who lived during a time of relative peace and stability in a household with means and social status – overlooks the unique challenges Boruto faced in navigating his own path in a world that, while peaceful, is still fraught with its own complexities and dangers. Two Blue Vortex expands upon the critique of complaints by showing that “acting the fool” as a child doesn’t mean one will be a fool later in life.
Boruto Was Always A Hero In Waiting
Without a Cause to Fight For, Boruto’s Heroic Personality Remained In Stasis
Two Blue Vortex shows that while Boruto might have had a shallow “me first” personality as a child, his true essence is much closer to his father’s sense of justice and loyalty and his mother’s willingness to make any sacrifice. Two Blue Vortex is ripe with examples of this. Firstly, there’s his decision to return to Konoha despite being labeled a public enemy and a traitor. Then there’s his decision to sneak back into Konoha to tell Sarada about her father, Sasuke, and promise to do all that he can to return him to normal. There’s also his decision to work with his sworn enemy Kawaki and go easy on his old nemesis Code.
Most importantly, and relevantly, there is the fact that during the three-year time skip, instead of turning his back on the home that rejected him, he actively worked to become its champion and savior. Notably, Boruto has demonstrated the very traits his critics claimed he lacked or was incapable of possessing. If Boruto were truly the self-centered brat his critics portray him to be, it’s unlikely he would exhibit these traits. In contrast, consider Code, whose entitled “me first” attitude has only intensified throughout the story, is revealing his true nature. He is unlikely to change his ways.
Boruto always had these characteristics – they are innate to his personality. But – like most children, his younger self was unable or unwilling to lean into them. That all changes when Eida and Kawaki steal his identity, kidnap his parents and chase him out of Konoha. A true “punk”, as more than a few of his critics have labeled him, would have used this as a motivation for revenge.
Plenty of other characters seen in Naruto, including Madara, Orochimaru, Itachi, and Sasuke himself, have used their gripes against Konoha as fuel to attack it. But not Boruto. Instead, he used an existential crisis to finally become – in Boruto:Two Blue Vortex – the hero that the Naruto fandom had always wished he’d be.

Boruto: Two Blue Vortex
Years after fleeing his village with Sasuke, Boruto returns to confront the dark changes that have occurred. With memories altered and Kawaki now seen as the hero, Boruto faces a world where he is the outcast. The two rivals must settle their differences as their Otsutsuki powers grow more dangerous.
- Writer
- Masashi Kishimoto
- Colorist(s)
- Mikio Ikemoto
- Publisher(s)
- Viz Media
- Artist
- Mikio Ikemoto
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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