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Ucrânia obterá minas terrestres dos EUA para uso contra forças russas: Relatórios | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia
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2 anos atrásem
A decisão do presidente dos EUA, Biden, de fornecer minas antipessoal ocorre depois que a Ucrânia disparou mísseis ATACMS contra a Rússia.
O presidente dos EUA, Joe Biden, aprovou o fornecimento de minas terrestres antipessoal à Ucrânia, no que foi visto como mais uma reversão da política sobre armas fornecidas a Kiev pela administração cessante dos Estados Unidos, segundo relatos.
Os EUA esperam que a Ucrânia utilize as minas terrestres no seu próprio território, embora tenham se comprometido a não utilizá-las em áreas habitadas por civis, disse um funcionário dos EUA à agência de notícias Reuters na quarta-feira.
O Washington Post relatou pela primeira vez a medida de Biden, que reverte sua relutância anterior em fornecer minas terrestres devido a preocupações com o risco que representam para as populações civis, o que os ativistas antiminas dizem ser inaceitavelmente alto.
A Ucrânia recebeu minas antitanque fabricadas nos EUA durante a guerra contra as forças invasoras russas, mas a adição de minas antipessoal visa impedir o avanço crescente das forças terrestres russas nos últimos meses, disse um funcionário dos EUA à agência de notícias Reuters, falando sob a condição de anonimato.
As minas terrestres dos EUA a serem fornecidas à Ucrânia são “não persistentes”, disse o responsável dos EUA, o que significa que requerem uma bateria para detonar e não explodirão quando a bateria acabar após um período de tempo predefinido.
O fornecimento de minas terrestres dos EUA ocorre logo após o uso pela Ucrânia de mísseis ATACMS (Sistema de Mísseis Táticos do Exército) fornecidos pelos EUA para atacar alvos dentro do território russo pela primeira vez, após a permissão recentemente concedida por Biden de que armamento avançado dos EUA poderia ser usado ofensivamente contra alvos na Rússia.
Moscou avisado na terça-feira que responderia ao disparo de mísseis ATACMS de longo alcance pela Ucrânia, que supostamente atingiram alvos na região russa de Bryansk.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, disse que o ataque com mísseis mostrou que os países ocidentais queriam “escalar” o conflito.
“Iremos encarar isto como uma fase qualitativamente nova da guerra ocidental contra a Rússia. E reagiremos de acordo”, disse Lavrov em entrevista coletiva na cúpula do G20 no Brasil.
O presidente russo, Vladimir Putin, assinou na terça-feira um decreto reduzindo o limite para o uso de armas nucleares, uma medida que a Casa Branca, o Reino Unido e a União Europeia condenaram como “irresponsável”.
O Kremlin também disse na quarta-feira que uma linha direta especial de comunicações estabelecida há décadas para evitar um potencial conflito nuclear entre os EUA e a Rússia não está atualmente em uso, à medida que as tensões aumentam entre Moscou e Washington em meio à guerra da Rússia na Ucrânia.
“Temos uma linha segura especial para comunicação entre os dois presidentes, a Rússia e os Estados Unidos. Além disso, até mesmo para comunicação por vídeo”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, à agência de notícias russa RIA.
Mas quando questionado se este canal estava em uso atualmente, Peskov disse: “Não”.
A linha direta entre Moscovo e Washington foi criada em 1963 para reduzir os equívocos que alimentaram a crise dos mísseis cubanos de 1962, permitindo a comunicação direta entre os líderes dos EUA e da Rússia.
Diplomatas russos dizem que a crise entre Moscovo e Washington é agora comparável à crise cubana, quando as duas superpotências da Guerra Fria estiveram mais perto de uma guerra nuclear intencional, e que o Ocidente está a cometer um erro se pensa que a Rússia recuará em relação à Ucrânia.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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