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UE lança programa espacial de 10 mil milhões de euros para rivalizar com Starlink de Musk | Indústria aeroespacial

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Lisa O’Carroll

A UE lançou um ambicioso programa espacial de 10 mil milhões de euros (8,3 mil milhões de libras) com uma constelação de 290 satélites para rivalizar com o Starlink de Elon Musk, ampliando ainda mais a lacuna de segurança pós-Brexit com o Reino Unido.

A constelação destina-se a garantir a segurança do bloco para governos e exércitos em meio às crescentes preocupações globais com a segurança cibernética.

Autoridades disseram que o Reino Unido não fez nenhum pedido para fazer parte do Iris2 projeto, que oferecerá capacidade de comunicação de sublocação para uso comercial como alternativa ao Rede Starlink de Musk.

“É um passo significativo em direção à soberania e à conectividade segura da Europa”, afirmou um comunicado da UE.

Os avanços tecnológicos significam que a rede de satélites de alta e baixa potência fornecerá o equivalente a 1.000 satélites numa “megaconstelação” semelhante à Starlink.

A Europa tem sido servida por uma combinação de redes de satélite licenciadas pelo Estado que fornecem cobertura desde a Irlanda até à Europa Oriental. As redes permitem TV e Internet, bem como funções de defesa, clima e vigilância de fronteiras.

Antes do Brexit, o Reino Unido fazia parte de um programa espacial da UE, com as forças armadas britânicas a terem acesso à rede de satélites Galileo a partir do próximo ano.

No entanto, o governo britânico cortou laços com o programa e concluiu durante as negociações do Brexit que seria do interesse do Reino Unido desenvolver um rival do Galileo envolvendo dois satélites.

A rede do Reino Unido inclui Tyche, o satélite militar de geração de imagens da Terra que foi lançado em agosto. No mês passado, o governo disse um novo satélite, Juno, seria lançado em 2027 para “capturar imagens diurnas da superfície da Terra”, “fortalecendo assim as capacidades de inteligência, vigilância e reconhecimento” do Reino Unido.

Questionado se o Reino Unido estaria envolvido no Iris2 programa, dados os seus interesses comuns em defesa e segurança e a promessa de Keir Starmer de restabelecer as relações com a UE, um alto funcionário disse que não houve tal pedido.

“Nesta fase não recebemos qualquer sinal ou manifestação de interesse dos nossos parceiros do Reino Unido”, acrescentaram.

Ao abrigo das regras da UE, um país terceiro pode participar através de um acordo comercial para serviços de vigilância ou de cibersegurança com qualquer um dos três operadores de satélites. Os operadores são a Eutelsat, a rede europeia de antigos satélites exclusivamente de telecomunicações; SES, a rede de satélites de propriedade de Luxemburgo que fornece Sky TV e outros serviços de TV para o Reino Unido; e Hispasat, a operadora espanhola de satélites.

Os países terceiros também podem optar por se tornarem “membros de pleno direito” do programa, contribuindo com financiamento.

Íris2 é o terceiro programa emblemático de satélites da UE, concebido para enfrentar desafios de longo prazo, aprofundados nos últimos três anos pela invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia e alegados ataques cibernéticos em vários países europeus.

Envolverá dois tipos de satélites que operam em órbita terrestre média e em órbita terrestre baixa.

No âmbito do programa de 12 anos, as primeiras comunicações, tanto governamentais como comerciais, deverão começar em 2030.

As principais empresas envolvidas no programa incluem todos os principais intervenientes europeus, mas não britânicos, da indústria espacial, incluindo a Airbus Defence e EspaçoDeutsche Telekom, Thales Alenia Space da França e Telespazio da Itália.

O governo do Reino Unido foi abordado para comentar.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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