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Um apelo urgente para salvar os funcionários e pacientes do Hospital al-Awda de Gaza | Conflito Israel-Palestina

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Enquanto escrevo, milhares de pessoas no norte de Gaza estão em movimento, tentando escapar ao pior pesadelo imaginável. Forçados a abandonar as suas casas e abrigos temporários, estão a deixar para trás tudo o que conheceram. A paisagem de devastação faz lembrar alguns dos piores conflitos da memória recente.

O Norte de Gaza, que representa um quarto do território de Gaza, está sitiado há 23 dias. Os quase 400 mil residentes que permaneceram lá após um ano de guerra enfrentam condições desumanas, pois a comida, a água e os medicamentos acabaram e a ajuda não chega até eles. Mais de 800 pessoas foram mortas em três semanas.

A situação no campo de refugiados de Jabalia, que tem sido o foco do ataque militar em curso, é particularmente terrível. O Hospital Al-Awda, apoiado pela Relief International, é o único centro médico parcialmente funcional na área.

A instalação foi atingida três vezes em três semanas. Os andares superiores e o sistema de água foram destruídos, juntamente com o armazém e a farmácia onde eram armazenados medicamentos essenciais. Na semana passada, uma ambulância que transportava pacientes foi atropelada, matando uma mulher que acabava de dar à luz, bem como o seu companheiro.

Nos últimos cinco dias, a instalação esteve cercada por forças armadas, o que significa que nem civis nem funcionários podem entrar ou sair. Lá dentro, um total de 163 pessoas estão presas, incluindo 24 pacientes em cuidados intensivos, outras 31 com seus acompanhantes e sete crianças. A área circundante é inacessível e o transporte é impossível sem um cessar-fogo. Estou extremamente preocupado que o hospital seja em breve invadido, como vimos em outras unidades de saúde nas últimas 24 horas.

Ao lado dos pacientes estão 65 funcionários da al-Awda. São heróis que demonstraram uma dedicação incrível – optando por ficar para ajudar os membros das suas comunidades em necessidade crítica. Desde o início da ofensiva no norte de Gaza, no início de Outubro, ajudaram milhares de pacientes e realizaram centenas de cirurgias com o hospital a desmoronar-se à sua volta.

Nossas remessas de medicamentos e equipamentos que deveriam chegar ao Hospital al-Awda este mês não puderam ser entregues devido ao fechamento das passagens de fronteira em Erez West e Erez Crossing/Beit Hanoon.

Após os horrores da Segunda Guerra Mundial, o direito à saúde foi consagrado na Constituição de 1946 da Organização Mundial da Saúde. Apenas alguns anos mais tarde, em 1949, as Convenções de Genebra foram adoptadas para proteger os civis e as infra-estruturas essenciais em tempos de guerra e ocupação. Estas convenções proíbem explicitamente as transferências forçadas de civis, independentemente do motivo, e exigem proteção para o pessoal médico e as instalações de saúde.

No entanto, hoje, no Norte de Gaza, estes princípios estão a ser destruídos.

A humanidade não deve virar as costas. Este é um apelo a todas as partes neste conflito: protejam os profissionais de saúde e os civis, garantam o acesso humanitário e parem as hostilidades perto das instalações de saúde. Este é também um apelo a países terceiros para que respeitem o direito humanitário internacional e exijam a sua aplicação em Gaza.

Isto não é apenas um apelo por justiça, é um apelo desesperado para salvar as 163 vidas presas no Hospital al-Awda e inúmeras outras no norte de Gaza. A Relief International exige um cessar-fogo agora.

As opiniões expressas neste artigo são do próprio autor e não refletem necessariamente a posição editorial da Al Jazeera.



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre

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O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.

A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira

Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.

 



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