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Um hospital condenado a pagar 1,5 milhões de euros a um jovem deficiente após negligência médica
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A negligência médica ocorreu durante o seu nascimento, em 1998. O hospital Nord Franche-Comté, localizado perto de Belfort, foi condenado a pagar quase 1,5 milhões de euros a um jovem gravemente deficiente, soubemos na terça-feira, 7 de janeiro, no tribunal administrativo de Besançon.
O estabelecimento de saúde, localizado em Trévenans (Territoire de Belfort), entre Belfort e Montbéliard, foi reconhecido “responsável pelos danos sofridos pela vítima”que sofre de perturbações neurológicas significativas, segundo o acórdão proferido em dezembro e consultado pela Agence France-Presse (AFP), confirmando informações do diárioÉ republicano.
O hospital terá ainda de pagar ao jovem uma pensão trimestral de mais de 32 mil euros pela sua “despesas futuras de assistência por terceiros” e seu “dano profissional”e compensar o Fundo de Seguro de Saúde de Haute-Saône.
“Uma falha na organização” do hospital
Em março de 1998, o nascimento da mãe do jovem na maternidade do hospital Belfort-Montbéliard (hoje Hôpital Nord Franche-Comté) complicou-se e foi necessária uma cesariana de emergência. O início desta cesariana acaba por ser “tarde demais”de acordo com oÉ republicanoque revelou o caso: o bebê sobrevive, mas a falta de oxigênio sofrida durante o nascimento causa sequelas neurológicas significativas.
Seus pais posteriormente iniciaram vários processos. Em Maio de 2006, uma decisão do tribunal administrativo de Besançon, transitada em julgado em 2007, já considerava o hospital “responsável pelos danos da criança” e prevê indenização até atingir a maioridade.
Já adulto, o jovem, por sua vez, apoderou-se da jurisdição bisontina, com a ajuda da mãe. No seu acórdão, o tribunal observa que as condições do seu nascimento “constituem factos reveladores de erro de organização e funcionamento” do hospital, que são “a causa direta dos efeitos posteriores dos quais ele permanece afetado”.
Hoje com 26 anos, o jovem viaja “cadeira de rodas específica com assento moldado, apoio de cabeça, cinta de apoio e apoio para pés”e só se comunica graças a um computador com controles de pupila, observa o julgamento. Contactado, o centro hospitalar não respondeu de imediato.
O mundo com AFP
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 horas atrásem
20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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21 horas atrásem
20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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Curso de Ciências Contáveis realiza evento sobre IA e deepfakes — Universidade Federal do Acre
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21 horas atrásem
20 de julho de 2026O curso e o Centro Acadêmico de Ciências Contábeis, da Ufac, promoveram o evento de extensão Inteligência Artificial (IA), Regulação de Deepfakes e Formação Cidadã, em 9 e 10 de julho, no bloco do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas. Nesse período, estudantes, professores e interessados no assunto realizaram troca de experiências, além de debates sobre temas atuais para cidadania e o exercício profissional.
A programação contou com palestra de Virgilio Viana, a qual proporcionou aos participantes reflexões sobre os desafios e as oportunidades decorrentes das transformações tecnológicas na sociedade contemporânea. Também ocorreram três oficinas: O Perfil Profissional para a Gestão Pública, ministrada por Esteferson Rocha; Cartão de Crédito: Aliado ou Vilão?, ministrada por Gilvanete Pereira; e Inteligência Emocional, ministrada por Jordeane Oliveira
Os professores Marconde Silva e Oleides Oliveira organizaram o evento, que, segundo eles, reafirmou o compromisso do curso de Ciências Contábeis com a promoção de ações de extensão que integram ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o diálogo entre a universidade e a sociedade.
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