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um novo sistema em Paris para preservar provas, mesmo sem queixa apresentada
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2 anos atrásem
As vítimas de violência sexual em Paris, que não pretendam apresentar queixa imediatamente, podem, no entanto, ser examinadas por médicos para preservar as provas, anunciou quinta-feira, 10 de outubro, o Ministério Público de Paris, a Assistance publique-Hôpitaux de Paris (AP -HP ) e a sede da polícia num comunicado de imprensa conjunto.
Este sistema, testado desde janeiro de 2023 na Casa da Mulher do Hôtel-Dieu AP-PH em Paris, acaba de ser oficializado com a assinatura de um acordo entre o Ministério Público e a AP-HP, em conjunto com a sede da polícia.
O objetivo: coletar desde o início do atendimento à vítima o “elementos materiais” e mantê-los “durante três anos”mesmo quando ela ainda não tem certeza se deseja registrar uma reclamação. Assim, se a vítima decidir finalmente apresentar queixa, estes elementos podem ser anexados ao procedimento judicial aberto.
Consulta psicológica
Este sistema permite à vítima beneficiar de um momento de reflexão no âmbito do apoio multidisciplinar, preservando os seus direitos e evitando o despedimento, a absolvição ou a absolvição, por falta de provas materiais, sublinharam o Ministério Público, a AP-HP e a polícia. sede.
Assim, quando uma vítima de violação ou agressão sexual for atendida num hospital da AP-HP, poderá receber atendimento urgente no local, sendo posteriormente reencaminhada mediante marcação prévia para médicos da unidade médico-judicial (UMJ) para ser examinada. . As vítimas também serão beneficiadas com consulta psicológica. Se posteriormente apresentarem reclamação, serão submetidos a outro exame complementar na UMJ.
Segundo dados da Maison des femmes de l’Hôtel-Dieu AP-PH, em 2023, vinte e duas vítimas beneficiaram deste procedimento e seis pacientes apresentaram queixas. De janeiro a setembro de 2024, dezesseis vítimas foram beneficiadas e cinco apresentaram denúncias.
O mundo com AFP
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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
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5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre
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23 de abril de 2026O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.
A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.
Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.
Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.
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