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‘Uma coisa é certa: a borracha que bate no Chico deve ser a mesma que bate no Francisco’, diz leitor sobre Justiça brasileira – 06/03/2025 – Painel do Leitor
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Isonomia no tratamento
“Zanin encara em caso de Bolsonaro no STF métodos que criticou na Lava Jato” (Política, 5/3). Nenhuma novidade, partindo de quem foi colocado lá, não para se basear em leis, mas em sua ideologia política partidária, para tomar suas decisões.
José Marco Barbizan (Maringá, PR)
Uma coisa é certa: a borracha que bate no Chico deve ser a mesma que bate no Francisco, inclusive na questão salarial de magistrados, procuradores, promotores, delegados etc.
Fausto Almeida (Goiânia, GO)
Pasta encerrada
“Trump assinará decreto para fechar Departamento de Educação dos EUA, diz jornal” (Mundo, 6/3). A era da ignorância está sobre nós. Para conservadores que elegem tipos como Trump, sua força está na ignorância das massas. Enquanto isso, a China só tem dirigentes comprometidos com educação de alto nível, ciência e tecnologia. Nunca foi tão fácil prever quem será o vencedor dessa luta.
Dionisio DeBarros (São Paulo, SP)
Para essa gente educação é um perigo. Bomba atômica tudo bem, mas um livro já ameaça a vida de muitas amebas.
Sam Duart (Macapá, AP)
Redução de receitas
“Governo calcula perda de quase R$ 1,3 tri com renegociação de dívida dos estados” (Mercado, 5/3). Muito bem, os estados não fazem a lição de casa e continuam perdulários, depois basta empurrar a conta para a federação. Só que não é a entidade federal quem paga a conta, mas sim o dinheiro dos impostos que são arrecadados de todos. Portanto, somos os mais de 200 milhões de habitantes que pagamos pela deficiente administração desses estados. Assim fica fácil.
Carlos Cardillo (São Paulo, SP)
Novas metas
“Faltam novos sonhos ao PT” (Maria Hermínia Tavares, 5/3). Fusão com outros partidos seria um bom começo. Ouvir a população, numa grande enquete preparada por cientistas sociais de diferentes tendências, idem. Descer do salto alto, indispensável.
Carlos Alberto Komora Vieira (Caucaia, CE)
Privilégios garantidos
“Ministério Público de SP normatiza tempo de estágio para conceder penduricalhos” (Política, 6/3). Obscenidade! Soco no estômago do trabalhador pobre.
Marenildes Pacheco da Silva (Rio de Janeiro, RJ)
Esses esforços desmedidos e distorcidos na busca de mais dinheiro e dias de folga está mais para organização criminosa.
Eliete Della Santina (Vinhedo, SP)
Rastreio dos recursos
“O Sistema S precisa levar transparência a sério” (Transparência pública, 6/3). Ótima e corajosa coluna! Todos que já tentaram, no Congresso, desafiar o Sistema S, levaram invertidas. É preciso urgente uma política de transparência pública para esse sistema.
Jaqueline Orda (São Paulo, SP)
O problema está no aparelhamento do sistema S. Deveria ser proibida a indicação das diretorias pelo governo de plantão e passar a preenchê-las por profissionais do mercado selecionados pelas confederações das respectivas áreas.
Wilson Maciel Ramos (Brasília, DF)
Etarismo
“Claudia Raia critica Oscar de melhor atriz: ‘Absolutamente etarista’” (F5, 5/3). Concordo em gênero (feminino), número (60+) e grau (preconceito superlativo). Que Fernanda não tenha levado, é compreensível, considerando o protecionismo descarado que às vezes faz compensações ridículas. Mas a Demi não levar esse Oscar e, pior, perdê-lo para uma atriz estreante…
Eliana Atihe (São Paulo, SP)
Dor e saudade
“Eunice Paiva ainda está aqui” (Ilustrada, 1º/3). Sua família é um monumento para nós. Mas só sabemos de detalhes incríveis pela sua capacidade única de contá-las.
Beatriz Prado (São Paulo, SP)
Escrever é um ato compulsivo. Talvez seja um ato superador, que conduz, pela via produtiva, ao registro e ao atravessamento do que restou na memória, onde a dor e alegria se entrelaçam e escoam através da escrita.
Anete Araujo Guedes (Belo Horizonte, MG)
Carnaval intimista
“‘Flow’ é ‘tesão na alma’” (Mirian Goldenberg, 4/3). Realmente “Flow” é maravilhoso e nos faz refletir. Boa sorte e muita inspiração a você em sua criação.
Alessandra Capobianco (Mogi das Cruzes, SP)
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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