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Uma estudante do ensino médio condenada por bater e ameaçar uma professora que lhe pediu para tirar o véu

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Em frente ao colégio Sevigné, em Tourcoing (Norte), 11 de dezembro de 2024.

Com um lenço branco cobrindo os cabelos, ela caminha diante dos jurados. Em uma audiência imediata em 9 de outubro, Warda H., 18 anos, apareceu com a cabeça descoberta para solicitar mais tempo para preparar sua defesa. Dois meses depois, perante o tribunal de Lille, teve de responder por violência e ameaças de morte contra um responsável por uma missão de serviço público, neste caso um professor do liceu Sévigné onde frequentava a escola em Tourcoing (Norte).

Era uma segunda-feira, mais ou menos na hora em que as aulas terminavam. Warda H. está se preparando para sair para pegar o ônibus. Ela vai ao banheiro e coloca o véu novamente. Ela ainda está no ensino médio, uma professora pede para ela removê-lo. A partir daí, duas versões divergem.

O professor afirma ter sido empurrado, esbofeteado e ameaçado de morte. Warda H. responde: “Eu não bati no rosto dela. Foi ela quem me deu um tapa. Eu bati no pé dele. Eu não deveria. Quando fiquei com raiva, entrei em pânico. » Ela também dirá: “Antes de ela me dar um tapa, eu não tinha feito nada. Exceto apressá-la porque eu tinha que sair. » A poucos metros de Warda H., em retorno, a professora, que reconheceu um tapa “reflexo”balança a cabeça. Cada um tem sua própria verdade.

Excitação da mídia

Mas, acima de tudo, ouvimos que não é tanto o uso do véu numa escola secundária que está em causa neste julgamento, uma vez que a jovem o retirou quando lhe foi pedido, mas a violência que se seguiu a esta lembrança do lei. A transmissão do vídeo de vigilância confirma a versão do professor. Sem som, porém, não é possível ouvir o que a jovem disse ou não. Ameaças de morte? A acusação é formal, Warda H. deixou claro: “Se você tirar uma foto minha, eu vou queimar você!” » Dois meses depois, o último ano não desiste: “Eu não a ameacei. Não. » « Eu não pensei “, ela concorda. “Claramente, eu deveria ter dado a ele minha identidade,” como a professora lhe perguntou.

Para a professora, a voz traindo sua emoção, “Eles me transformaram em um islamofóbico!” “, enquanto ela garante a ele, ela tem “amor de verdade (se) estudantes “. Sobre Warda H., ela diz: “Ela me deixou de joelhos, ela me denegriu. » Ela fala sobre « rumores » que se seguiu, “ameaças de morte contra mim, meus filhos; lemos nas redes sociais que íamos “chorar lágrimas de sangue” », diz aquela que diz para si mesma “ainda abalado”.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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