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uma estudante se despe em frente à sua universidade para protestar contra a polícia moral, antes de ser presa
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1 ano atrásem
Ela anda descalça no asfalto, braços cruzados sobre a barriga nua, os longos cabelos castanhos caindo pelas costas. O vídeo de uma estudante iraniana de cueca em frente à prestigiada Universidade Islâmica Azad, em Teerã, deu a volta ao mundo neste fim de semana. Publicadas no sábado, 2 de novembro, pelo website estudantil iraniano Amir Kabir, então adotado pelos grupos de direitos humanos Hengaw e Amnistia Irão, estas imagens destacam mais uma vez a tenaz repressão de que as mulheres iranianas são vítimas.
Segundo vários sites de ativistas de direitos humanos, a jovem, de 30 anos, tirou a roupa “em sinal de protesto contra a aplicação abusiva do uso obrigatório do véu” pelos Basijs (milicianos islâmicos voluntários e uma das engrenagens da repressão no Irão), relata Anistia Irãfilial da Anistia Internacional.
Nas imagens captadas pelos moradores de um prédio vizinho, a jovem caminha lentamente em frente à praça da universidade, para indiferença de muitos estudantes, enquanto as risadas dos autores do vídeo mascaram o barulho da rua. Ela então se afasta em direção à estrada, antes de ser presa e jogada em um carro branco por indivíduos vestidos de preto.
Anistia pede investigação
A agência iraniana Fars, que publicou uma foto desfocada do estudante, afirma que este usava “inadequado” em andamento. A mídia ligada ao governo iraniano especifica que “sair” depois de ser avisado por agentes de segurança da universidade. Citando “testemunhas”Fars relata que os agentes falaram “calmamente” para a jovem, sem demonstrar agressividade.
No Irão, o aparecimento “em público sem o véu muçulmano” é responsável por “pena de prisão de dez dias a dois meses”. A lei islâmica no Irão impõe um código de vestimenta muito rigoroso às mulheres, que são obrigadas a usar lenços na cabeça e roupas largas que escondam as suas formas.
“As autoridades iranianas devem libertar imediata e incondicionalmente” a jovem, instou a Amnistia Irão, em “As alegações de espancamentos e violência sexual contra ele durante a sua prisão devem ser objeto de uma investigação independente e imparcial”acrescenta a organização.
Movimentos de protesto em 2022
Este acontecimento ocorre mais de dois anos depois da revolta das mulheres iranianas, depois de a morte de Mahsa Aminipreso pela polícia da moralidade e morreu sob custódia policial, em 16 de setembro de 2022. A morte de Mahsa Amini desencadeou um vasto movimento de protesto sob a bandeira “Mulher, vida, liberdade”com manifestações em diversas cidades em outubro e novembro antes do declínio.
Várias centenas de pessoas, incluindo membros das forças de segurança, foram mortas e milhares foram presas. Sete homens foram executados por envolvimento neste movimento.
Questionada pelos manifestantes, a polícia moral desapareceu desde então em grande parte das ruas. E cada vez mais mulheres saíam com as cabeças descobertas, especialmente em Teerão e nas grandes cidades.
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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