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Veja os 7 brasileiros, entre as 100 crianças mais inteligentes do mundo, que vão para prêmio em Londres

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A ex-presidente Dilma Rousseff foi presa e duramente torturada na ditadura militar dos anos 1970 e agora o Estado concede anistia e pede desculpas pela violência física e emocional que ela sofreu. - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Orgulho nacional. Sete brasileiros foram incluídos no seletíssimo grupo das 100 crianças mais inteligentes do mundo e que serão premiadas em Londres, no Reino Unido, dia 26 de junho. Esses adolescentes e crianças geniais vão receber o Global Child Prodigy Awards 2025 em distintas categorias.

São brasileiros com inteligência absolutamente acima da média que demonstraram, desde pequenos, inteligência e habilidades fora do comum.  “A educação muda o mundo, e estou feliz em conhecer o mundo por meio dela”, disse ao Só Notícia Boa Caio Temponi, um dos premiados.

Na lista dos gênios brasileiros, além do Caio, estão Nicole Semiāo, João Pedro Araújo, as irmãs Isabella e Beatriz Toassa, além de Pedro Gui Fortes e Marianna Santos. Os prodígios serão premiados nas categorias: inteligência e memória; astronomia e ciências espaciais; inteligência e memória QI; educação e arte; atuação e teatro.

Conheça os nossos jovens gênios

Em comum, esses adolescentes têm a paixão por ciência, educação, inovação, arte, impacto social, tecnologia e cultura.

Juntos, têm certeza que podem transformar o mundo em um lugar melhor. Nascido em Três Rios, no RJ, Caio Temponi, de 16 anos, é um dos líderes do grupo.

Simpático, tranquilo e com espírito conciliador, o jovem, aprovado aos 13 anos, em vários vestibulares, segue desbravando.

Espaço sem limites

Nicole Semião, de 10 anos, e João Pedro Araújo Moreira, de 11 anos, ambos do Ceará, são do tipo que olham para o espaço e não veem limites. Ele, aos 10 anos, foi aprovado o curso superior de Física.

Conhecido como JP das Galáxias, após participar do quadro “Pequenos Gênios”, no “Domingão do Huck”, na TV Globo, ele é extrovertido e com o pensamento rapidíssimo. O menino respondeu sem titubear questões de matemática, memorização e soletração. O desafio terminou com trio adversário vencedor e o respeito mútuo entre os competidores.

Já Nicole é uma astrônoma autodidata que, aos 9 anos, detectou mais de 30 asteróides. Ela foi reconhecida como astrônoma e participa de um programa em busca de asteroides afiliado à Nasa, a agência espacial norte-americana.

Artes e vida

Pedro Gui Fortes de Carvalho, de 13 anos, de Teresina, no Piauí, é uma sumidade nas artes. Com traços fortes, cores vibrantes e um discurso visual sobre raízes, natureza e futuro, ele se destaca no mundo.

“Fiquei muito feliz e, ao mesmo tempo, pensando em tudo que vivi até aqui. É uma honra poder representar o Piauí e o Brasil em um lugar tão importante”, disse o artista para a imprensa oficial do Piauí.

Desde os 4 anos, Marianna Santos demonstrava o talento para os palcos. Não deu outra a menina é reconhecida internacionalmente pelo dom.

Ensinando a amar aprender

Beatriz, de 14 anos, e Isabella Toassa da Silva, de 15, moradoras de Barueri, no interior de São Paulo, amam ciência, adoram pesquisar e gostam mais ainda de compartilhar.

As irmãs cientistas brasileiras, que foram incluídas no rol das 100 crianças a adolescentes mais inteligentes do mundo. Além da genialidade, elas incentivam outros jovens a se dedicar aos estudos, um diferencial observado pelos especialistas internacionais.

Não dá um orgulho gigante de ver esses jovens brasileiros tão promissores?

Brilhem!

Caio Temponi, o líder do grupo, e Marianna Santos, estão entre os 7 gênios que dão orgulho ao Brasil e serão premiados em Londres. – Foto: @caiotamponi/@mariannasantos

Eles são 7, um número muito especial de brasileiros que estão no seletíssimo grupo de crianças mais inteligentes do mundo, e que serão premiados em Londres. Que orgulho! Foto: @pedrogui

Eles são 7, aí estão 5, um número muito especial de brasileiros que estão no seletíssimo grupo de crianças mais inteligentes do mundo, e que serão premiados em Londres. Que orgulho! Foto: @pedrogui

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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