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Venezuela diz que libertou outros 177 manifestantes eleitorais presos | Notícias de Nicolás Maduro

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Cerca de 2.000 manifestantes foram presos após a disputada votação de julho, na qual Maduro se declarou vencedor.

A Venezuela disse mais 177 manifestantes eleitorais presos foram libertadas das mais de 2.000 pessoas que foram presas durante os confrontos após a polêmica votação de 28 de julho.

O anúncio feito na segunda-feira pelo procurador-geral Tarek Saab elevaria o número total de manifestantes libertados para 910, segundo a agência de notícias Reuters.

No entanto, grupos de direitos humanos afirmaram que não foram capazes de verificar todos aqueles que alegadamente recuperaram a sua liberdade.

Os grupos afirmam que pelo menos três manifestantes morreram sob custódia desde que as manifestações varreram o país após o conselho eleitoral nacional declarado O presidente Nicolás Maduro foi o vencedor, sem apresentar os números oficiais.

Pesquisas pré-eleitorais mostraram Maduro muito atrás do líder da oposição Edmundo González por uma margem aparentemente intransponível antes das eleições, e o governo de Maduro ainda recusou os apelos da oposição e dos líderes regionais para divulgar dados que comprovem a sua vitória.

No entanto, o Supremo Tribunal venezuelano confirmou posteriormente a vitória. Figuras da oposição sustentam que tanto o conselho eleitoral como o tribunal são dominados por partidários de Maduro.

Enquanto os venezuelanos saíam às ruas exigindo dados eleitorais, pelo menos 28 pessoas foram mortas e quase 200 ficaram feridas em confrontos com as forças de segurança, com centenas de outras detidas.

No início de dezembro, o grupo venezuelano de direitos humanos Foro Penal afirmou que havia 1.877 presos políticos.

Ao anunciar a libertação de 103 manifestantes eleitorais em 12 de dezembro, o serviço de segurança cidadã disse que Maduro instruiu o governo a rever “todos os casos relativos a atos de violência e crimes cometidos no âmbito das eleições”.

Antes disso, a Procuradoria-Geral disse que “medidas cautelares” haviam sido concedidas em 26 de novembro, permitindo a libertação de cerca de 225 prisioneiros, mas exigindo que comparecessem perante um tribunal uma vez a cada 30 dias.

Na semana passada, o procurador-geral da Venezuela disse que outros 533 manifestantes eleitorais foram libertados.

Lesly Requena implora fora da prisão pela libertação de seu filho, que foi detido durante protestos contra uma eleição presidencial contestada em julho, em Tocuyito, Venezuela, 16 de dezembro. (Juan Carlos Hernandez/Reuters)

Sonda ICC

As medidas ocorrem meses depois de o promotor do Tribunal Penal Internacional, Karim Khan, ter dito que estava “monitorando ativamente” a repressão pós-eleitoral.

O TPI tem uma sonda aberta ao país relacionado com a violência após as controversas eleições para a Assembleia Constituinte convocadas por Maduro em 2017.

As libertações também ocorrem poucas semanas antes de Maduro tomar posse novamente para um terceiro mandato, em 10 de janeiro. O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, deve tomar posse 10 dias depois, o que poderá representar uma mudança de política em relação à Venezuela.

Trump impôs sanções durante o seu primeiro mandato, mas tem enfrentado pressão para proceder com mais cautela devido a preocupações de que uma redistribuição possa empurrar Caracas para a China.

Por seu lado, a administração do presidente dos EUA, Joe Biden, aliviou algumas sanções, uma vez que Maduro se comprometeu a realizar eleições livres e justas, mas coloque-os de volta no lugar enquanto o líder venezuelano reprimia ainda mais a oposição no período que antecedeu a votação.

Desde então, muitas figuras da oposição fugiu do país.

Ainda assim, com vários cidadãos dos EUA ainda detidos na Venezuela, não estava claro se as últimas libertações visavam construir boa vontade com a nova administração dos EUA.



Leia Mais: Aljazeera

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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