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Veterinários curam perna quebrada de rinoceronte de 800 kg; tratamento inovador

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Uma equipe de mais de 10 veterinários realizou um procedimento inédito no mundo para curar a perna quebrada de um rinoceronte de mais de 800 kg.

Depois que a filhote Amara começou a mancar, a equipe do Hospital Equino Leahurts da Universidade de Liverpool, junto com membros do Knowsley Safari, ficou preocupada. Depois de exames, os resultados confiaram: Amara estava com a ulna fraturada.

Como não havia registro e documentação no mundo sobre rinoceronte com esse tipo de lesão na perna, o grupo usou a experiência no tratamento de cavalos e a aplicou no animal. O procedimento total durou cinco horas e envolveu cirurgiões, especialistas e tratadores de animais.

Lesão surpreendeu

Amara é pequena na idade, mas gigante no tamanho. Nascida em 2022, a filhote adora brincar, o problema é que as brincadeiras as vezes passam do ponto.

Segundo os especialistas, o jeitão truculento da filhote é o que pode ter levado ela a se lesionar.

Foi no início do ano, quando a rinoceronte começou a mancar, que o grupo percebeu a lesão.

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Cirurgia complexa

Com técnicas de cirurgia em equinos, a equipe anestesiou o animal e fez uma longa cirurgia.

O procedimento foi todo realizado por um buraco feito no pulso do animal. Foram 5 horas!

Segundo David Stack, professor sênior em cirurgia equina na Universidade de Liverpool, a técnica é diferente de tudo que já foi visto antes.

“Sabíamos que poderíamos posicionar a câmera dentro de sua articulação, mas devido à natureza sem precedentes do procedimento, não sabíamos quanto espaço teríamos para operar, ou quanto da área afetada seríamos capazes de ver.”

Pós-operatório tranquilo

Foram 27 semanas desde que a Amara fraturou a perna até ser liberada totalmente. Ainda assim, ela segue em avaliação.

Durante o período, a filhote usou um gesso como apoio de perna e teve seus movimentos restringidos.

Além disso, a equipe forneceu bastante lama para manter a pele de Amara e sua mamãe em boas condições.

Lidou bem

Para Lindsay Banks, Ungulates Team Manager na Knowsley Safari, Amara lidou bem com o gesso.

“Amara lidou muito bem com seu tratamento e com o uso do gesso, que finalmente foi removido em maio. Foram 27 semanas desde que Amara fraturou a perna até ser liberada de volta ao paddock para se juntar ao resto da manada e, à medida que sua recuperação continua, continuamos monitorando-a de perto.”

Um pouco de plasma rico em plaquetas também foi injetado na articulação do bebê. Com isso, a equipe conseguiu uma solução derivada do próprio corpo do animal para acelerar a recuperação do mesmo.

Veja como foi a recuperação do bebê rinoceronte:

A cirurgia de Amara envolveu uma equipe de 10 pessoas e foi inédita no mundo. – Foto: Knowsley Safari





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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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