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Vinte grandes felinos morrem de gripe aviária em santuário no estado de Washington | Gripe aviária

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Edward Helmore

Vinte grandes felinos, incluindo um tigre de Bengala, quatro pumas, um lince e quatro linces, morreram após contrair gripe aviária em um santuário animal em Shelton, Washington.

As mortes de grandes felinos ocorrem como gripe aviáriauma gripe aviária altamente patogénica, propagou-se rapidamente através de rebanhos de aves e rebanhos leiteiros nos EUA, infectou e matou gatos domésticos e causou uma doença grave numa pessoa na Louisiana.

Os grandes felinos morreram entre o final de novembro e meados de dezembro no Wild Felid Advocacy Center, de acordo com o diretor do centro, Mark Mathews.

“Nunca tivemos nada parecido; eles geralmente morrem basicamente de velhice”, Mathews disse ao New York Times. “Não é algo assim, é um vírus muito perverso.”

Três outros gatos se recuperaram do vírus e um permaneceu em estado crítico na terça-feira. Semana passada, o centro anunciou no Facebook que a gripe aviária afetou mais da metade de seus gatos selvagens.

Isso aconteceu menos de três semanas depois de o centro ter anunciado que estava temporariamente fechado ao público, afirmando que alguns dos animais sofriam de uma doença desconhecida.

“Nós, juntamente com nossa equipe veterinária, estamos trabalhando incansavelmente para determinar a causa e encontrar uma solução”, escreveu o abrigo no Facebook.

Mas a 6 de Dezembro, o centro anunciou que as autoridades de saúde animal tinham confirmado a presença de gripe aviária em alguns dos seus gatos, dizendo que estava a trabalhar com autoridades de saúde animal federais, estaduais e municipais.

“Como um santuário animal, estamos equipados para gerir os vírus de forma eficaz, aplicando medidas rigorosas de biossegurança, colocando os animais afetados em quarentena e desinfetando adequadamente para proteger os nossos outros animais e o público”, afirmou o centro.

Mas numa publicação no Facebook há cinco dias, o centro disse: “Estamos com o coração partido ao partilhar que as autoridades de saúde animal confirmaram a presença de gripe aviária altamente patogénica (HPAI) entre mais de metade dos nossos felídeos selvagens em dezembro de 2024”.

O centro explicou que a gripe aviária também pode ser contraída por mamíferos carnívoros que ingerem aves infectadas ou outros produtos.

“Os gatos são particularmente vulneráveis ​​a este vírus, que pode causar sintomas iniciais sutis, mas progredir rapidamente, muitas vezes resultando em morte dentro de 24 horas devido a condições semelhantes à pneumonia”, a declaração disseacrescentando que o centro estava em quarentena e permanecerá fechado ao público até novo aviso.

Apenas 17 gatos permanecem no santuário enquanto ele se desloca para determinar a origem do vírus, o que inclui a remoção de 8.000 libras de alimentos que estavam armazenados em um freezer e a desinfecção de cada habitat.

O departamento de peixes e vida selvagem de Washington disse em um comunicado que havia confirmado infecções por gripe aviária em “numerosas” aves selvagens neste outono, e recentemente confirmado que dois pumas em outra área tinham o vírus H5N1.

As mortes ocorrem seis dias depois que as autoridades de saúde em Los Angeles disseram que estão investigando três gatos domésticos que se presume terem gripe aviáriajá que as autoridades confirmaram a doença em dois outros gatos que beberam leite cru e morreram.

Em uma fábrica de laticínios no Texas no início deste ano, 12 gatos de celeiro morreram depois de beber leite cru infectado.

Na Califórnia, a gripe aviária infectou a maior parte dos rebanhos bovinos leiteiros do estado este ano, com vacas em 645 fazendas testando positivo para H5N1. Houve pelo menos 61 casos humanos relatados nos Estados Unidos até agora, com a maioria dos indivíduos apresentando sintomas leves.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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