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Vítimas de tiroteio no RJ estavam em um raio de 4 km – 25/10/2024 – Cotidiano

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Bruna Fantti

As vítimas do tiroteio nesta quinta-feira (24) entre Polícia Militar e suspeitos de integrar a facção TCP (Terceiro Comando Puro), no Complexo de Israel, no Rio de Janeiro, estavam dispersas em um raio de até 4 km entre si.

A Folha teve acesso aos registros de ocorrência que descrevem a dinâmica em que cada uma das seis pessoas baleadas foram feridas; três delas morreram.

Um dos baleados, identificado como Pedro Henrique Machado Moreno de Souza, 19, tinha mandado de prisão pendente. Ele passará por audiência de custódia, e sua defesa ficará a cargo da Defensoria Pública. Segundo a polícia, ele teria atirado contra uma ambulância policial. Com ele foi apreendida uma granada.

Ele tem mandado de prisão por organização criminosa e está à disposição da Justiça.

Mortos

Geneilson Eustáquio Ribeiro: O motorista de caminhão morreu após ser atingido por volta das 7h30 na rodovia Washington Luiz, altura do km 123, sentido Rio de Janeiro, próximo à via expressa Linha Vermelha, com um tiro na cabeça. Ele foi socorrido por agentes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e levado para um hospital, mas não sobreviveu.

Paulo Roberto de Souza, 60: Por volta das 8h, o motorista de aplicativo estava trabalhando dentro de seu carro quando foi baleado na cabeça, na altura do Parque Duque, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o local mais distante da Cidade Alta, foco da operação. O passageiro assumiu o volante e o socorreu até próximo a um hospital, onde a polícia foi acionada. Ele também não resistiu.

Renato Oliveira Alves Reis, 48: Por volta das 7h, o funcionário de um frigorífico estava dentro de um ônibus da empresa Tinguá, dormindo, quando foi baleado na cabeça. O ônibus estava na altura da Cidade Alta.

Feridos

Vítima não identificada: Um jovem de 27 anos, que não quis se identificar, também estava dentro do mesmo ônibus e foi ferido por estilhaços. Ele contou que os criminosos atiraram quando um blindado da PM passou ao lado do coletivo. Já recebeu alta hospitalar, mas ficou com estilhaços cravados no braço.

Alayde dos Santos Mendes, 24: Alayde afirmou que foi baleada às 9h50, por uma bala perdida na coxa, quando passava ao lado do cemitério Memorial do Rio, em Cordovil, na zona norte. Ela já teve alta hospitalar.

Pedro Henrique Machado Moreno de Souza, 19: De acordo com o depoimento de dois policiais militares, eles estavam por volta das 7h30 dentro de uma ambulância policial do GESAR (Grupamento Especial de Salvamento e Ações de Resgate), quando, na rodovia Washington Luiz, na altura do Trevo das Missões, “foram alvo de disparos efetuados por criminosos localizados no alto de prédios na rua Águas de São Pedro, na Cidade Alta”. A ambulância não foi perfurada.

Ainda de acordo com os agentes, “os criminosos estavam a aproximadamente 100 metros de distância, realizando disparos de fuzis e jogando granadas nos transeuntes da rodovia Washington Luiz”. Pessoas deitadas no chão da rodovia apontaram onde os atiradores estavam, e um dos agentes afirma que fez três disparos na direção. Quando a troca de tiros cessou, Pedro foi encontrado ferido nas nádegas e estava com um rádio transmissor e uma granada, segundo a polícia.



Leia Mais: Folha

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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