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Viúvos de 90 anos se apaixonam e casam em casa de repouso; “você pode amar de novo”
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Viúvos de 90 anos se apaixonam e casam em casa de repouso; “você pode amar de novo”
8 de novembro de 2024
– Renata Dias
Viúvos acima dos 90 anos, Snyder e Jo se entregam ao amor e casam, na casa de repouso, onde moram, no Texas, EUA. “Onde quer que estivesse, ele estava lá”, lembrou Jo. – Foto: Linda Raymond/Getty
Nunca é tarde para amar, o casal Bernard Snyder e Jo Cartwright é a prova real dessa máxima. Viúvos, acima dos 90 anos, eles se apaixonam e casam na casa de repouso onde vivem, no Texas, nos EUA.
Aos 98 anos, Snyder se encanou por Jo, de 96. Segundo ele, foi paixão à primeira vista. “Eu tinha que descobrir quem ela era”, disse ele.
Jo, por sua vez, afirmou que logo percebeu o interesse do noivo. “Onde quer que eu estivesse, ele estava lá”, lembrou ela. “Eu pensei: ‘’Bem, talvez esse homem talvez ele goste um pouquinho de mim.’”
Amor de novo
Para Jo, a grata de surpresa de se apaixonar por Snyder é uma lição de vida que vale para qualquer pessoa. “O ponto crucial de toda a história é que você pode amar novamente”, ela disse. “É maravilhoso saber que você pode.”
Snyder concorda com a mulher. “Estou pensando, ‘fui casado por 73 anos’, o que é muito tempo. Não achei que haveria alguém. Nunca pensei nisso porque simplesmente não parecia lógico.”
Para quem pergunta sobre a reação dos filhos e netos, Snyder é muito claro: quem te ama, te quer feliz. “Tudo o que faz vocês felizes nos faz felizes”, reiterou ele, lembrando o que ouviu de um dos filhos.
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De repente o amor
A história de amor dos viúvos começou após a morte da primeira esposa de Snyder. No ano passado, ele, que era casado há 73 anos, mudou com a então mulher para a casa de repouso. Lá, ela morreu.
Segundo ele, após o período de luto, percebeu Jo e teve coragem de convidá-la para jantar. Fizeram a refeição juntos, depois passaram a fazer caminhadas e bater longos papos. Aos poucos, o amor surgiu.
Jo e Snyder se disseram surpresos com o amor. “Nunca me ocorreu que eu conheceria alguém — ou mesmo que eu quisesse”, disse Jo. “Mas acho que me apaixonei por ele.”
O casamento com estilo
Assim, os viúvos se casam e celebram a vida. No começo do mês, as famílias de Jo e Snyder se reuniram na casa de repouso, em Austin, no Texas para a festa de casamento.
Como Snyder é judeu, a cerimônia seguiu o ritual de sua fé: quebrando um copo em um aceno à fé judaica e soltando borboletas.
“Espero que consigamos até cinco anos. Mas acho que aproveitaremos um ao outro enquanto tivermos isso”, disse Snyder à KUT News/People.

Snyder e Jo, viúvos com mais de 90 anos, encantam-se e casam na casa de repouso, onde vivem, no Texas, EUA. “Tinha de descobrir quem era ela”, reagiu ele. – Foto: Linda Raymond/Getty
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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