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Votos da Groenlândia nas eleições dominadas pela promessa de Trump de controlar a ilha | Notícias das eleições

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Votos da Groenlândia nas eleições dominadas pela promessa de Trump de controlar a ilha | Notícias das eleições

A votação foi estendida em algumas assembleias de voto em meio a uma alta participação em uma eleição dominada pela promessa de Trump de controlar a ilha estratégica do Ártico.

Resultados não oficiais em Eleição da Groenlândia Espera -se que emergir logo após a pesquisa fechada em uma votação que determinará quais líderes enfrentam o compromisso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de assumir o controle do estrategicamente colocado País do Ártico.

A votação foi prolongada por meia hora após um prazo de 22:00 GMT na terça-feira em meio a alta participação de eleitores em várias das 72 assembleias de voto em toda a ilha rica em minerais, onde 40.500 pessoas eram elegíveis para votar.

Não houve pesquisas de saída, e uma contagem final da votação poderia levar entre três e cinco horas para concluir, disse a autoridade eleitoral da Groenlândia.

Os resultados oficiais não serão certificados por semanas, pois os boletins de voto chegarem à capital, Nuuk, de assentamentos remotos de barco, avião e helicóptero.

Imagens e videoclipes compartilhados nas mídias sociais mostraram que as pessoas na fila no gelo e na neve estão fora das assembleias de voto em Nuuk até 45 minutos antes de votar. No início do dia, longas filas também foram relatadas nos centros de votação.

Desde que assumiu o cargo em janeiro, Trump prometeu fazer a Groenlândia-um território semi-autônomo da Dinamarca-parte dos EUA, dizendo que é VITAL PARA INTERRAMENTOS DE SEGURANÇA US.

A vasta ilha, com uma população de apenas 57.000 pessoas, foi apanhada em uma corrida geopolítica pelo domínio no Ártico, onde as calotas de gelo derreti -se estão tornando seus ricos recursos de metais de terras raras mais acessíveis e abrindo novas rotas de remessa.

Primeiro Ministro da Groenlândia, Bourup mudo egerachamou a eleição no mês passado, dizendo que o país precisava se unir durante um “tempo sério”, diferente de tudo que a Groenlândia já experimentou.

Enquanto Trump foi franco sobre seu desejo de controlar a Groenlândiaa Rússia e a China também intensificaram a atividade militar na região do Ártico.

A Groenlândia é uma ex -colônia dinamarquesa e um território desde 1953. Ganhou alguma autonomia em 1979, quando seu primeiro parlamento foi formado, mas Copenhague ainda controla assuntos externos, defesa e política monetária e fornece pouco menos de US $ 1 bilhão por ano à economia.

Em 2009, a Groenlândia ganhou o direito de declarar total independência por meio de um referendo, mesmo que não tenha feito isso por preocupação que os padrões de vida caíssem sem o apoio econômico da Dinamarca.

Julie Rademacher, consultora e ex -consultora do governo da Groenlândia, disse que, desde o início, a campanha eleitoral se concentrou na raiva e frustração destinadas a irregularidades históricas do ex -governante colonial Dinamarca.

“Mas acho que o medo da abordagem imperialista dos EUA se tornou maior que a raiva em relação à Dinamarca”, disse Rademacher.

A Agência de Notícias da Reuters conversou com mais de uma dúzia de Groenlandeses em Nuuk, todos os quais disseram que favorecem a independência, embora muitos expressassem preocupação de que uma rápida transição pudesse prejudicar a economia e eliminar serviços de bem -estar nórdicos como assistência médica universal e escolaridade gratuita.

“Não queremos fazer parte dos EUA por razões óbvias; Healthcare e Trump ”, disse Tuuta Lynge-Larsen, funcionário do banco e morador de Nuuk, acrescentando que essa eleição foi especialmente importante.

Uma pesquisa em janeiro sugeriu que a maioria dos habitantes da Groenlândia apóia a independência, mas está dividida no tempo.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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