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Wall Street ignora Trump depois que ele promete tarifas ao México e ao Canadá | Mercados de ações

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Julia Kollewe

Os mercados financeiros encolheram amplamente os ombros depois Donald Trump delineou planos para impor tarifas punitivas sobre o México e o Canadá já no próximo mês, enquanto assina dezenas de ordens executivas em seu primeiro dia de mandato.

O presidente dos EUA disse aos jornalistas no Salão Oval da Casa Branca que estava a pensar em introduzir tarifas americanas de 25% sobre as importações do México e do Canadá já em 1 de Fevereiro.

Wall Street permaneceu praticamente impassível ao abrir para negociação pela primeira vez após a inauguração, com o índice de referência S&P 500 abrindo estável antes de subir 0,9% na terça-feira. O Nasdaq Composite, focado em tecnologia, também abriu estável, antes de subir 0,6%.

O dólar americano, que inicialmente caiu nas horas seguintes à posse de Trump, reverteu o curso após os comentários, atingindo os máximos de cinco anos em relação ao dólar canadense, e subiu 1% em relação ao peso mexicano.

Mas os mercados bolsistas, que recuperaram na sequência da vitória eleitoral de Trump em Novembro, mostraram-se bastante calmos em reacção ao seu regresso à Casa Branca. Os mercados dos EUA foram fechados para o Dia de Martin Luther King na segunda-feira, então os mercados asiáticos foram os primeiros a responder. do Japão Nikkeis O índice oscilou entre perdas e ganhos e encerrou o dia em alta de 0,3%.

Outros mercados asiáticos também registaram ganhos modestos, com o Hang Seng de Hong Kong a subir quase 1% e o mercado chinês de Shenzhen a subir 0,5%, enquanto as bolsas de Xangai e da Coreia do Sul ficaram ligeiramente no vermelho e o mercado indiano perdeu quase 0,6%.

Na Europa, o Reino Unido FTSE O índice 100 subiu apenas quatro pontos, para 8.524, no meio da manhã. O Dax da Alemanha e o FTSE MIB da Itália caíram ligeiramente, enquanto o CAC da França subiu 0,25%. A libra e o euro perderam cerca de 0,6% em relação ao dólar. A libra esterlina subiu 1,3% na segunda-feira, seu maior salto diário desde novembro de 2023.

Os futuros de ações dos EUA apontaram para ganhos modestos em Wall Street quando os mercados abrirem para negociação às 14h30 GMT.

Os preços do petróleo caíram, com o petróleo Brent perdendo mais de US$ 1 o barril, caindo para US$ 79,10 o barril, enquanto o West Texas Intermediate caiu US$ 1,73 o barril, para US$ 76,15 o barril. O ouro – visto como um activo porto seguro – voltou a ser apreciado, atingindo o máximo de dois meses num contexto de incerteza quanto às tarifas dos EUA.

“Mais uma vez, Trump parece pouco se importar com quem é visto como aliado ou inimigo, com as moedas canadense e mexicana duramente atingidas… Tanto é o plano de aumentar as tarifas em 2% ao mês”, disse Joshua Mahony, analista da Scope. Mercados.

“No entanto, os mercados chineses sentiram-se claramente mais optimistas, com a decisão de Trump de restabelecer o TikTok seguida pela falta de qualquer menção às tarifas sobre as importações chinesas. Por enquanto, de qualquer maneira.

Os investidores também estão de olho no Fórum Econômico Mundial na estância de esqui suíça de Davosonde os líderes políticos e empresariais do mundo se reúnem para a sua reunião anual. Eles incluem Ding Xuexiang, o vice-primeiro-ministro da China, onde pode haver alívio pelo facto de Trump não ter concretizado os seus planos de tributar as importações chinesas.

Na segunda-feira, Trump disse que queria reverter o défice comercial dos EUA com a UE através de tarifas ou de mais exportações de energia dos EUA.

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Os preços europeus do gás natural flutuaram, depois de ter levantado uma moratória sobre novas licenças de exportação, aliviando a incerteza sobre a oferta global a longo prazo. Os contratos futuros holandeses com um mês de antecedência, referência do gás na Europa, foram negociados em alta de 0,3%, a € 48 por megawatt-hora, em Amsterdã.

O presidente dos EUA também repetiu um apelo à UE para que compre mais petróleo e gás norte-americano se o bloco quiser evitar tarifas. Os EUA já são o maior fornecedor de gás natural liquefeito da Europa.

“Mais produção de petróleo, nenhuma indicação de mineração de criptografia, tarifas punitivas contra o México e o Canadá: esses são os três pontos-chave para os investidores no discurso de posse de Trump”, disse Jochen Stanzl, analista-chefe de mercado da CMC Markets. Os futuros do petróleo Brent ficaram estáveis ​​em US$ 80,1 o barril.

“Só podemos esperar que Trump poupe a UE e a Alemanha de tarifas punitivas até depois das eleições parlamentares alemãs, uma vez que o governo cessante dificilmente estará em posição de reagir às mudanças nas relações comerciais com os EUA. No entanto, este adiamento não deve ser considerado permanente. Mais cedo ou mais tarde, Trump também terá como alvo a Alemanha.”

Bitcoin, que subiu 4% na segunda-feira para atingir um novo recorde acima de US$ 109.000 na esperança de uma administração favorável à criptografia, recuou desde então.

Stanzl disse: “Provavelmente havia um ou dois investidores que esperavam mais. Parece que Trump está priorizando outras questões além do apoio à indústria criptográfica. Mas uma coisa é certa: uma palavra positiva de Trump e o bitcoin podem subir significativamente novamente. Os investidores estão apenas esperando por isso.”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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