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Watkins marcou na vitória do Aston Villa sobre o golpe inicial para vencer o Fulham | Primeira Liga

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Ben Bloom at Craven Cottage

Desde o século 20 que o Aston Villa não conquistava tantos pontos nos primeiros oito jogos Primeira Liga jogos. Eles terminaram em sexto naquela temporada, mas não fizeram nada tão escandaloso quanto vencer o Bayern de Munique ao longo do caminho. Quando a era Unai Emery atingirá o seu limite máximo?

Há poucos sinais de que isso acontecerá no momento, com Villa seguindo resolutamente o trio dominante da divisão, ao mesmo tempo em que acumula vitórias na Liga dos Campeões. Desde a derrota para o Arsenal no final de Agosto, a equipa de Emery conseguiu uma série de nove jogos sem perder em todas as competições, sendo esta última vitória às custas de um Fulham equipa cujos adeptos começaram a pensar prematuramente em direcção ao potencial do seu próprio futebol europeu na próxima época, tão impressionante foi a sua forma no início da época.

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Os anfitriões foram em grande parte vítimas da sua própria derrota aqui, com três vitórias consecutivas em casa na Premier League abrindo caminho para o que acabaria por ser uma derrota abrangente.

O resultado poderia, facilmente, ter sido diferente. A equipa de Marco Silva abriu o marcador logo cedo, através do ressurgente Raúl Jiménez, desperdiçou uma grande penalidade para marcar o segundo e jogou a última meia hora com 10 jogadores, depois da expulsão de Joachim Andersen. Eles ameaçaram do primeiro ao último minuto.

Mas o Villa é uma equipa demasiado forte para não aproveitar esta vantagem, com Morgan Rogers, Ollie Watkins e um autogolo de Issa Diop a combinarem para a vitória.

Joachim Andersen, do Fulham, recebe cartão vermelho do árbitro Darren England. Fotografia: Tom Jenkins/The Observer

O golo inaugural de Jiménez – o seu 10º golo em 12 partidas como titular na Premier League – foi cortesia do tipo de futebol básico e de primeira linha raramente associado a uma liga que se orgulha de ser a mais forte do mundo. Um passe do goleiro Bernd Leno passou por cima da linha defensiva do Aston Villa, onde Jiménez superou Pau Torres com uma facilidade embaraçosa e acertou no canto inferior, beijando a parte interna da trave.

Os visitantes empataram apenas cinco minutos depois, ajudados por uma boa dose de sorte. O esforço especulativo de longo alcance de Morgan Rogers acertou a perna de Calvin Bassey e voou para o canto oposto ao alvo pretendido, deixando Leno preso para ficar parado e assistir.

Ambas as equipes desperdiçaram chances de aumentar o placar antes do intervalo. Primeiro, Andreas Pereira ofereceu o mais brando dos pênaltis, que foi facilmente defendido por Emi Martinez, rasteiro, à sua esquerda. O árbitro Darren England apontou tardiamente o pênalti depois de ver o cabeceamento de Jiménez acertar o braço estendido de Matty Cash no monitor ao lado do campo.

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Os visitantes então devolveram a mesma prodigalidade quando Morgan Rogers, de alguma forma, não conseguiu encontrar a rede após um cruzamento rasteiro de Ollie Watkins para o gol.

Com o jogo equilibrado e o relógio avançando para o tempo de Jhon Duran, Villa avançou quando uma cabeçada brilhante de Watkins evitou a chegada iminente do colombiano.

A tarefa do Villa de manter a liderança ficou consideravelmente mais fácil quando Andersen recebeu um vermelho direto por empurrar Watkins depois que o artilheiro foi liberado para o gol. E, poucos minutos depois de sair do banco, o substituto de Andersen na defesa-central, Diop, agravou a miséria do Fulham ao desviar um cruzamento para a própria baliza.

Os números do jogo foram igualados no final, quando Jaden Philogene recebeu o segundo cartão amarelo nos acréscimos por um empurrão sobre Reiss Nelson, mas o Fulham não conseguiu aumentar sua contagem.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio-interna.jpg

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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