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What a Trump Presidency could mean for digital assets
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2 anos atrásem
The price of bitcoin rose above $90,000 for the first time this week, as investors continued to bid up cryptocurrency prices in the wake of the 2024 election.
In the runup to the vote, analysts touted President-elect Trump as the more crypto-friendly candidate who had promised on the campaign trail to make the U.S. the “crypto capital of the planet” and a “bitcoin superpower.”
In a September note, Standard Chartered analyst Geoff Kendrick predicted a crypto breakout in the event of either candidate winning — but with a much higher target for a Trump victory.
All told, bitcoin, the largest and most widely traded cryptocurrency, has risen 30% since election night, and crypto experts say there could be more room to run in the near term.
“The next price target we’re looking at is the $100,000 mark,” says Federico Brokate, vice president and head of U.S. business at crypto ETF firm 21Shares. “We think we could reasonably reach that by, quite frankly, Inauguration Day.”
Part of crypto’s upward price momentum stems from investor optimism in what a Republican-controlled government could mean for digital assets, Brokate says. But the long-term outlook for crypto would have been the same regardless of who took office.
“A Kamala presidency would have meant the same exact things for crypto and digital assets in four years’ time as a Trump presidency,” Brokate says. “This asset class is completely apolitical at the end of the day.”
Why the current environment is good for crypto
Some of what’s driving crypto’s recent rise has nothing to do with politics at all. Falling interest rates are playing a role, for instance, since lower rates typically provide a more attractive environment for riskier assets, including stocks and crypto.
What’s more, investors continue to pile in to the relatively new exchange-traded funds that track the spot price of bitcoin. After less than a year on the market, such ETFs now manage some $50 billion in investor cash.
But forward-looking investors say that the current market for crypto is barely scratching the surface of potential investor demand.
Crypto investors tend to fall into three buckets, says Andy Baehr, managing director of Coindesk Indices: professionals who work in the industry, avid investors and traders, and what Baehr calls “five percenters” — retail investors who want to dedicate a small portion of their portfolio to crypto.
While the “five percenters” have gained much greater access to the crypto market over the past few years thanks to online crypto brokerages and the availability of spot ETFs, there’s still a ways to go before crypto is as easy to own as more traditional assets, such as stocks or mutual funds.
“There’s still a lot of five percenter money that hasn’t found its way to a bitcoin ETF yet, much less anything else,” Baehr says. “There’s tremendous adoption scope available.”
That is, crypto advocates say, if the U.S. government provides a clearer regulatory framework for financial institutions to market and sell crypto and other digital assets to customers. That’s where some optimism over a Republican regime comes in.
“Clearly, some would favor a Republican control over the legislature and a Trump presidency, since that’s associated with appointees at regulators who might be more pro-business or perhaps easier to work with,” says Baehr. “That doesn’t mean pushovers. It just means that there would be enough dialog and construction of understood pathways, as there have been in other countries, to operate more diversified digital asset businesses legally and safely.”
Ideally, crypto enthusiasts say, the U.S. would eventually establish regulatory frameworks similar to the one that exists in Europe known as MiCA — Markets in Crypto Assets. “It does a couple things really well. First, it focuses on protecting investors and regulating stablecoins,” says Brokate. “It also creates a framework for how new and existing cryptocurrencies can be launched and traded in the market.”
Similar regulation in the U.S. could help clear the runway for financial institutions to offer more crypto products to institutional and retail customers and for fund companies to begin creating ETFs that hold diversified baskets of cryptocurrencies.
Such products are a crucial step in getting more retail investors on board with crypto, says Baehr, adding that building the regulatory framework for them to exist “takes will, prioritization, focused energy and investment.”
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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