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What Does Art The Clown Look Like Without Makeup?

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Warning: This article contains spoilers for Terrifier 3.



From Terrifier to Terrifier 3, Art the Clown’s overly expressive face and clown makeup raise curiosity about the character’s actual appearance. Damien Leone’s Terrifier franchise is known for the overblown gore committed by the iconic villain. The horror genre takes different approaches to creating antagonists to haunt viewers’ nightmares. Since Art the Clown is a human to start, he has a human body throughout the movie series, with his physical features leaning further into the uncanny valley with each addition to the franchise.


In addition to the odd structure of his face, the character’s facial expressions contribute profoundly to the fear induced by the Terrifier villain, making up for the character’s lack of dialogue. This is a divergence from most slasher horror villains who are scary because their expressions either aren’t visible due to a mask or aren’t readable due to a flat affect. Yet, the serial killer’s face is still guarded due to the makeup. The unique approach to the villain increases curiosity about what Art the Villain looks like under the makeup.


Terrifier Teased What Art The Clown Looks Like With No Makeup

Terrifier Offers Extreme Close-Up Shots Of Art The Clown


Though Art the Clown is never entirely shown without makeup, the first Terrifier includes one scene of him putting on his gloves, makeup, and clown hood that provides minor hints about his appearance underneath his Art costume. His skin is Caucasian and pale. The closeup of him putting on makeup shows that he has deeply sunken eyes with black irises, though his eye color changes in later Art the Clown movies. His eyebrows are shaven off, and his eye sockets create a visible oval. They look more protruding than All Hallows Eve and The 9th Circle versions of the character.

All Art the Clown Appearances – Key Information (via Rotten Tomatoes)

Movie

Release Date

Type

RT Tomatometer Score

RT Popcornmeter Score

The 9th Circle

2008

Short

N/A

N/A

Terrifier

2011

Short

N/A

54%

All Hallow’s Eve

2013

Anthology

N/A

35%

Terrifier

2016

Feature

60%

53%

Terrifier 2

2022

Feature

86%

80%

Terrifier 3

2024

Feature

75%

87%


The serial killer’s fingernails are dirty, with black along the cuticles, making him look slightly undead. Art has a hawk nose and sharp cheekbones with hollowed-out temples and cheeks. His mouth is bloody with receding gums and crooked, rotting teeth – a look achieved with prosthetics so that David Howard Thorton’s Art the Clown would look more similar to the version played by Mike Gianelli. Though the character already looks disturbing in Terrifier, he appears even more non-human when Art the Clown becomes a demon in the sequel.

What The Actor Who Plays Art The Clown Looks Like In Real Life

David Howard Thornton Looks Different From Art The Clown Because Of Prosthetics


While actor Mike Gianelli originally played Art the Clown in the short films, David Howard Thornton took over the role in the first feature-length film, Terrifier, and he has continued the role in the two sequels. Because David Howard Thornton’s TV shows and movies almost exclusively include prosthetics and facepaint, even people familiar with the actor’s work won’t necessarily know what he looks like. Many of Thornton’s facial features match those of Art the Clown, except softer; they don’t protrude as much.


Thornton has strong cheekbones and eyebrows, but his face isn’t hollowed out. His nose isn’t hawk-shaped, either, not coming down as low as the villain. In real life, the actor has graying, short brown hair, unlike his bald character. He has ordinary-looking teeth and a nice smile, rather than the unhealthy and rotting look of the prosthetic teeth he wears for Art the Clown. Thornton has green eyes like those of Art the Clown in Terrifier 2, and he had to wear contacts to get the black iris look in the first movie.

How David Howard Thornton Transforms To Look Like Art The Clown

Thornton Getting Into The Prosthetics And Makeup Takes Many Hours

Art the Clown after killing Allie in Terrifier 2

The transformation of David Howard Thornton into Art the Clown is a time-intensive and labor-intensive process. During the first movie, the actor sat for four or more hours to put on all the prosthetics and makeup. Thornton told Smash or Thrash that Damien Leone had to mold the prosthetic to his face and then glue it on, painting the black parts of the clown’s face onto the prosthetic at the end. The actor explained the benefits of the approach, saying, “Since it was molded to my face and glued on, I was able to show a very wide range of expression.


During the second movie, they managed to cut down the time it took to do Thornton’s makeup, taking around three hours. Leone explained why it took so long when speaking to MLive. He said this:

“We have to take a mold, then I have to sculpt the prosthetic…we have to make a new one every time because, when you take it off, it gets destroyed. I think we’ve got it down to maybe two and a half hours if I really push it.”


With the success of Terrifier 2, Leone was able to hire a makeup crew to take over the job in the threequel, spreading him less thin. Though David Howard Thornton had experience working with prosthetics before Terrifier, he told Smash or Thrash that the whole process of playing Art the Clown gave him much more respect for the actors Doug Jones, who acts in multiple movies requiring prosthetics; Ron Perlman, who plays the titular character in Hellboy; and Robert Englund, who plays Freddy Krueger in A Nightmare on Elm Street.

Sources: Rotten Tomatoes, Smash or Thrash, Galaxy Con’s Twitter, and MLive

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard - interna.jpg

Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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