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2º turno envolve 30 milhões em 51 cidades; o que saber – 26/10/2024 – Poder

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Ana Gabriela Oliveira Lima

Mais de 30 milhões de eleitores se mobilizam no segundo turno das eleições 2024 para escolher prefeitos e vices. O pleito acontece neste domingo (27), entre 8h e 17h, no horário de Brasília.

Haverá votação em 51 municípios, 15 deles capitais, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

São Paulo é a cidade que tem o maior eleitorado: são mais de 9 milhões aptos a votar. A segunda capital com maior eleitorado nesse grupo é Belo Horizonte, com quase 2 milhões, seguida de Fortaleza, com 1,8 milhão, e Manaus, com 1,4 milhão.

Já Palmas é a capital com o menor número de eleitores: apenas 209.524 pessoas.

O segundo turno só ocorre em municípios com mais de 200 mil eleitores nos quais nenhum candidato a prefeito tenha conseguido mais da metade dos votos válidos no primeiro turno. Quando isso acontece, os dois postulantes mais bem votados vão para a segunda rodada de votação. Ganha quem tiver a maioria dos votos válidos (sem contar brancos e nulos).

Segundo o TSE, 102 candidatos disputam o cargo de prefeito. Desse total, apenas 15 são mulheres. Já para a vice, o valor entre os gêneros é menos desigual: 42 dos postulantes são mulheres e 60 são homens.

Veja o que é importante saber para votar no segundo turno.

1 – Quem precisa votar e qual é o horário da votação?

Eleitores entre 18 e 70 anos são obrigados a votar segundo a legislação brasileira. Para quem tem 16 ou 17 anos, mais de 70 ou é analfabeto, o voto é facultativo.

Na fila de votação, têm prioridade idosos, grávidas, lactantes, pessoas enfermas, com deficiência, com mobilidade reduzida ou com transtorno do espectro autista.

Candidatos, juízes eleitorais, policiais militares em serviço e funcionários da Justiça Eleitoral também têm acesso preferencial.

A votação começa às 8h e vai até as 17h no horário de Brasília.

2 – Como ver onde eu voto e minha situação eleitoral?

O TSE liberou, desde 3 de setembro, os dados atualizados sobre a seção de votação por meio do aplicativo e-Título ou na internet.

Para fazer a consulta, é necessário entrar na página do tribunal que disponibiliza serviços de autoatendimento, clicar em “título eleitoral” e “onde votar” e inserir número do título eleitoral, CPF ou nome, data de nascimento e nome da mãe. Em seguida, basta clicar em “entrar”.

A página seguinte mostra se a situação do eleitor é regular e o local de votação, com endereço, seção e zona. Há também a informação se o eleitor teve a biometria coletada. É possível ainda acessar informações via e-Título, que é o aplicativo móvel da Justiça Eleitoral.

3 – O que fazer se não tiver biometria?

Quem não tiver cadastrado a biometria pode votar nas eleições 2024. Para isso, é necessário levar no dia de votação documento oficial com foto.

A atenção, entretanto, fica para quem tiver sido convocado para revisão de eleitorado e não compareceu ao cartório. Nesse caso, o título pode estar cancelado.

Para entender se é essa a situação, a Justiça Eleitoral recomenda ir ao site do TSE, no campo “Serviços” — disponível na coluna à direita da página— e clicar em “Situação Eleitoral” a fim de ver o status do título.

4 – Preciso levar o título de eleitor?

Não é necessário levar o título de eleitor, mas documento oficial com foto.

Carteira de identidade, passaporte, certificado de reservista, carteira de trabalho ou profissional reconhecida por lei, CNH (Carteira Nacional de Habilitação) são os documentos aceitos.

Para quem já cadastrou as digitais na Justiça Eleitoral e tem fotografia no documento digital, também é possível usar o aplicativo e-Título.

Certidão de nascimento ou casamento não são aceitas, bem como carteira de trabalho digital.

5 – O que faço se não conseguir votar?

Quem não conseguir votar deve justificar a ausência junto à Justiça Eleitoral.

Se o eleitor estiver fora do domicílio eleitoral, pode fazer isso em mesas receptoras em locais de votação ou naquelas exclusivamente instaladas para essa finalidade em lugares divulgados pelos cartórios eleitorais e TREs (Tribunais Regionais Eleitorais). Outra opção é justificar via e-Título.

Depois das eleições, a justificativa pode ser apresentada em qualquer zona eleitoral, pelo e-Título ou pelo site do TSE ou TREs.

O prazo para justificar a ausência no segundo turno é 7 de janeiro.

6 – Qual a consequência de votar e não justificar?

O cidadão que tem voto obrigatório, mas não participa nem justifica, recebe multa de 3% a 10% do valor do salário-mínimo da região. Se faz isso em três eleições consecutivas, tem o título cancelado.

Implicações de não votar e não justificar também são ficar impedido de emitir documentos como a carteira de identidade, prestar concurso público e renovar matrícula em estabelecimento de ensino do governo.

7 – Não votei no primeiro turno. Posso votar no segundo?

Cada etapa da eleição é independente. Portanto, não comparecer às urnas na primeira etapa não impede o comparecimento na segunda.

Para votar, no entanto, é preciso estar em dia com a Justiça Eleitoral. A consulta da situação eleitoral pode ser feita por meio do nome ou do número do título de eleitor.

Quem não tiver justificado a falta no primeiro turno no mesmo dia da votação ainda assim pode votar no segundo.

8 – Como uso a urna?

Está disponível online um simulador da Justiça Eleitoral em que o cidadão pode treinar a votação para os cargos em disputa.

Para usar, basta entrar no link e escolher a simulação para o segundo turno das eleições municipais. A página mostra partidos fictícios a partir dos quais se pode escolher os candidatos.

Ao colocar o número do candidato no teclado da urna que consta na página, o eleitor vê como a informação vai aparecer na urna no domingo. Depois, é só clicar “confirma”.

9 – Posso levar o celular para a cabine de votação?

Como o voto é sigiloso, não é permitido ir à cabine de votação com qualquer aparelho que possa registrar a escolha do eleitor, inclusive o celular.

Por isso, também é proibido levar à cabine máquinas fotográficas, filmadoras ou equipamento de radiocomunicação, mesmo que desligados.

Antes de chegar à cabine, o eleitor precisa desligar o aparelho e colocá-lo em local designado pelos mesários.

10 – O que não pode ocorrer no dia das eleições?

Não pode haver aglomeração de pessoas com propaganda que identifique partido, coligação ou federação. Também não é permitido distribuir camisetas ou tentar persuadir outros eleitores.

Alto-falantes, amplificadores de som, comício ou carreata são considerados crimes no dia do pleito.

Já a manifestação individual e silenciosa do eleitor com uso de broches, camisetas e adesivos, por exemplo, é permitida.

Capitais:

Aracaju (SE) — Emília Corrêa (PL) x Luiz Roberto (PDT)

Belém (PA) — Delegado Éder Mauro (PL) x Igor Normando (MDB)

Belo Horizonte (MG) — Fuad Noman (PSD) x Bruno Engler (PL)

Campo Grande (MS) — Adriane Lopes (PP) x Rose Modesto (União)

Cuiabá (MT) — Lúdio (PT) x Abilio Brunini (PL)

Curitiba (PR) — Cristina Graeml (PMB) x Eduardo Pimentel (PSD)

Fortaleza (CE) — Evandro Leitão (PT) x André Fernandes (PL)

Goiânia (GO) — Mabel (União) x Fred Rodrigues (PL)

João Pessoa (PB) — Cícero Lucena (PP) x Marcelo Queiroga (PL)

Manaus (AM) — David Almeida (Avante) x Capitão Alberto Neto (PL)

Natal (RN) — Paulinho Freire (União) x Natália Bonavides (PT)

Palmas (TO) — Eduardo Siqueira Campos (Podemos) x Janad Valcari (PL)

Porto Alegre (RS) — Sebastião Melo (MDB) x Maria do Rosário (PT)

Porto Velho (RO) — Léo (Podemos) x Mariana Carvalho (União)

São Paulo (SP) — Ricardo Nunes (MDB) x Guilherme Boulos (PSOL)

Outros municípios com 2º turno:

Anápolis (GO) — Antonio Gomide (PT) x Márcio Corrêa (PL)

Aparecida de Goiânia (GO) — Professor Alcides (PL) x Leandro Vilela (MDB)

Barueri (SP) — Gil Arantes (União) x Beto Piteri (Republicanos)

Camaçari (BA) — Caetano (PT) x Flávio (União)

Campina Grande (PB) — Dr. Jhony (PSB) x Bruno Cunha Lima (União)

Canoas (RS) — Jairo Jorge (PSD) x Airton Souza (PL)

Caucaia (CE) — Naumi Amorim (PSD) x Catanho (PT)

Caxias do Sul (RS) — Adiló (PSDB) x Maurício Scalco (PL)

Diadema (SP) — Filippi (PT) x Taka Yamauchi (MDB)

Franca (SP) — João Rocha (PL) x Alexandre Ferreira (MDB)

Guarujá (SP) — Farid Madi (Podemos) x Raphael Vitiello (PP)

Guarulhos (SP) — Elói Pietá (Solidariedade) x Lucas Sanches (PL)

Imperatriz (MA) — Rildo Amaral (PP) x Mariana Carvalho (Republicanos)

Jundiaí (SP) — Parimoschi (PL) x Gustavo Martinelli (União)

Limeira (SP) — Murilo Félix (Podemos) x Betinho Neves (MDB)

Londrina (PR) — Professora Maria Tereza (PP) x Tiago Amaral (PSD)

Mauá (SP) — Marcelo Oliveira (PT) x Atila (União)

Niterói (RJ) — Rodrigo Neves (PDT) x Carlos Jordy (PL)

Olinda (PE) — Mirella (PSD) x Vinicius Castello (PT)

Paulista (PE) — Ramos (PSDB) x Junior Matuto (PSB)

Pelotas (RS) — Marroni (PT) x Marciano Perondi (PL)

Petrópolis (RJ) — Hingo Hammes (PP) x Yuri (PSOL)

Piracicaba (SP) — Barjas Negri (PSDB) x Helinho Zanatta (PSD)

Ponta Grossa (PR) — Elizabeth Schmidt (União) x Mabel Canto (PSDB)

Ribeirão Preto (SP) — Marco Aurélio (Novo) x Ricardo Silva (PSD)

Santa Maria (RS) — Valdeci Oliveira (PT) x Rodrigo Decimo (PSDB)

Santarém (PA) — Zé Maria Tapajós (MDB) x JK do Povão (PL)

Santos (SP) — Rogério Santos (Republicanos) x Rosana Valle (PL)

São Bernardo do Campo (SP) — Alex Manente (Cidadania) x Marcelo Lima (Podemos)

São José do Rio Preto (SP) — Itamar (MDB) x Coronel Fábio Candido (PL)

São José dos Campos (SP) — Eduardo Cury (PL) x Anderson (PSD)

Serra (ES) — Weverson Meireles (PDT) x Pablo Muribeca (Republicanos)

Sumaré (SP) — Henrique do Paraíso (Republicanos) x Willian Souza (PT)

Taboão da Serra (SP) — Aprígio (Podemos) x Engenheiro Daniel (União)

Taubaté (SP) — Ortiz Junior (Republicanos) x Sérgio Victor (Novo)

Uberaba (MG) — Tony Carlos (MDB) x Elisa Araújo (PSD)



Leia Mais: Folha

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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