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Wigan ganhou o jackpot enquanto a Super League chama a atenção na estréia de Las Vegas | Super liga

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Aaron Bower

TODAY, LAS VEGAS: Amanhã, o mundo? Somente nas semanas, meses e anos, saberemos o impacto duradouro da primeira incursão da Super League nos Estados Unidos, mas, enquanto tantas coisas se sentiam novas, uma coisa era estranhamente familiar: o brilho de Wigan Warriors.

O lado de Matt Peet criou o hábito de trazer o melhor possível nos maiores estágios e em Nevada, com mais olhos neles do que nunca, eles certamente não murcharam quando venceram Warrington 48-24, de 42-0 UP.

Era fácil esquecer, considerando toda a pompa e circunstâncias em torno da extravagância da liga de rugby de quatro jogos de Las Vegas de que havia dois pontos de competição em jogo. Mas realmente, esse é o ponto. Wigan fazendo duas vitórias de três com uma vitória comandante é quase a nota de rodapé. O que realmente importa é o motivo pelo qual eles sacrificaram um jogo em casa a um grande custo financeiro e por que a liga nacional de rugby da Austrália teve a chance de adicionar Super liga ao projeto de lei após o evento inaugural de Vegas no ano passado. Não é sobre isso: é sobre o que acontece a seguir.

A esperança do acordo de cinco anos da NRL com Las Vegas é que o mercado esportivo mais congestionado e intenso do planeta se interessa pela liga de rugby. Momentos como o acabamento voador de uma mão de Abbas Miski e o brilho do NSemba júnior certamente deveriam ter chamado a atenção dos fãs de esportes casuais, se nada mais.

Mas não é apenas aqui, em Las Vegas, onde o impacto deste jogo poderia ser sentido pela super liga. As autoridades australianas voltaram para casa após a viagem inaugural dos Estados Unidos do ano passado e relataram um grande boom no esporte em seu próprio patch, com as presentes as presentes e o público saindo da parte de trás do interesse de Vegas. A Super League espera experimentar um boom semelhante no Reino Unido. Se o hype em torno de Las Vegas pegar alguns novos apoiadores deste lado do Atlântico, isso deve se qualificar como um grande sucesso.

Os espectadores do Allegiant Stadium aguardam o início da ação da Super League. Fotografia: David Becker/AP

Mais de 10.000 fãs britânicos fizeram esta viagem, o que garante um convite repetido para mais dois clubes no próximo ano. Leeds, St Helens e Hull Kr estão entre os que estão na frente da fila. E enquanto o resto da multidão entrou depois que essa vitória unilateral para Wigan havia começado, os espectadores mais importantes já estavam sentados para o início.

A Super League recebeu o tratamento da NRL. As instalações, a produção de TV de ponta e a experiência de estar em pé de igualdade com a Austrália. Com as autoridades britânicas da cidade para se aconchegar ao NRL e seu mais poderoso administrador, Peter V’landys, admitindo que quer um forte jogo britânico, cria comida para pensar.

A perspectiva de a NRL comprar super liga e levá -la sob sua asa para o bem do jogo global nunca se sentiu mais próxima. E se os australianos quiserem levar a Super League a novos patamares, eles têm um juggernaut pronto para construí-lo nessa equipe do Wigan.

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Os Warriors dominaram o jogo britânico ultimamente e, no ataque, iluminaram Las Vegas de uma maneira que teria fascinado neutros: oito tentativas, todas absolutamente estupendo. Com performances como essa, é de admirar que os ruídos iniciais sejam que Vegas queira mais do rugby além deste contrato inicial de cinco anos?

Quanto à Super League, já tentou jogos na estrada em Barcelona e Wollongong antes. Ninguém levou a nenhum tipo de mudança discernível nas fortunas da competição. Isso, no entanto, parecia diferente. E com o NRL atrás deles, quem sabe aonde isso pode levar para a Super League?



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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