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Yuan da China atinge mínimo de 16 meses em meio a temores sobre tarifas de Trump | Yuan

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Helen Davidson in Taipei and agencies

A moeda da China atingiu o menor nível em 16 meses na segunda-feira, apesar dos esforços do banco central e das bolsas de valores para acalmar as preocupações dos investidores sobre as tarifas iminentes dos EUA sob a presidência de Donald Trump.

O yuan rigidamente controlado atingiu 7,3301 por dólar americano, seu nível mais fraco desde setembro de 2023. Tem atingido rotineiramente mínimos de vários meses desde que Trump venceu as eleições nos EUA, prometendo tarifas massivas sobre as importações chinesas.

O índice de ações blue-chip CSI 300 também negociou fracamente na segunda-feira, atingindo seu ponto mais baixo desde setembro, caindo pelo menos 0,9% antes de fechar em queda de 0,2%. Isso ocorreu depois que o índice relatou suas maiores perdas semanais em mais de dois anos na semana passada, caindo 5%.

A duas semanas do início da segunda presidência de Trump, as expectativas das suas prometidas grandes tarifas sobre as importações chinesas abalaram os mercados na China, reduzindo os rendimentos das obrigações do continente e desestabilizando as ações. Alimentou um mercado já nervoso, preocupado com os contínuos problemas económicos do país, que provocaram saídas de capitais.

Em resposta, as bolsas de valores teriam pedido a vários grandes fundos mútuos na semana passada que restringissem a venda de ações para manter o mercado em alta, segundo a Reuters. George Magnus, pesquisador associado do China Centre da Universidade de Oxford e do SOAS China Institute, em Londres, disse que isso pode indicar preocupações de que os detentores estrangeiros de ações chinesas estejam correndo para vender.

As bolsas de valores de Xangai e Shenzhen também se reuniram recentemente com instituições estrangeiras, disseram ambas as bolsas no domingo, garantindo aos investidores que continuariam a abrir os mercados de capitais da China.

A China não tem uma moeda flutuante impulsionada pelas forças do mercado. Em vez disso, atrela o yuan ao dólar americano e estabelece uma taxa fixa diária em torno da qual a moeda pode ser negociada dentro de 2%.

Na segunda-feira, o Banco Popular da China manteve a taxa em 7,19 por dólar, apesar da pressão para vender, informou o Financial Times. relatado. O jornal do PBOC, Financial News, disse que o banco central iria “proteger-se resolutamente contra o risco de ultrapassagem da taxa de câmbio e manter a estabilidade básica” do yuan.

Magnus disse que o medo em relação às tarifas de Trump possivelmente estava levando as pessoas a se anteciparem às desvalorizações esperadas do yuan, mas disse que também havia outros fatores, incluindo quedas nos títulos chineses de cerca de 2% para 1,6% em alguns meses.

“Isso é basicamente tomado como um indicador do virulência da deflação na Chinao que obviamente é uma preocupação que as pessoas têm com a economia”, disse ele.

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Outra foram os anúncios recentes do PBOC sobre a utilização de mecanismos de transição mais baseados nos preços. “Isto sugere que querem que as taxas de juro sejam mais flexíveis e que enviem sinais mais fortes aos bancos, investidores e empresas sobre como investir e onde investir”, disse Magnus, acrescentando que não acha que isso ajudaria a economia.

O governo da China anunciou várias rodadas de pacotes destinados a reverter partes da economia em dificuldades, mas poucos tiveram o grande impacto solicitado por observadores estrangeiros e alguns analistas nacionais sinceros. As expectativas do ano passado de um grande pacote de estímulo foram, em vez disso, satisfeitas com um grande reestruturação da dívida dos governos locais.

“É útil para os governos locais nas margens, mas não faz muito pela economia”, disse Magnus.

“As questões que importam, imobiliáriao consumo, a gestão macroeconómica, o sector privado, estas coisas não estão realmente na mira do governo e pode ser por isso que a confiança está baixa.”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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