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Yuri Alberto desfalca o Corinthians após cirurgia: entenda as implicações
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2 anos atrásem
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O Corinthians enfrenta um momento delicado em sua temporada com a ausência de um dos seus principais jogadores, Yuri Alberto. O atacante precisou ser submetido a uma cirurgia para a retirada da vesícula biliar, que o deixará fora dos gramados por, no mínimo, quatro semanas. A cirurgia aconteceu logo após o jogador sentir fortes dores abdominais, além de vomitar várias vezes antes do jogo contra o Grêmio, em uma das partidas mais importantes do clube pelas oitavas de final da Copa do Brasil.
O impacto da cirurgia no planejamento do Corinthians
A necessidade da cirurgia foi confirmada após exames detalhados que identificaram pedras na vesícula, tornando o procedimento inevitável. Apesar de a operação ser considerada simples, o tempo de recuperação será significativo para o Corinthians, que perderá seu artilheiro em um momento crucial da temporada. O processo de recuperação total de Yuri Alberto deve durar cerca de um mês, período em que ele será acompanhado pela equipe de fisioterapia do clube, para garantir que sua volta aos treinos ocorra dentro do cronograma planejado.
Sem Yuri Alberto, o técnico Ramón Díaz terá de encontrar alternativas no elenco para substituir o camisa 9. Pedro Raul, que seria o substituto natural, também enfrenta problemas físicos e é dúvida para as próximas partidas, o que abre espaço para jovens talentos como Wesley e Giovane. Além disso, outros jogadores como Romero, que também não estarão disponíveis, complicam ainda mais a situação.
Desafios imediatos no Brasileirão
O próximo desafio do Corinthians será contra o Juventude, em um confronto que se tornou ainda mais importante diante das circunstâncias atuais. Com uma posição preocupante na tabela, o Timão se aproxima da zona de rebaixamento, e a vitória contra o Juventude é crucial para aliviar a pressão. O clube somou apenas um ponto nos últimos dois jogos do Campeonato Brasileiro, o que acende um alerta para a equipe, que tem enfrentado dificuldades tanto dentro quanto fora de campo.
Além disso, a ausência de Yuri Alberto poderá ser ainda mais sentida nas próximas semanas, quando o Corinthians enfrentará adversários difíceis tanto no Brasileirão quanto em outras competições. A dependência do atacante no esquema tático do time tem sido evidente ao longo da temporada, e sua ausência coloca um grande desafio para o treinador encontrar novas soluções ofensivas.
Possíveis desdobramentos
Com Yuri Alberto fora de ação, o Corinthians não só perde um dos seus principais artilheiros, como também um jogador que exerce papel fundamental na construção de jogadas ofensivas e na pressão defensiva alta que a equipe costuma implementar. A reposição desse jogador no curto prazo pode afetar significativamente o desempenho do time nas competições em que ainda está envolvido, incluindo a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro.
A expectativa é que, após a recuperação, Yuri Alberto retorne em condições ideais para ajudar o Corinthians nas fases decisivas das competições. No entanto, o longo período de afastamento poderá afetar sua forma física e ritmo de jogo, fatores cruciais para um atleta que depende tanto de sua capacidade física quanto da sintonia com os demais jogadores em campo.
Alternativas para o ataque
Com a lesão de Pedro Raul e a ausência de Romero por suspensão, o técnico Ramón Díaz terá que apostar em jogadores jovens e menos experientes para manter o nível de competitividade da equipe. Giovane, uma das promessas do elenco, deve ganhar mais espaço nas próximas partidas, ao lado de Wesley, outro jovem que vem se destacando nas categorias de base. Esses jogadores serão testados em um momento de alta pressão, o que pode ser uma oportunidade para mostrarem seu valor, mas também traz o risco de expor a equipe a mais dificuldades diante de adversários mais experientes.
Para além das questões táticas, a ausência de Yuri Alberto também afeta a moral do time, que vinha se apoiando na presença de seu principal atacante para buscar melhores resultados. A perda de um jogador tão importante pode desestabilizar a confiança do grupo, especialmente em partidas decisivas, como as que o Corinthians terá pela frente.
Calendário de desafios
O calendário apertado do Corinthians, com jogos decisivos tanto no Brasileirão quanto na Copa do Brasil, intensifica a preocupação sobre a ausência de Yuri Alberto. Nas próximas semanas, o clube enfrentará adversários de peso, e a falta de opções no ataque poderá ser um diferencial negativo. O retorno do atacante está previsto para o início do próximo mês, mas o processo de recuperação plena pode ser mais lento, dependendo de como o jogador reage aos tratamentos.
O foco do clube agora é garantir que ele receba o melhor tratamento possível e volte a tempo de contribuir nas fases mais críticas das competições. Durante esse período, a equipe técnica terá que ajustar sua estratégia e contar com um esforço coletivo para compensar a ausência do artilheiro.
O que esperar do Corinthians sem Yuri Alberto
Sem seu principal atacante, o Corinthians terá que se reinventar taticamente e buscar soluções criativas para suprir essa ausência. A defesa sólida, que tem sido um ponto positivo da equipe nas últimas partidas, precisará estar ainda mais atenta para evitar resultados negativos, enquanto o meio-campo e o ataque deverão buscar alternativas para a criação de jogadas ofensivas sem a presença de Yuri Alberto.
Os torcedores corintianos esperam que o retorno do jogador ocorra sem complicações e que ele possa retomar o excelente momento que vinha vivendo antes da lesão. Até lá, a equipe terá que enfrentar desafios importantes sem sua referência no ataque, o que certamente trará impactos no desempenho do time nas próximas semanas.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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