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Zelenskyy pede ‘paz duradoura’ nas negociações do Eliseu – DW – 12/08/2024

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Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy respondeu a um apelo do presidente eleito dos EUA Donald Trump por um “cessar-fogo imediato” e conversações de paz na Ucrânia, dizendo que o seu país precisava de “garantias efectivas” para uma paz que fosse assegurada de novas agressões russas.

Tanto Trump quanto Zelenskyy fizeram seus comentários após conversações a três organizadas pelo presidente francês Emmanuel Macron no Palácio do Eliseu, em Paris, que veio como A invasão de Moscou ao seu vizinho aproxima-se da marca dos três anos.

Prováveis ​​perdas enormes

“Afirmei que precisamos de uma paz justa e duradoura – uma paz que os russos não serão capazes de destruir dentro de alguns anos, como fizeram repetidamente no passado”, disse Zelenskyy.

“Os ucranianos querem a paz mais do que qualquer outra pessoa”, acrescentou. “A Rússia trouxe a guerra para a nossa terra, e é a Rússia quem mais procura perturbar a possibilidade de paz.”

Mas o líder ucraniano disse que o seu país precisava de “garantias efectivas para a paz”, uma observação que provavelmente reflecte a atitude de Kiev. apelos de longa data para que a OTAN forneça tais garantias.

“Um cessar-fogo sem garantias pode ser reiniciado a qualquer momento, como Putin já fez antes”, disse ele, acrescentando: “A guerra não pode ser interminável – apenas a paz deve ser permanente e confiável”.

Zelenskyy também disse que 43 mil soldados ucranianos foram mortos e 370 mil ficaram feridos durante a invasão russa. Kiev, tal como Moscovo, raramente deu quaisquer indicações sobre o número de vítimas entre as suas forças armadas, e os observadores dizem que é provável que sejam muito mais elevados do que o admitido por ambos os lados.

Incêndio vindo de um prédio de apartamentos atingido por um ataque russo
A invasão da Rússia continua a causar destruição em toda a UcrâniaImagem: Serviço Estatal de Emergência da Ucrânia/Folheto/REUTERS

‘Ucrânia gostaria de fazer um acordo’: Trump

Trump, que prometeu pôr fim rápido ao conflito na Ucrânia depois de assumir o cargo na Casa Branca em Janeiro, sem dar quaisquer detalhes sobre o método que planeia utilizar, afirmou no domingo que “Zelenskyy e a Ucrânia gostariam de fazer um acordo e pare com a loucura.”

“Deveria haver um cessar-fogo imediato e as negociações deveriam começar. Muitas vidas estão sendo desperdiçadas desnecessariamente, muitas famílias destruídas, e se isso continuar, pode se transformar em algo muito maior e muito pior”, escreveu ele em sua rede social. plataforma de mídia Truth Social.

Trump também escreveu que a Rússia não interveio de forma eficaz para ajudar o presidente sírio Bashar al-Assad diante do actual ofensiva rebelde bem sucedida porque “perdeu todo o interesse na Síria por causa da Ucrânia, onde cerca de 600 mil soldados russos jaziam feridos ou mortos”.

Trump esteve na capital francesa para assistir ao reabertura da Catedral de Notre Dameque foi restaurado após ter sido gravemente danificado em um incêndio em 2019.

Guerra e paz: um acordo com Putin às custas da Ucrânia?

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Kremlin diz estar aberto a negociações

O Kremlin questionou no domingo o número de vítimas fornecido por Trump, dizendo que refletia a interpretação da Ucrânia.

Também disse estar aberto a negociações sobre a Ucrânia, embora tenha imposto a elas várias condições que Kiev anteriormente considerou inaceitáveis.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que quaisquer negociações de paz devem basear-se nos acordos alcançados em Istambul em 2022 e nas atuais realidades do campo de batalha.

Com esta última observação, provavelmente referia-se às exigências anteriores da Rússia para que Moscovo retenha os territórios no leste da Ucrânia que conquistou durante a sua invasão.

tj/sms (AP, AFP, Reuters)



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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