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10 frases do Papa Francisco para ninguém esquecer

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O Papa Francisco será lembrando para sempre como o Papa da Paz, diz Varticano. - Foto: Dimitar Dilkoff/AFP

A morte do Papa Francisco deixou o mundo sem a voz doce que lutava contra injustiças e pela paz, mas o líder da Igreja Católica desde 2013, deixou frases marcantes com ensinamentos que vão ficar para sempre. Separamos 10 delas abaixo para registrar isoladamente e perpetuar na história do mundo e do Papa da Paz.

Durante a primeira coletiva de imprensa dele, em março de 2013, o pontífice enviou uma mensagem clara para o mundo. “Francisco era um homem pobre. Como eu gostaria que a Igreja fosse pobre… e para os pobres.”

Em tempo de tanta divisão no mundo, Francisco ensinou a escutar, acolher e cuidar uns dos outros. “Se uma pessoa é gay, busca o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”, disse o papa durante o voo que o trouxe do Rio de Janeiro para Roma, após a Jornada Mundial da Juventude, em julho de 2013.

O Papa da Paz

Francisco, desde que assumiu, falou muito em defesa dos pobres, meio ambiente, jovens, migrantes e tantos outros vulneráveis no mundo.

Mais do que falar, ele sempre viveu o que pregava. Preferia o abraço ao trono, o sapato gasto ao luxo dos palácios.

Agora, com a partida do papa Francisco, ele deixa ensinamentos importantes, para nunca serem esquecidos. Veja as principais frases abaixo

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Frases marcantes

Neste momento de despedida, veja 10 frases do Francisco que servem como um guia para um mundo mais justo!

  1. “O abuso infantil é uma doença”: em fevereiro de 2017, depois de um escândalo na Igreja Católica de abusos contra crianças, Francisco saiu em defesa dos pequenos. Em entrevista à revista La Civilta Cattolica, ele ainda pediu desculpas e se disse envergonhado com os casos.
  2. “O dinheiro deve servir, não governar”: a crítica ao dinheiro foi feita pelo pontífice foi feita durante a primeira exortação apostólica dele, em novembro de 2013. Francisco criticou a desigualdade e o modelo econômico que prioriza o lucro acima da dignidade humana.
  3. “A indiferença é mais perigosa que o câncer”: em outubro de 2024, Francisco disse a jovens da Ação Católica Italiana, que a indiferença dos jovens é mais perigosa que o câncer. “Aprendemos que a miséria humana não é um destino que atinge alguns infelizes, mas quase sempre o resultado de injustiças devem ser erradicadas.”
  4. “Quem pensa em construir muros e não em construir pontes não é cristão”: a frase foi dita em 2016 e endereçada ao então candidato à corrida presidencial dos Estados Unidos, Donald Trump. Recentemente, Francisco também se manifestou em defesa dos imigrantes e refugiados.
  5. “Peço-lhes, como irmão, que permaneçam na paz”: em abril de 2019, durante encontro com líderes do Sudão do Sul, Francisco ajoelhou-se e beijou os pés dos líderes. Na época, ele clamou por paz e humildade.
  6. “Ontem, crianças foram bombardeadas. Isto não é uma guerra. É crueldade”: Francisco sempre condenou guerras. Em 2023, ele se referiu à guerra de Gaza, que já tinha deixado mais de 60 mil mortos. No último pronunciamento dele, no domingo de Páscoa de 2025, o papa também questionou os conflitos no mundo.
  7. “O grito dos pobres, junto com o da terra, chegou até nós vindo da Amazônia. Depois dessas três semanas, não podemos fingir que não ouvimos”: em 27 de outubro de 2019, durante o Sínodo sobre a Amazônia, no Vaticano, o papa usou o espaço para sair em defesa dos povos originários e do meio-ambiente.
  8. “Em vez de justiça social, spray de pimenta”: a frase foi dita pelo papa em 2024, ao comentar os protestos contra o governo de Javier Milei, na Argentina, terra natal dele.
  9. “O papa é argentino e Deus é brasileiro”: logo no início do papado dele, Francisco veio ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude. Durante uma entrevista, brincou sobre a rivalidade entre o Brasil e Argentina e disse que o problema foi superado.
  10. “A vida é real, não virtual. Não acontece numa tela, mas no mundo! Por favor, não virtualizem a vida!”: durante um discurso em 29 de abril de 2023, em Budapeste, na Hungria, o pontífice convidou o mundo a viver e cultivar relações afetuosas, longe das redes.

Francisco foi o primeiro pontífice sul-americano. - Foto: Getty Images Francisco foi o primeiro pontífice sul-americano e disse: “O dinheiro deve servir, não governar” – Foto: Getty Images



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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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