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2025 promete espetáculos no céu: chuva de meteoros, eclipse e superlua; 1º já começou

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O calendário de espetáculos no céu deste ano está repleto. Em 2025, teremos chuva de meteoros, eclipse e superlua. Ajuste sua agenda e se prepare desde já porque tem evento hoje.

A chuva de meteoros Quadrântidas começou nesta quinta-feira (03/01) e segue nesta sexta-feira (04/01). São esperados 120 meteoros por hora. Torça para fazer tempo bom onde você está.

Será mais visível no Hemisfério Norte, mas alguns meteoros poderão ser avistados no Brasil, sobretudo nas regiões do Centro, Norte e Nordeste.

Eclipse lunar total

Um dos eventos mais esperados do ano será o eclipse lunar total, que poderá ser visto no Brasil na madrugada de 13 para 14 de março.

Durante esse fenômeno, a Lua assumirá uma coloração avermelhada, ganhando o nome de “Lua de Sangue”.

Em 7 de setembro, haverá um segundo eclipse lunar total, mas este será visível apenas em regiões da Austrália, Ásia, África e Europa.

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Outro eclipse

Outro eclipse será no dia 29 de março, sendo visível nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa e na África.

Em 21 de setembro, haverá o segundo eclipse visível apenas na Oceania e na Antártida.

Para a observação segura desses fenômenos é fundamental utilizar óculos especiais.

Três superluas

A primeira delas é a Lua do Caçador, em 7 de outubro. Depois, virá a Lua do Castor, em 5 de novembro. Por último, a Lua Fria em 4 de dezembro.

Essas superluas podem parecer até 15% mais brilhantes e 30% maiores do que as luas cheias comuns.

Para observar melhor, é recomendável buscar um local em que o céu esteja limpo e livre de poluição luminosa. Mas infelizmente muitos desses fenômenos nem sempre serão visíveis no Brasil, segundo a  Jovem Pan.

Marque no calendário

  • 3 e 4 janeiro: chuva de meteoros Quadrântidas
  • 29 de março: primeiro eclipse do ano
  • 13 e 14 de março: eclipse total da Lua – a “Lua de Sangue”
  • 21 de setembro: segundo eclipse do ano
  • 7 de novembro: primeira superlua – a Lua de Caçador
  • 5 de novembro: segunda superluga – a Lua do Castor
  • 4 de dezembro: terceira superlua – a Lua Fria

A chuva de meteoros Quadrântidas começou nesta quinta-feira (03/01) e segue nesta sexta-feira (04/01). São esperados 120 meteoros por hora. - Foto: Freepik A chuva de meteoros Quadrântidas começou nesta quinta-feira (03/01) e segue nesta sexta-feira (04/01). São esperados 120 meteoros por hora. – Foto: Freepik O calendário de eventos astronômicos de 2025 tem chuva meteoros, eclipse e superlua (foto) de janeiro a dezembro. - Foto: Freepik O calendário de eventos astronômicos de 2025 tem chuva meteoros, eclipse e superlua (foto) de janeiro a dezembro. – Foto: Freepik



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Movimenta Ufac

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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre

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1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (2).png

O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.

Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.

A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.

As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (3).png

Organização

A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (4).png



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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre

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Ufac no 76º Congresso Nacional de Botânica-2026 (2)x.png

A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.

Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.

Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.

Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.

Herbário

O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.

Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.

A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.



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