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21 Dias de Ativismo: governo do Acre lança programa de enfrentamento à violência contra mulheres
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1 ano atrásem
Cleide Santos
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), lançou nesta quinta-feira, 21, o projeto Mulheres Recomeçando. A iniciativa marcou a abertura da campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher no estado.
Com o objetivo de fortalecer o trabalho em rede de apoio às mulheres em situação de violência, o Mulheres Recomeçando prevê uma série de atividades educativas, com foco na autonomia da mulher. O projeto vai atender mulheres que cheguem espontaneamente ou encaminhadas pela rede de atendimento. Durante os encontros semanais, haverá atendimento médico e psicológico, além de cursos profissionalizantes. Todas as instituições e pessoas interessadas em participar podem acessar a programação nas redes sociais da Semulher, no Instragram ou via WhatsApp pelo número (68) 9 9930 0420.

“O que vai mudar a realidade é prevenir que a violência aconteça, através da educação, acolhendo essas mulheres, elas sabendo que podem denunciar e que serão bem acolhidas; é nisso que a gente acredita”, enfatizou a secretária da Mulher, Márdhia El-Shawwa.
A iniciativa conta com a parceria dos órgãos de segurança, do Poder Judiciário, do Ministério Público (MPAC) e Defensoria Pública. “A rede de proteção à mulher precisa estar em conexão; é necessário que todas possamos trabalhar juntas, e essa proteção em rede também se dá com relação à saúde da mulher, ao tratamento psicológico e oportunidades de trabalho. A mulher precisa de toda uma rede unida para que se fortaleça, somente assim teremos uma sociedade mais justa e igualitária”, enfatizou Diana Soraia Pimentel, promotora de Justiça do MPAC.

21 Dias de Ativismo
Criada no ano de 1991, a campanha de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher visa promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo. No Brasil, a campanha começa no dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, e segue até 10 de dezembro. No Acre, as ações realizadas em Rio Branco também serão estendidas ao interior do estado.

A delegada de polícia Juliana De Angelis lembrou que ações de combate à violência contra mulheres é intensivo, diário, e que a campanha é um marco importante para frisar a necessidade do enfrentamento a esse tipo de violência: “É um tema complexo, transversal, não é só de segurança pública; por isso a Secretaria da Mulher e demais órgãos estão atuantes para combater esses crimes”.
Agenda da campanha em Rio Branco e cidades do interior
Rio Branco
Sexta, 22/11
– Ciclos terapêuticos para Mulheres
Local: Bairro Novo Horizonte
Horário: 8h30
Palestra Feminicídio Zero
Local: Casa Abrigo Mãe da Mata
Horário: 9h
– Roda de Conversa para Mulheres Indígenas: Lei Maria da Penha e Direitos das Mulheres no Mercado de Trabalho – CLT
Local: Vila Acre
Horário: 14h às 15h
Sábado, 23/11
– Roda de Conversa para Mulheres Indígenas: Lei Maria da Penha e Direitos das Mulheres no Mercado de Trabalho – CLT
Local: Bairro São Francisco
Horário: 8h30 às 10h
– Ciclos Terapêuticos para Mulheres
Local: Bairro São Francisco
Horário: 15h
– Política de cuidados: uma abordagem feminina
Local: Igreja Pentecostal Brasil para Cristo
Horário: 17h
– Ônibus Lilás
Local: Escola Rural Elzira Angélica
Horário: 17h
Domingo, 24
– Campanha de Feminicídio Zero: Jogo de Futebol do Flamengo
Local: Arena da Floresta
Horário: 17h
De segunda, 25 a 10 de dezembro
– Ônibus Lilás
Local: Palácio Rio Branco
Horário: 8h às 12h
Segunda, 25/11
– Ônibus Lilás
Local: Escola Boa União – Sobral
Horário: 8h às 15h
Terça, 26/11
– Ônibus Lilás
Local: Colégio de Aplicação
Horário: 8h às 15h
Quarta, 27/11 e quinta, 28/11
– Política de cuidado: uma abordagem feminina
Local: Casa de Bárbara
Horário: 9h
Sexta, 29/11
– Ônibus Lilás e Palestra Feminicídio Zero nas Escolas
Local: Escola Sesi
Horário: 9h15
Sábado, 30/11
– Ônibus Lilás
Local: Igreja Batista do Bosque
Horário: 8h às 12h
Segunda, 2/12 a sexta, 6/12
– Curso Livre de Customização de Sandálias
Local: Casa de Acolhimento Drª. Maria Tapajós
Horário: 8h às 12h
Terça, 3/12
– Política de cuidado: uma abordagem feminina
Local: Casa de Acolhimento Doutora Maria Tapajós
Horário: 9h
– Entrega do Relatório do Cedim aos secretários
Local: Secretaria de Estado da Mulher – Tv. João XXIII, n° 1137, Vilage Wilde Maciel – Rio Branco/AC
Horário: 10h
Sexta, 6/12
– Lançamento da cartilha Papo de Homem e do projeto De Homem para Homem
Local: Secretaria de Estado da Mulher – Tv. João XXIII, n° 1137, Vilage Wilde Maciel – Rio Branco/AC
Horário: 10h
Sábado, 7/12
– Feira das Mulheres Empreendedoras, entrega do Ônibus da Semulher e assinatura de termo de cooperação entre Semulher e Basa
Local: Palácio Rio Branco
Horário: 9h30 às 14h
– Roda de Conversa para Mulheres Indígenas: Lei Maria da Penha e Direitos das Mulheres no Mercado de Trabalho – CLT
Local: Loteamento Amapá: Ramal do Pica-Pau
Horário: 8h30 às 10h
Brasileia
Sexta, 22/11
– Ônibus Lilás
Local: Rua Mário Rogério da Rocha (ao lado do Centro Cultural)
Horário: 8h às 14h
Segunda, 25/11
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Instituto Socioeducativo do Alto Acre
Horário: 9h
Terça, 26/11
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Escola de Ensino Fundamental Instituto Odilon Pratagi
Horário: 8h
Quinta, 28/11
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Escola Valéria Bispo Sabala
Horário: 9h
Sexta, 29/11
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Escola Manoel Fontenele de Castro
Horário: 10h
Segunda, 2/12
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Escola Manoel Fontenele de Castro
Horário: 14h
Terça, 3/12
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Escola de Ensino Fundamental Instituto Odilon Pratagi
Horário: 14h
Quarta, 4/12
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Escola de Ensino Fundamental Instituto Odilon Pratagi
Horário: 8h
Quinta, 5/12
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Escola Kairala José Kairala
Horário: 8h
Sexta, 6/12
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Escola Maria das Graças Rocha
Horário: 10h
Xapuri
Terça, 10/12
Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência e encerramento da campanha
Local: Escola Divina Providência
Horário: 10h
Epitaciolândia
Segunda, 9/12
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Escola Belo Porvir
Horário: 14h
Assis Brasil
Quarta, 27/11
– Palestra 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência
Local: Escola Íris Célia C. Zannini
Horário: 9h
Cruzeiro do Sul
Sexta, 22/11
– Ônibus Lilás
Local: Cohab, ao lado da UBS do bairro
Horário: 8h
Sábado, 23/11
– Ônibus Lilás
Local: Mercado Beira-Rio
Horário: 8h
Segunda, 25/11
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Presídio Manoel Neri
Horário: 8h
Quarta, 27/11
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Estadual Dom Henrique Ruth
Horário: 8h
Sexta, 29/11
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Valério Caldas de Magalhães
Horário: 8h
Segunda, 2/12
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Professor Antônio de Barros Freire
Horário: 8h
Terça, 3/12
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo fim da violência contra as mulheres
Local: Escola Maria Lima / Cobal
Horário: 8h
Quarta, 4/12
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Cristão Cruzeiro
Horário: 8h
Quinta, 5/12
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Magia do Saber / BR 364 km 120
Horário: 8h
Sexta, 6/12
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Rainha da Floresta / Projeto Santa Luzia, Ramal 3, km 30
Horário: 8h
Segunda, 9/12
Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Braz de Aguiar
Horário: 8h
Terça, 10/12
– Encerramento dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres e lançamento do projeto Mulheres Recomeçando
Local: Auditório do Centro Especializado de Atendimento à Mulher do Juruá
Horário: 9h
Rodrigues Alves
Terça, 26/11
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Francisco Lino
Horário: 8h
Quarta, 28/11
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Manoel Carneiro de Messias
Horário: 8h
Mâncio Lima
Segunda, 2/12
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Lauro Cavalcante
Horário: 8h
Quarta, 4/12
Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Tenente Barbosa
Horário: 8h
Quinta, 5/12
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Paulo Freire
Horário: 8h
Segunda, 9/12
– Palestra sobre os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres
Local: Escola Padre Edson de Oliveira
Horário: 8h
Obs.: programação sujeita a alterações.
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
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