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Arsenal x Juventus: Liga dos Campeões Feminina – ao vivo | Liga dos Campeões Feminina

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Sarah Rendell

Principais eventos

Aqui está o que aconteceu no grupo do Chelsea jogo de ontem contra o Celtic:

Eu adoraria ouvir de você, entre em contato por e-mail. Deixe-me saber o que você está fazendo enquanto se mantém atualizado com este acessório.

Treinador da Juventus, Massimiliano Canzi disse sobre o Arsenal: “Em comparação com a semana passada, precisaremos ser mais clínicos quando surgirem oportunidades. Teremos de permanecer no jogo o máximo que pudermos, apesar da força do Arsenal. É claro que conversamos depois do jogo em casa e sabemos que podemos fazer melhor.”

Emily Fox do Arsenal disse sobre a confiança da equipe: “Neste momento, estamos todos muito confiantes uns nos outros e em nós mesmos. E acho que com toda a equipe nos sentimos juntos.

“Cada jogo tem sido muito difícil e temos aprendido com cada um e realmente finalizado as chances e aprendido com os contratempos do início da temporada. Acho que amanhã, como Renee estava dizendo, é outro jogo, outro desafio, e acho que estamos prontos para isso. E acho que apenas com a variedade de jogos e adversários que enfrentamos, isso nos deu mais confiança, no sentido de que podemos lidar com qualquer coisa.”

Fotografia: Anthony Hanc/REX/Shutterstock

Renee Slegers foi questionada sobre os desafios isso acontece quando se joga contra o mesmo time duas vezes por semana. Ela disse: “Eles nos conhecem muito bem agora e nós os conhecemos muito bem. Acho que é um jogo de adivinhação sobre o que eles vão ajustar e o que farão de diferente. Também estamos um pouco mais avançados na fase de grupos agora, qual é a mentalidade deles, o que querem alcançar neste jogo e como vão tentar para alcançá-lo?

“Então, estamos analisando alguns cenários sobre o que achamos que eles poderiam fazer. Acho que temos três ou quatro cenários na cabeça, por isso temos que estar preparados para todos eles. Eu acho que, do ponto de vista do treinador, é divertido porque você tem uma atuação e joga exatamente contra o mesmo adversário e o desafio que você tem pela frente é tentar fazer melhor.”

Fotografia: Adam Davy/PA

As novidades do time estão aí. O Arsenal contrata Emily Fox, que foi a melhor jogadora em campo na semana passada. Mariona Caldentey novamente vence Beth Mead, que também foi reservada contra o Tottenham.

Arsenal: Van Domselaar; Fox, Williamson, Catley, McCabe; Walt, pequeno; Caldentey, Manum, Ford; Rússia

Subscritores: Zinsberger, Williams, Wubben-Moy, Codina, Mead, Kafaji, Hurtig, Kuhl, Blackstenius, Wienroither, Cooney-Cross, Reid.

A Juventus, por sua vez, contrata Hanna Bennison, que estava no banco na semana passada.

Juve: Peyraud-Magnin; Lenzini, Calligaris, Cascarino; Bergamaschi, Schatzer, Bennison, Krumbiegel; Caruso, Cantore, Vangsgaard

Subscritores: Capelletti, Proulx, Kullberg, Lehmann, Rosucci, Girelli, Bonansea, Boattin, Bragonzi, Beccari, Thomas, Gallo

Preâmbulo

Olá e bem-vindo de volta à nossa cobertura da Liga dos Campeões Feminina onde esta noite nos concentraremos em Arsenal x Juventus.

As duas equipes se enfrentaram no jogo reverso na semana passada e os Gunners conseguiram uma vitória impressionante por 4 a 0. O Arsenal está invicto sob o comando do técnico interino Renee Slegers, depois que Jonas Eidevall renunciou em outubro.

A equipa londrina está em segundo lugar no seu grupo, com o Bayern de Munique no topo da lista. A Juventus, por sua vez, está em terceiro lugar com apenas uma vitória em três e, portanto, uma vitória esta noite ajudaria nas suas chances de sair do grupo.

Em breve veremos o que foi dito na preparação para o jogo, mas primeiro vamos dar uma olhada nas notícias da equipe antes do início do jogo, às 20h GMT.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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