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3 Sixers to blame for embarrassing loss in Big 3’s debut following team meeting
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2 anos atrásem
The Philadelphia 76ers just can’t catch a break.
After an embarrassing loss to the Miami Heat on Monday, during which the Sixers blew a 19-point lead, Kyle Lowry called a team meeting. In it, players challenged Nick Nurse to coach them harder, while Nurse and the coaches called for more detail-oriented practices. Also, Tyrese Maxey challenged Joel Embiid to axe his tardiness and lead by example.
It felt like a potential turning point. A moment of reckoning for the wayward Sixers, who seemed to take accountability for a god-awful start to the campaign.
Alas, with the injury-ravaged Memphis Grizzlies on the docket Wednesday night, the Sixers showed their true colors. It was another lifeless loss, 117-111 on the road against a team without its best player. Ja Morant watched in street clothes as the Sixers — with their entire starting lineup of Joel Embiid, Tyrese Maxey, Paul George, Jared McCain, and Caleb Martin healthy for the first time — were sliced and diced by a bunch of Grizzlies role players.
You cannot lose this game if you’re the Sixers. The optics are terrible, maybe even unforgivable. There’s still time to salvage this season, but at what point does that line get stale? You can’t salvage a season unless the players want to, and the Sixers sure don’t seem as urgent and engaged as they should be.
Here’s who deserves the most blame for Wednesday’s travesty.
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Look, it’s a bit silly to blame a guy coming off a hamstring injury, but it is what it is. Maxey earned positive press this week for his leadership and willingness to challenge Embiid in a team meeting. It’s clear that Embiid has gone unchallenged for too long, and Maxey’s efforts to take a more vocal, hands-on approach in the Sixers locker room is appreciated. Philadelphia has lacked that sort of leadership from its star apparatus for too long.
That said, Maxey was clearly out of whack on Wednesday. Limited to 20 minutes in his first game back, the All-Star point guard netted eight points, three rebounds, and two assists on 3-of-13 shooting, including 0-of-6 from deep, Maxey is now shooting .393/.265/.830 for the season, which is less than ideal.
Better days are ahead for the Kentucky product, but Maxey clearly understands the urgency of the Sixers’ situation as well as anyone in that locker room. For his long-awaited return to result in a dud (and another loss) with the entire team healthy is severely disappointing.
Paul George left the game less than a minute into the third quarter with a hyperextended left knee, the same injury that led to a bone bruise in the preseason and a multi-week absence. George has already missed six games this season due to his left knee, and we should expect more games missed on the horizon. As soon as Philadelphia’s vaunted ‘Big 3’ finally made its debut, the basketball gods snuffed it out.
It’s unclear how long George will remain on the sideline. When he was on the floor against Memphis, however, the veteran forward — recently paid $212 million to help the Sixers contend for a championship — struggled. A lot. He finished the first half with two points on 1-of-6 shooting. It has been tough sledding all season for George, and now it gets more complicated.
George deserves time and patience. He’s working his way back from an injury (again) and he’s adjusting to new surroundings in Philadelphia, where offensive cohesion is clearly not up to par. That said, the Sixers also can’t afford these duds from the 34-year-old. At 2-12, the margin for error is kaput. George was a big reason for Philadelphia’s early deficit in this game. Even limited to 17 minutes by injury, he needs a finger pointed in his direction. Once his knee is stable and George can return, the production has to improve.
Nick Nurse has been the worst coach in the NBA this season. Pardon my reactionary and incensed fan brain, but can we honestly dispute that point? The Sixers are 2-12 despite dishing out three max contracts this summer and hitting on a Rookie of the Year frontrunner with the No. 16 pick. Nurse has been dealt the worst imaginable hand in terms of injuries and off-court distractions, but all the same, 2-12 is unacceptable.
Philadelphia has been healthy enough to win more than two games. Even if we haven’t seen more than half a game with the core trio all healthy, there has been enough Tyrese Maxey, enough Paul George, and even enough Joel Embiid to turn out a better record than this. The Sixers are playing like the worst team in the NBA. We should blame the front office, too, and whoever is cooking up the Embiid injury management plan, but ultimately, this all reflects back on the head coach.
The Sixers rank dead last in points per game (103.3) and offensive rating (104.7). The defense is a complete mess, which is supposed to be Nurse’s area of expertise. He’s known for dynamic, versatile scheming on that end of the floor, the the Sixers just look lost right now. Joel Embiid was healthy and available to anchor Philadelphia’s defense in Memphis and the Grizzlies were parading down the lane at will, generating open 3s and constantly finding the Sixers out of rotation.
It’s a complete, inexcusable mess. The Sixers are stagnant and unimaginative on offense and completely out of whack on defense. Part of that is the simple lack of practice (and game) time with the entire group healthy, but at a certain point, Nurse is going to fall on the sword, whether he “deserves” it or not. Such is life as an NBA head coach.
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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
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14 horas atrásem
23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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