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Em jejum de títulos, Marta chega afiada a decisão nos EUA – 21/11/2024 – O Mundo É uma Bola
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2 anos atrásem
Luís Curro
Em quase todo lugar por que passou, Marta, a Rainha do Futebol, considerada (por mim e pela maioria da mídia especializada) a melhor futebolista da história, colecionou títulos.
Na Suécia, defendendo o Umea IK, ganhou o campeonato nacional de 2005 a 2008; o mesmo aconteceu em 2012, com a camisa do Tyresö FF, e em 2014 e 2015, pelo FC Rosengard.
No Umea, faturou também uma Champions League (2004), uma Supercopa da Suécia (2004) e uma Copa da Suécia (2007). Supercopas da Suécia, ela tem outras quatro, três pelo Rosengard (2014 a 2016) e uma pelo Tyresö (2012).
No país escandinavo, no qual atuou ao todo por 12 anos, venceu ainda mais uma Copa sueca, em 2016, com o Rosengard.
A alagoana, que partiu em 2000, aos 14 anos, da minúscula Dois Riachos para o mundo, em busca de seu sonho de se tornar uma jogadora de futebol, vestiu profissionalmente em seu país as camisas de Vasco e Santos.
Na equipe que consagrou Pelé, usou o mesmo número 10 do Rei do Futebol e levantou as taças da Copa do Brasil e da Libertadores, ambas em 2009.
Marta está nos EUA desde 2017, quando o Orlando Pride, fundado em 2015, a contratou.
Não é a primeira incursão da atacante no país da América do Norte. Jogou antes pelos californianos Los Angeles Sol e FC Gold Pride e pelo nova-iorquino Western New York Flash, todos da WPS (Women’s Professional Soccer).
Essa liga, então a divisão de elite dos EUA, extinguiu-se em 2012, dando lugar à NWSL (Nations Women’s Soccer League), competição disputada pelo Orlando e por mais 13 equipes, não sem antes Marta triunfar nela duas vezes, uma pelo Gold Pride, outra pelo NY Flash, sendo artilheira nos três campeonatos da WPS de que participou.
A seis vezes melhor do mundo pela Fifa (2006 a 2010 e 2018), sempre tão acostumada a ser vitoriosa nos clubes, amarga atualmente um jejum considerável, de quase uma década.
O Orlando falhou ano a ano na busca do título da NWSL, registrando sua melhor participação em 2017, quando atingiu as semifinais.
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Pois Marta, que é a maior goleadora das Copas do Mundo de seleções (17 gols em seis edições pelo Brasil, com o qual ganhou seu último título, o Sul-Americano, em 2018), tem agora a chance de voltar ao topo.
O time que veste púrpura chegou pela primeira vez à decisão da NWSL ao derrotar no domingo (17), no Inter&Co Stadium, em Orlando, o Kansas City Current, da atacante Debinha, por 3 a 2.
E com um gol, o terceiro, quando o placar estava 2 a 1, memorável de Marta, que aproveitou uma bola recuperada no círculo central e, como se fosse uma garota em início de carreira, arrancou, sem que ninguém a detivesse.
Na grande área, com um único drible, deixou duas adversárias no chão. Com um outro, deu à goleira o mesmo destino. Uma última rival acabou na grama em tentativa desesperada, e frustrada, de impedir na entrada da pequena área o chute da craque para as redes.
Golaço, com G maiúsculo. Quem vê o lance encanta-se, admira-se, deslumbra-se. Aplaude. Um dos mais lindos de seus mais de 300 gols como profissional.
Capitã do time da Flórida, Marta vai afiadíssima para a decisão das 22 horas, no horário brasileiro, deste sábado (23), em Kansas, contra o Washington Spirit.
Jogará por seu primeiro troféu da NWSL, o 20º na carreira clubística e o 25º no total –tem cinco conquistas pela seleção brasileira.
Depois, com o contrato com o Orlando encerrado, decidirá se estica a carreira um pouco mais ou se deixará o futebol órfão de sua genialidade.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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