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John Prescott, ex-vice-primeiro-ministro britânico, morre aos 86 anos | John Prescott
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2 anos atrásem
Press Association
O ex-vice-primeiro-ministro britânico John Prescott morreu aos 86 anos, anunciou sua família.
Sua família disse que ele “passou a vida tentando melhorar a vida dos outros, lutando pela justiça social e protegendo o meio ambiente”.
O ex-ativista sindical e ex-marinheiro mercante tinha Alzheimer e morreu “pacificamente” cercado por parentes em sua casa de repouso, disseram.
Prescott foi uma figura-chave do Novo Trabalho projecto, visto por muitos como guardião dos valores tradicionais do partido face a uma liderança modernizadora.
Ele foi enobrecido em 2010 e apresentado à câmara alta como Lord Prescott de Kingston upon Hull, tendo servido por quatro décadas como deputado pela cidade.
Num comunicado divulgado após a sua morte, a sua esposa, Pauline, e os filhos Johnathan e David disseram que representar o povo de Hull foi “a sua maior honra”.
“Estamos profundamente tristes em informar que nosso amado marido, pai e avô, John Prescott, faleceu pacificamente ontem aos 86 anos”, disseram.
“Ele fez isso cercado pelo amor de sua família e pela música jazz de Marian Montgomery.
“John passou a vida tentando melhorar a vida dos outros, lutando pela justiça social e protegendo o meio ambiente, fazendo isso desde seu tempo como garçom em navios de cruzeiro até se tornar o vice-primeiro-ministro britânico por mais tempo no cargo.
“John amava profundamente a sua casa em Hull e representar o seu povo no parlamento durante 40 anos foi a sua maior honra. Gostaríamos de agradecer aos incríveis médicos e enfermeiros do NHS que cuidaram dele após o acidente vascular cerebral em 2019 e à equipe dedicada da casa de repouso onde ele faleceu, depois de conviver recentemente com a doença de Alzheimer.
“Em vez de flores e se desejar, você pode doar para a Alzheimer’s Research UK.
“Como você pode imaginar, nossa família precisa processar nosso luto, por isso solicitamos respeitosamente tempo e espaço para lamentar em particular. Obrigado.”
Prescott deixou de ser membro dos Lordes em julho deste ano, após enfrentar dificuldades de saúde.
Ele só havia falado uma vez na Câmara desde que sofreu um derrame em 2019, mostram os registros oficiais, e não votava desde fevereiro de 2023.
Ao longo de uma carreira parlamentar que se estende por mais de meio século, Prescott serviu durante 10 anos como vice-primeiro-ministro após a vitória esmagadora nas eleições gerais trabalhistas de 1997.
Às vezes mal-humoradouma vez ele deu um soco famoso em um manifestante que jogou um ovo nele durante uma visita de campanha eleitoral ao norte do País de Gales em 2001.
Mas durante grande parte do seu mandato, atuou como mediador na relação muitas vezes turbulenta entre Tony Blair e o seu chanceler, Gordon Brown.
Ele também supervisionou o meio ambiente, os transportes e as regiões, uma tarefa que incluiu ajudar a negociar o protocolo internacional de Quioto sobre mudanças climáticas.
Prescott foi um defensor leal de Blair no cargo, mas posteriormente criticou partes do legado do Novo Trabalhismo, denunciando o envolvimento da Grã-Bretanha na guerra do Iraque.
Ele também defendeu fortemente Jeremy Corbyn durante seu tempo como líder do partido, diante de críticas ferozes.
Nascido em Prestatyn, no País de Gales, em 31 de maio de 1938, filho de um ferroviário, Prescott deixou a escola aos 15 anos para trabalhar como chef estagiário e depois como comissário de bordo na Linha Cunard antes de entrar na política.
Numa carta privada em 2007, Blair disse que o papel do seu antigo vice de “acabar com os problemas, resolver os problemas dos colegas e solucionar problemas” tinha sido uma “parte integrante da concretização das coisas”.
O ex-primeiro-ministro disse: “A mistura completamente única de charme e brutalidade de Prescott – tornada cada vez mais eficaz pela imprevisibilidade de qual seria predominante – ajudou você ao longo da década, manteve o governo unido e, acima de tudo, me deu muita diversão. . Tive sorte de ter você como meu vice.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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