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4 melhores amigas se mudam para a mesma rua; juntas para sempre

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A vovó Chiquinha realizou o sonho de se tornar princesa aos 90 anos. A festa teve dança, vestido de Cinderela, sapatinho e príncipe encantado. - Foto: @camposnique/Instagram

Ter amigo por perto é tudo. E essas quatro melhores amigas decidiram morar na mesma rua, bem pertinho uma da outra. Agora elas se ajudam, têm bem-estar e o apoio que precisam na diversão e em momentos difíceis. Detalhe: sem perder a individualidade.

Inseparáveis há 17 anos, Kelly Holbin, Sarabeth Stine, Kristi e Erinn Cottman, dos Estados Unidos, agora estão mais próximas do que nunca. Sarabeth foi a primeira a chegar em Atlanta, há 10 anos, seguida de Kelly. Anos depois foi a vez de Erinn adquirir uma casa disponível do outro lado da rua.

O grupo, na faixa dos 40 anos, se completou quando Kristi se juntou a elas e conseguiu adquirir um imóvel ao lado das amigas. Agora, a amizade ficou mais fortalecida e se traduziu em companhia constante e apoio incondiconal entre elas.

Venceu distância

A amizade entre as quatro amigas venceu a distância e superou barreiras. Kristi e Kelly se conheceram na faculdade e são melhores amigas há mais de 25 anos.

Depois que Kelly se mudou para Atlanta, em 2008, ela conheceu Sarabeth e Erinn. Ali, o grupo se tornou inseparável.

Quanto a oportunidade de morar perto apareceu, nenhuma delas pensou duas vezes.

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Surpresa inesperada

A chegada de Kristi foi um capítulo à parte no show da vida do quarteto.

Quando soube que uma casa na rua estava à venda, Sarabeth sugeriu para que a amiga comprasse o imóvel.

Ela gostou da ideia e resolveu fazer uma surpresa especial: manteve segredo das outras duas.

Durante a inspeção da casa, ela inventou uma desculpa para que todas a acompanhassem.

“Em certo momento eu me virei e disse a elas que estava comprando a casa. Foi quando todas nós perdemos a cabeça!”, lembrou.

Em março de 2023 ela finalmente se mudou e completou o sonho de todas. Agora elas completam quase 2 anos de vizinhança.

E a individualidade?

Morando tão próximos assim e fazendo tudo juntas, será que as amigas têm tempo para elas?

A resposta é sim. Apesar de morarem tão perto, as amigas sabem equilibrar a convivência.

“Estamos todas tão ocupadas. É fácil não nos vermos. O que nos torna especiais é que, independentemente do que tenha acontecido, temos a capacidade de aceitar uns aos outros e sermos vulneráveis uns com os outros”, finalizou Sarabeth.

Boa a ideia delas, não?

Uma a uma, elas foram se mudando para a mesma rua. Agora, estão pertinho! - Foto: Arquivo pessoal Uma a uma, as 4 melhores amigas foram se mudando para a mesma rua. Agora, estão pertinho! – Foto: Arquivo pessoal



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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre

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1º Evento Cultural Entresentidos-2026 (2).jpg

O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.

A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.

“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”

Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”

Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre

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X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC

A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano

Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026

Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026

Chamada de trabalhos



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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